terça-feira, 18 de março de 2008

SPPT oferece exames gratuitos para detecção de Tuberculose, tosse crônica, asma e DPOC

A ação integra a Semana da Tuberculose, que contará também com palestras, teatro e oficinas, todos abertos à população

Na sexta-feira, 28 de março, a Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia integrará um mutirão da saúde, promovido pelo Instituto Clemente Ferreira, referência no atendimento ao paciente com tuberculose em todo o estado. Haverá atendimento gratuito e mais de 200 pessoas são esperadas para testes de rastreamento de tosse crônica. Será investigada a presença ou não da tuberculose em indivíduos acima de 18 anos e com tosse há mais de três semanas.

Os pacientes passarão por uma triagem, submetendo-se a exames como raio-x e de escarro. Em seguida, os médicos do Instituto avaliarão e identificarão os portadores de asma e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), encaminhando-os para o tratamento adequado.

“Nossa pretensão é, nessa parceria com a SPPT, criar um modelo de rastreamento não apenas da tuberculose, mas de outras doenças respiratórias graves. Esta busca sintomática que organizamos é o primeiro passo para uma padronização”, explica o dr. Fernando Fiuza, diretor do Instituto Clemente Ferreira.

“O objetivo é detectar precocemente os portadores de tuberculose, e iniciar o tratamento o mais rápido possível. Tal medida é extremamente importante, especialmente se levarmos em conta que, sem tratamento adequado, cada vítima de tuberculose pode contaminar cerca de dez pessoas ao ano”, adverte o Dr José Eduardo Delfini Cançado, presidente da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia.

Teatro e oficinas

Outras atividades, tais como debate, mesas-redondas sobre a intervenção terapêutica nestes grupos específicos, além de oficinas para discussão e apresentação de um grupo de teatro amador fazem parte das comemorações.

Todas estas atrações acontecem em 26 de março, com o apoio da Rede Paulista de Controle Social da Tuberculose, que realiza simultaneamente o Seminário para Grupos Vulneráveis: Co-infecção TB/HIV, População de Rua e População Carcerária.

“Nosso movimento foi criado há cerca de três anos e tem como objetivo dar mais visibilidade para o combate à tuberculose, informando e capacitando a sociedade civil para seu controle, além de produzir e distribuir material informativo com a realização de campanhas educativas e eventos interativos”, explica a presidente da Rede, Nadja Faraone.


A Rede também defende a universalização dos direitos de saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde – SUS, garantindo a promoção da saúde, prevenção, assistência e recuperação dos doentes. Para mais informações, (11) 3333-5454 ou redepaulistatb@yahoo.com.br


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