O mais freqüente distúrbio do sono atinge pelo menos 20% da população
Em 15 de março de 2008, o Departamento de Neurologia da Associação Paulista de Medicina (APM) promove a Reunião para pacientes e portadores de insônia. O objetivo é orientá-los, assim como a seus familiares, quanto a este que é o distúrbio de sono mais incidente no mundo inteiro.
A insônia atinge de 20 a 30% da população, levando à dificuldade para dormir, para voltar a dormir após despertar durante a noite ou, ainda, a um sono que não é suficientemente reparador. O que dificulta o diagnóstico é justamente o fato de a maior parte de seus portadores não saber que existe tratamento para em muitos casos.
De acordo com o dr. Rubens Reimão, do Grupo de Pesquisa Avançada em Medicina do Sono do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e coordenador científico do Departamento de Neurologia da APM e coordenador das reuniões, este é justamente o foco principal do evento, apresentar os principais sintomas e as diversas formas de controlar a insônia por meio de medidas simples, que incluem mudança na alimentação e na rotina.
“Hábitos como tomar café ou ingerir alimentos que contém cafeína, como chocolate ou alguns refrigerantes no período da noite, dormir em ambientes barulhentos, com claridade ou pouco arejados são alguns dos equívocos verificados entre os portadores de insônia”.
O dr. Rubens Reimão alerta que o número de horas dormidas não é o mais importante, mas sim a qualidade de sono. “Hoje consideramos essencial um sono de boa qualidade, que é o que nos possibilita acordar bem dispostos no dia seguinte”.
Em 15 de março de 2008, o Departamento de Neurologia da Associação Paulista de Medicina (APM) promove a Reunião para pacientes e portadores de insônia. O objetivo é orientá-los, assim como a seus familiares, quanto a este que é o distúrbio de sono mais incidente no mundo inteiro.
A insônia atinge de 20 a 30% da população, levando à dificuldade para dormir, para voltar a dormir após despertar durante a noite ou, ainda, a um sono que não é suficientemente reparador. O que dificulta o diagnóstico é justamente o fato de a maior parte de seus portadores não saber que existe tratamento para em muitos casos.
De acordo com o dr. Rubens Reimão, do Grupo de Pesquisa Avançada em Medicina do Sono do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e coordenador científico do Departamento de Neurologia da APM e coordenador das reuniões, este é justamente o foco principal do evento, apresentar os principais sintomas e as diversas formas de controlar a insônia por meio de medidas simples, que incluem mudança na alimentação e na rotina.
“Hábitos como tomar café ou ingerir alimentos que contém cafeína, como chocolate ou alguns refrigerantes no período da noite, dormir em ambientes barulhentos, com claridade ou pouco arejados são alguns dos equívocos verificados entre os portadores de insônia”.
O dr. Rubens Reimão alerta que o número de horas dormidas não é o mais importante, mas sim a qualidade de sono. “Hoje consideramos essencial um sono de boa qualidade, que é o que nos possibilita acordar bem dispostos no dia seguinte”.
Outro foco do encontro é mostrar à população a importância da orientação médica no tratamento da insônia. “É fundamental que as pessoas procurem um especialista para tratar o distúrbio especificamente de acordo com sua causa”, orienta o Dr. Rubens.
Ele diz que utilizar medicação para dormir por conta própria é muito perigoso e pode causar dependência. Nos idosos, a automedicação para dormir é ainda mais perigosa. “Ministrada por conta própria e em doses inadequadas pode deixar o indivíduo excessivamente sonolento durante uma ida ao banheiro no meio da noite, favorecendo quedas e outros acidentes graves”.
Além do dr. Rubens, a palestra será ministrada pela dra. Liliana Mara Lorenzini, fisioterapeuta, participante do Grupo de Pesquisa Avançada do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, que abordará a importância das atividades físicas para o tratamento da insônia. Mais informações em (11) 3188-4252 ou eventos@apm.org.br
Programação
9h – 10h20
Além do dr. Rubens, a palestra será ministrada pela dra. Liliana Mara Lorenzini, fisioterapeuta, participante do Grupo de Pesquisa Avançada do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, que abordará a importância das atividades físicas para o tratamento da insônia. Mais informações em (11) 3188-4252 ou eventos@apm.org.br
Programação
9h – 10h20
Tema: As principais causas da insônia e como o enfrentá-las
Palestrante: Rubens Reimão, neurologista, professor Livre-Docente do Grupo de Pesquisa Avançada do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.
10h30 – 11h20
Palestrante: Rubens Reimão, neurologista, professor Livre-Docente do Grupo de Pesquisa Avançada do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.
10h30 – 11h20
Tema: Impacto da atividade física sobre o sono e a insônia
Liliana Mara Lorenzini, fisioterapeuta, integra o Grupo de Pesquisa Avançada do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.
Departamento de Neurologia - Reunião para Pacientes e Portadores de Insônia
Data: 15 de março de 2008
Horário: das 9h às 11h20
Local: Associação Paulista de Medicina
Endereço: Av. Brigadeiro Luís Antonio, 278 - São Paulo/SP
Informações e Inscrições: (11) 3188-4252 - eventos@apm.org.br
Acontece Comunicação e Notícias
Priscilla Arantes ou Chico Damaso
(11) 3871-2331 / 3873-6083
acontece@acontecenoticias.com.br
chicoacontece@uol.com.br
Liliana Mara Lorenzini, fisioterapeuta, integra o Grupo de Pesquisa Avançada do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.
Departamento de Neurologia - Reunião para Pacientes e Portadores de Insônia
Data: 15 de março de 2008
Horário: das 9h às 11h20
Local: Associação Paulista de Medicina
Endereço: Av. Brigadeiro Luís Antonio, 278 - São Paulo/SP
Informações e Inscrições: (11) 3188-4252 - eventos@apm.org.br
Acontece Comunicação e Notícias
Priscilla Arantes ou Chico Damaso
(11) 3871-2331 / 3873-6083
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