Rodada de negócios ontem, dia 21, em São Paulo, deu início a ações que ocorrerão durante todo o ano
“Minas Gerais é para nós um produto de qualidade indiscutível e que pode ter competitividade na prateleira das operadoras”. Com estas palavras, o presidente da Braztoa José Eduardo Barbosa abriu ontem uma rodada de negócios, que reuniu oito empresas de receptivo mineiro e doze operadoras na sede da entidade.
“Minas Gerais é para nós um produto de qualidade indiscutível e que pode ter competitividade na prateleira das operadoras”. Com estas palavras, o presidente da Braztoa José Eduardo Barbosa abriu ontem uma rodada de negócios, que reuniu oito empresas de receptivo mineiro e doze operadoras na sede da entidade.
O encontro foi o pontapé inicial de uma parceria que pretende posicionar o destino de forma competitiva na vitrine das operadoras associadas da Braztoa. O acordo foi fechado em novembro último e prevê diversas ações, como famturs com operadores e agentes ao longo do ano, além de uma campanha publicitária. “Assinaremos um termo de cooperação com as regras desta parceria nos próximos dias”, diz Barbosa. A ação envolve a secretaria de turismo de Minas Gerais, o Sebrae do estado e o Instituto Estrada Real.
Encontro
Durante uma manhã, empresas de receptivo selecionadas pelas entidades mineiras mostraram seus produtos às operadoras. “Vieram a São Paulo empresas estruturadas e que têm condições de atender ao mercado nacional”, disse a diretora de estruturação do produto turístico da secretaria mineira Fernanda Fonseca. Segundo ela, são estas empresas que atenderão os profissionais que visitarem o estado durante o ano.
Encontro
Durante uma manhã, empresas de receptivo selecionadas pelas entidades mineiras mostraram seus produtos às operadoras. “Vieram a São Paulo empresas estruturadas e que têm condições de atender ao mercado nacional”, disse a diretora de estruturação do produto turístico da secretaria mineira Fernanda Fonseca. Segundo ela, são estas empresas que atenderão os profissionais que visitarem o estado durante o ano.
Para a operadora Socorro Melo, da Ambiental, que participou da rodada de negócios, Minas Gerais tem hoje produtos melhor formatados para oferecer: “Eles saíram do institucional e hoje oferecem produtos comerciais com grande potencial”.
O próximo encontro acontece em Belo Horizonte, no dia 13 de março, um dia antes do Minastur, evento de turismo do estado. No dia 17, haverá o lançamento da parceria em São Paulo. Depois, Minas participa do 29º Encontro Comercial Braztoa, dias 27 e 28, promovendo também a festa de encerramento do evento.
A seguir estão previstas famturs com agentes ao longo de 2008, além de uma campanha publicitária nacional com produtos mineiros. “ Desenhamos um plano de ação em parceira, envolvendo fornecedores locais, operadoras e agentes de viagens de forma que o destino Minas Gerais possa se consolidar entre os principais destinos brasileiros, gerando resultados para os empresários envolvidos”, resume a diretora executiva da Braztoa Mônica Samia.
Participaram da rodada de negócios as operadoras, BrDesigner Tours, Brazilian Assist, Leiser Operadora, Ambiental, Pomptur, Nascimento, Visual, Luxtravel, Nett Voyage, Flot, Intravel e Soft Travel. As empresas de receptivo de Minas foram A Bela Geraes Turismo, Aliar Turismo e Cultura, Andarilho da Luz Caminhadas Ecológicas, Geraes Ecoturismo, Master Operadora Turística, Pampulha Turismo, Primotur Turismo Ecológico e a Turismo Trilhas de Minas
A Braztoa é uma sociedade civil sem fins lucrativos, que congrega 67 associadas, sendo dez empresas de representação e 57 operadoras turísticas. As afiliadas à entidade são responsáveis por cerca de 75% das vendas dos pacotes nacionais e internacionais. Cerca de 12% dos bilhetes aéreos emitidos no país são gerados a partir das atividades dessas empresas.
Adrian Alexandri
A Braztoa é uma sociedade civil sem fins lucrativos, que congrega 67 associadas, sendo dez empresas de representação e 57 operadoras turísticas. As afiliadas à entidade são responsáveis por cerca de 75% das vendas dos pacotes nacionais e internacionais. Cerca de 12% dos bilhetes aéreos emitidos no país são gerados a partir das atividades dessas empresas.
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