terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Leasing Operacional Rodobens é inédito no mercado

Empresas Rodobens lançam, com pioneirismo no Brasil, o primeiro sistema de leasing operacional de automóveis para pessoas físicas. Expectativa é comercializar 3.600 carros por este sistema em 2008, com estimativa de crescimento de 35% ao ano. Segundo dados da ANEF, em 2007, 26% dos carros comercializados no Brasil foram financiados por meio do leasing convencional.

A partir de hoje, os interessados em adquirir um automóvel terão mais uma opção no mercado. As Empresas Rodobens, um dos 90 maiores grupos empresariais do País e com forte atuação nos setores automotivo e imobiliário, acabam de lançar o Leasing Operacional Rodobens. Inédito para pessoa física no Brasil, este tipo de leasing, muito comum em países como os Estados Unidos, se diferencia do convencional. O veículo fica em nome da empresa de leasing e o consumidor fica com o direito de sua posse e uso. “Nesta modalidade, o consumidor poderá arrendar o veículo, por 24 ou 36 meses, sem burocracia e sem preocupações com seguro, manutenção e licenciamento, que ficam sob responsabilidade da empresa de leasing. O cliente não tem que se preocupar com nada. É só usufruir do veículo. Tudo muito simples, fácil e rápido”, garante Edgar Santiago Valesin, diretor das Empresas Rodobens.

Apesar da simplicidade para o consumidor, o sistema traz bastante complexidade para a empresa que o opera, principalmente, na formação do preço para o consumidor. Foram necessários vários meses até que as Empresas Rodobens pudessem formatar o produto, que envolve concessionárias, empresa de leasing, comercialização, manutenção e revenda dos veículos. “Pudemos fazer isso graças às atividades do próprio grupo, que tem abrangência nacional, rede própria de concessionárias (24 concessionárias de automóveis), banco e empresa de locação”, explica o diretor-presidente das Empresas Rodobens, Waldemar Verdi Júnior.

Esta ampla base de sinergia das Empresas Rodobens e o relacionamento com diversos parceiros permitiram à corporação a negociação em escala dos produtos e serviços, o que reduziu os preços e melhorou as condições de comercialização para os consumidores.

Os veículos ofertados pelo leasing operacional foram adquiridos pelas concessionárias do próprio grupo. Inicialmente, estarão disponíveis, para aquisição imediata, produtos das marcas Volkswagen, GM e Toyota, mas outras marcas devem ser incorporadas com o tempo.

Como funciona o Leasing Operacional Rodobens

Inicialmente, o Leasing Operacional Rodobens será oferecido ao mercado apenas para automóveis, devendo se estender para caminhões futuramente.

Nesta modalidade, o cliente pode pagar o leasing em 24 ou 36 meses, sem entrada, e optar por prestações que incluam a manutenção do veículo, além do licenciamento e seguro já embutidos. Ao final do contrato, o cliente decide pela devolução do veículo sem qualquer ônus, pela compra (com 5% de redução sobre a Tabela FIPE) ou pode optar por um novo leasing, de um carro zero quilômetro.

No Leasing Operacional Rodobens, o cliente paga somente pelo uso do veículo. Nos financiamentos convencionais ou no leasing financeiro, além das despesas relacionadas com o uso do veículo, como seguro, licenciamento e manutenção, o cliente também faz desembolsos para a compra. Isto acaba aumentando muito o valor do pagamento mensal quando comparamos a compra com o Leasing Operacional Rodobens.

“Nos Estados Unidos, por exemplo, é muito comum o consumidor preferir o leasing. Ele usa o carro pelo tempo contratado e depois troca o veículo por outro novo, sem ter que ter a preocupação de revender o usado”, esclarece o diretor das Empresas Rodobens, Edgar Valesin.

Segundo o diretor da Rodobens, as prestações mensais, comparadas ao financiamento convencional, ficam até 40% menores no leasing operacional.

Como exemplo, Valesin cita a aquisição de um GM – Prisma Maxx 1.4 (Flex), cujo preço sugerido pela montadora é de R$ 39 mil. Ao financiar 100% do veículo pelo CDC, em 36 meses, as parcelas mensais seriam de R$1.434,00 que, acrescidas do custo médio do seguro, manutenção e licenciamento deste veículo, estimadas em R$446,75, somariam um total de R$1.880,75 mensais, o que resultaria, ao final dos 36 meses, em um custo total de R$67.707,00.

Já este mesmo veículo, se adquirido pelo Leasing Operacional Rodobens, no mesmo prazo, teria uma parcela mensal de R$1.307,00 (incluindo seguro, manutenção e licenciamento no período), o que resultaria num custo total de R$47.052,00.

Vantagens ao consumidor

Com o atual aumento de alíquota do IOF, imposto pelo governo no início deste ano e que incide, diretamente, sobre as operações financeiras como CDC, o leasing ficou ainda mais atraente para o consumidor brasileiro, já que, sobre ele, não há incidência da taxa. Sobre a compra à vista, o leasing também pode representar, segundo Edgar Valesin, até 15% de ganho real ao consumidor.

Além do preço mais baixo se comparado a outras modalidades de crédito, o Leasing Operacional Rodobens oferece tranqüilidade a seus clientes quanto à administração de tudo o que envolve o veículo.

Este produto, segundo Edgar Valesin, é perfeito para profissionais liberais ou pessoas que não têm tempo ou disposição para cuidar dos vários aspectos que envolvem o carro. “Ter que se preocupar com datas de licenciamento, pagamento do IPVA, cotação para renovação do seguro e ainda manutenção, são transtornos que os clientes do Leasing Operacional Rodobens não têm”, garante o diretor da empresa.

Para pessoa jurídica, outra vantagem é poder abater as mensalidades do leasing como despesas da empresa no Imposto de Renda.

E, caso o cliente decida comprar o veículo que usou durante o contrato de leasing, poderá fazê-lo com desconto de 5% sobre o preço do bem, divulgado na Tabela FIPE. “No entanto, a preferência do mercado costuma ser pela devolução do veículo. Desta forma, o cliente pode optar por outro carro, zero quilômetro, de sua escolha, mantendo as mesmas condições e vantagens”, avalia Valesin.

Perspectivas favoráveis

Segundo dados da ANEF- Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras, a participação do leasing convencional na comercialização de veículos passou de 5% em 2003, para 26% em 2007. Este crescimento vem acompanhando o aumento dos emplacamentos de automóveis que, entre janeiro e dezembro do ano passado, alcançaram crescimento de 28,7%, superando a marca de 2,2 milhões de unidades vendidas ao mercado interno. Para 2008, as estimativas de crescimento, segundo avaliação das lideranças do setor, são um pouco menores, devendo chegar a 19%.

Nas Empresas Rodobens, que comercializaram 23.464 automóveis em suas 24 concessionárias em 2007, o crescimento sobre 2006 foi de 19,4%. Em 2008, a estimativa da corporação é crescer 14%, totalizando 26.700 carros, e o leasing operacional deverá representar 15% do volume total de veículos negociados.

Segundo o diretor-presidente das Empresas Rodobens, o grupo deve comercializar 3.600 carros este ano, apenas pelo sistema de leasing operacional. “Esperamos crescer 35% ao ano nesta modalidade, que irá apenas complementar a gama de oferta de produtos e serviços de nossa corporação”, afirma Waldemar Verdi Júnior.

Os investimentos na aquisição de veículos para este produto, em 2008, devem ultrapassar R$ 140MM. “Os investimentos não param aí, pois os custos com manutenção, seguros e licenciamentos também são expressivos”, avalia Verdi Júnior.

Para o diretor-presidente, o leasing passou a ser vantajoso no Brasil desde que as taxas de juros começaram a cair e a estabilidade econômica permitiu mais planejamento à população. “Com taxas de juros mais civilizadas, pudemos lançar o produto que faltava no setor automotivo: o Leasing Operacional Rodobens”, conclui Verdi Jr.

O Leasing Operacional Rodobens será comercializado pelas 24 concessionárias Green Automóveis pertencentes às Empresas Rodobens distribuídas pelo País.

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