Investir em segurança não é sinônimo de gastos excessivos. Como na Saúde, a prevenção é a melhor opção para evitar prejuízos ainda maiores
São Paulo, março de 2008 – Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, a maior capital do país está em situação parecida à cidade de Bogotá, na Colômbia. O índice de roubos aumentou 1,8% de 2006 para 2007. Prova de que o brasileiro tem motivos de sobra para se preocupar com a segurança, tanto no âmbito público como privado.
Mesmo a frente desse cenário, a maioria das empresas não dá tanta importância para o tema, pois logo a associa segurança com gastos excessivos e que não vão gerar retorno financeiro; quando, na verdade, a grande questão é a maneira como se investe e não necessariamente o quanto se investe. Além disso, quando se fala em segurança ou saúde, estamos falando da vida, cujo valor é incalculável.
Por exemplo, um sistema complexo de prevenção de roubos, composto por guaritas blindadas e câmeras espalhadas por diversos setores da empresa, não vai ser eficiente se estiver mal disposto ou se os equipamentos forem inadequados, e, principalmente, se não foi elaborada, inicialmente, uma análise de riscos ou, no mínimo, um projeto de segurança integrando a tecnologia, recursos humanos e procedimentos adequados.
A maioria dos assaltos acontece por falhas humanas, pela falta de política, procedimentos de segurança e treinamento. Além disso, por haver vazamento de informações de dentro da empresa, que falhou na hora da contratação, justamente porque não houve uma integração e atuação da segurança com o RH.
“É cada vez mais importante quebrar o tabu de que segurança é algo inalcançável ou caro demais para se investir e, principalmente, entender que essa garantia se obtém apenas comprando equipamentos eletrônicos. O 'x' da questão não é o quanto se investe e sim como se investe, ou seja, planejar a segurança de forma estratégica, com objetivos e metas a serem atingidos para garantir o lucro e/ou retorno do investimento como, por exemplo, reduzir os riscos e prejuízos em até 90%”, afirma David Fernandes, diretor da Previne Security, empresa especializada em consultoria em segurança e sistemas integrados.
São Paulo, março de 2008 – Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, a maior capital do país está em situação parecida à cidade de Bogotá, na Colômbia. O índice de roubos aumentou 1,8% de 2006 para 2007. Prova de que o brasileiro tem motivos de sobra para se preocupar com a segurança, tanto no âmbito público como privado.
Mesmo a frente desse cenário, a maioria das empresas não dá tanta importância para o tema, pois logo a associa segurança com gastos excessivos e que não vão gerar retorno financeiro; quando, na verdade, a grande questão é a maneira como se investe e não necessariamente o quanto se investe. Além disso, quando se fala em segurança ou saúde, estamos falando da vida, cujo valor é incalculável.
Por exemplo, um sistema complexo de prevenção de roubos, composto por guaritas blindadas e câmeras espalhadas por diversos setores da empresa, não vai ser eficiente se estiver mal disposto ou se os equipamentos forem inadequados, e, principalmente, se não foi elaborada, inicialmente, uma análise de riscos ou, no mínimo, um projeto de segurança integrando a tecnologia, recursos humanos e procedimentos adequados.
A maioria dos assaltos acontece por falhas humanas, pela falta de política, procedimentos de segurança e treinamento. Além disso, por haver vazamento de informações de dentro da empresa, que falhou na hora da contratação, justamente porque não houve uma integração e atuação da segurança com o RH.
“É cada vez mais importante quebrar o tabu de que segurança é algo inalcançável ou caro demais para se investir e, principalmente, entender que essa garantia se obtém apenas comprando equipamentos eletrônicos. O 'x' da questão não é o quanto se investe e sim como se investe, ou seja, planejar a segurança de forma estratégica, com objetivos e metas a serem atingidos para garantir o lucro e/ou retorno do investimento como, por exemplo, reduzir os riscos e prejuízos em até 90%”, afirma David Fernandes, diretor da Previne Security, empresa especializada em consultoria em segurança e sistemas integrados.
David Fernandes, CPP, é diretor da Previne Security, empresa especializada em consultoria em segurança e sistemas integrados. É diretor do 1° Portal do Gestor de Segurança Acadêmico. No Brasil, é o 31º brasileiro a receber o CPP - Certified Protection Professional, maior certificação internacional em segurança e que representa uma medida objetiva do conhecimento e competência de um profissional na área de gestão de segurança empresarial. Em todo o mundo, é o maior reconhecimento aos profissionais da área. Também é Diretor de Assuntos de Prevenção do CONSEG Água Fria / Mandaqui / Tremembé.
Rubens Nogueira
Rubens Nogueira
Image Press - Assessoria de Imprensa
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