Virou mania, não há como correr. Cada vez mais adolescente utilizam fones de ouvidos, que vêm nos modernos MP3 ou MP4 players, aparelhos com um volume que pode chegar a 115 decibéis (dB), intensidade maior que a produzida por um avião quando decola. Por isso, especialistas fazem um alerta, uma vez que é cada vez maior o número de jovens com problemas auditivos.
De acordo com uma pesquisa feita nos Estados Unidos, a potência média destes aparelhos disponíveis no mercado em 2006 variava de 68 a 108 decibéis, o que já representa risco para os ouvidos. Porém, não adianta brigar e discutir: os pais sabem que os adolescentes costumam ouvir música no volume máximo.
De acordo com uma pesquisa feita nos Estados Unidos, a potência média destes aparelhos disponíveis no mercado em 2006 variava de 68 a 108 decibéis, o que já representa risco para os ouvidos. Porém, não adianta brigar e discutir: os pais sabem que os adolescentes costumam ouvir música no volume máximo.
A realidade dos adolescentes de Uberlândia não é diferente. Segundo diretor da Unimed Uberlândia e otorrinolaringologista, Ricardo Maurício, o zumbido no ouvido é um alerta importante de que existe um problema. “Quem sofre com zumbido pode sinalizar o início de uma perda de audição, devendo ser avaliada pelo otorrinolaringologista”, destaca o especialista.
A preocupação tem fundamento, pois estimativas apontam que 28 milhões de brasileiros sofram com zumbido no ouvido. O pior nesse quadro é que o barulho está presente no dia-a-dia das crianças também, seja na escola ou em casa.
A preocupação tem fundamento, pois estimativas apontam que 28 milhões de brasileiros sofram com zumbido no ouvido. O pior nesse quadro é que o barulho está presente no dia-a-dia das crianças também, seja na escola ou em casa.
Outra pesquisa realizada pelo espanhol GAES Centros Auditivos mostra dados importantes: o ruído de uma conversa normal atinge 60 dB, o barulho nos locais de tráfego intenso alcança os 85 dB, enquanto o som dos reprodutores de música pode chegar a 100 dB e em um fliperama o barulho varia de 88 a 96 decibéis.
O médico, Ricardo Maurício, orienta que o grande problema está nestes aparelhos, que deveriam ter um alerta quando o adolescente ultrapassasse o limite de segurança. “Todo cuidado é importante. Os pais precisam ficar de olho e os adolescentes terem seus limites”, reforça.
Fernanda Beraldo - 9671 7082
Serifa Comunicação - Assessoria de Imprensa –UNIMED UBERLÂNDIA
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