A economia brasileira acumulou, até 31 de dezembro de 2007, mais de US$ 180 milhões em reservas internacionais, de acordo com dados do Banco Central do Brasil (BCB). De janeiro de 1994 até dezembro de 2006, a média do estoque de reservas foi de US$ 48 bilhões. Assim, o valor atual é mais do que três vezes superior à média do período mencionado.
Para o consultor de negócios internacionais da Trevisan Consultoria e professor do curso de Relações Internacionais da Trevisan Escola de Negócios, Pedro Raffy Vartanian, o que contribuiu para a elevação das reservas foi o superávit comercial de US$ 40 bilhões em 2007, além do elevado volume de ingresso de investimentos de portfólio (ações e títulos) e investimento direto estrangeiro (fusões e aquisições). “Em termos de investimento direto estrangeiro ocorreu ingresso de aproximadamente US$ 35 bilhões em 2007. Já o investimento de portfólio foi de aproximadamente US$ 48 bilhões. Isto mostra a confiança de empresas e investidores estrangeiros na economia brasileira, além, é claro, da participação de aproximadamente 2/3 do capital estrangeiro nos IPO´s (oferta pública inicial)”.
O elevado volume de reservas também reflete a solidez da economia, de acordo com Vartanian. “Quanto maior o volume de reservas internacionais, menor o risco de a economia enfrentar uma crise cambial, já que as reservas impedem uma depreciação acentuada do real. Por outro lado, o volume de reservas pressiona a taxa de câmbio, que, a despeito de certa volatilidade em janeiro de 2008, deverá continuar apreciando até meados do ano”.
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Janeiro/2008
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