Alunos da Escola para Crianças Surdas Rio Branco assistem a aulas de etiqueta.
A Escola para Crianças Surdas Rio Branco (ECS) atende e educa crianças surdas desde o diagnóstico da surdez, até a quarta série do Ensino Fundamental I. Após essa fase, os alunos são incluídos em salas de aula regulares, até o fim do Ensino Médio, de escolas parceiras e do Colégio Rio Branco, com todo o suporte necessário, o que inclui o acompanhamento de tradutores e intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (Libras). Aos familiares dos alunos, é oferecido curso de Libras e todo suporte necessário para a compreensão do indivíduo surdo.
Desde o ingresso na escola - ainda bebês - passam a ter contato com usuários da Libras, para desenvolver a comunicação e linguagem compatível com a faixa etária e favorecer a futura escolarização. Como a proposta da escola é bilíngüe, o português escrito é aprendido como segundo idioma.
A formação oferecida pela ECS Rio Branco é ampla e inclui atividades como dança, teatro e esportes. Desde o início deste ano letivo, a escola passou a ministrar "aulas de etiqueta", para que os alunos aprendam a se comportar em situações do cotidiano na escola, no restaurante ou em casa. As crianças aprendem como devem se comportar à mesa, como manusear talheres, que não devem utilizar bonés na sala de aula, que devem respeitar a fila e oferecer o lugar no ônibus para as pessoas mais velhas.
O trabalho de inclusão social de pessoas com surdez, desenvolvido pela escola, contempla todas
as fases do desenvolvimento, desde a detecção da surdez - quando os bebês recebem os estímulos necessários (essencialmente visuais) e os pais toda a orientação para lidar com a situação -, até a formação no Ensino Fundamental I e a inclusão para a conclusão do Ensino Médio. Além disso, as Faculdades Integradas Rio Branco e o Centro Profissionalizante Rio Branco- da mesma mantenedora da ECS e do Colégio Rio Branco -, também preocupadas em dar suporte à causa da surdez, disponibilizam intérprete de LIBRAS para todos os surdos que ingressarem em seus cursos.
As aulas de etiqueta, agora ministradas para as crianças até a quarta série, complementam e aprimoram o trabalho que já é desenvolvido há 30 anos.
Fundação de Rotarianos de São Paulo
Assessoria de Imprensa: Ricardo Viveiros - Oficina de Comunicação
Jornalista Responsável: Patrícia Ribeiro (MTb 29.495).
Tel.: 11-3675-5444; patricia.ribeiro@viveiros.com.br
Jornalista do Posto avançado: Marina Ramiro
11-3879-3156; assessoriaimprensa@frsp.org
Isabella Mendonça
Estagiária
A Escola para Crianças Surdas Rio Branco (ECS) atende e educa crianças surdas desde o diagnóstico da surdez, até a quarta série do Ensino Fundamental I. Após essa fase, os alunos são incluídos em salas de aula regulares, até o fim do Ensino Médio, de escolas parceiras e do Colégio Rio Branco, com todo o suporte necessário, o que inclui o acompanhamento de tradutores e intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (Libras). Aos familiares dos alunos, é oferecido curso de Libras e todo suporte necessário para a compreensão do indivíduo surdo.
Desde o ingresso na escola - ainda bebês - passam a ter contato com usuários da Libras, para desenvolver a comunicação e linguagem compatível com a faixa etária e favorecer a futura escolarização. Como a proposta da escola é bilíngüe, o português escrito é aprendido como segundo idioma.
A formação oferecida pela ECS Rio Branco é ampla e inclui atividades como dança, teatro e esportes. Desde o início deste ano letivo, a escola passou a ministrar "aulas de etiqueta", para que os alunos aprendam a se comportar em situações do cotidiano na escola, no restaurante ou em casa. As crianças aprendem como devem se comportar à mesa, como manusear talheres, que não devem utilizar bonés na sala de aula, que devem respeitar a fila e oferecer o lugar no ônibus para as pessoas mais velhas.
O trabalho de inclusão social de pessoas com surdez, desenvolvido pela escola, contempla todas
As aulas de etiqueta, agora ministradas para as crianças até a quarta série, complementam e aprimoram o trabalho que já é desenvolvido há 30 anos.
Fundação de Rotarianos de São Paulo
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Jornalista Responsável: Patrícia Ribeiro (MTb 29.495).
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