domingo, 6 de abril de 2008

Empresas exigem mais dos serviços terceirizados

Organizações buscam profissionais terceirizados que transmitam confiança, habilidade integração e atualização com o trabalho

De acordo com estudos realizados pela Price WaterhouseCoopers (PWC), no qual entrevistou 292 representantes de empresas que contratam serviços de fora, existem problemas no que diz respeito a relacionamentos por parte do cliente para com os prestadores e vice-versa.

Quando o case inicial não sai como planejado, a tendência é o cliente culpar o fornecedor por falta de dedicação, e o fornecedor, por sua vez, atribuir o problema à falta de experiência da empresa em lidar com o outsourcing.

O responsável da empresa cliente enfrenta também a dificuldade de prestar contas à sua diretoria para justificar o investimento na contratação dos serviços. A terceirização tem se mostrado cada dia mais efetiva em função dos objetivos que podem ser alcançados. No início, a principal razão de uma empresa decidir terceirizar suas atividades devia-se aos baixos custos que oferecia. Mas, atualmente, outros quesitos estão sendo colocados na balança, tais como: foco na atividade fim da empresa, especialização do fornecedor e ciclo de vida da própria tecnologia.

A escolha da empresa e dos profissionais que vão prestar o serviço tem critérios mais exigentes também. Quando decidem terceirizar seus serviços de TI, as companhias buscam profissionais que possuam mais do que do conhecimento técnico e inglês.

Hoje em dia, é extremamente valorizada a disposição e o entusiasmo para aprender, facilidade no relacionamento interpessoal e muita confiança. O sócio e diretor da OSI Tecnologia, prestadora de serviços de infra-estrutura de TI, Roberto Rodrigues, ressalta que um profissional terceirizado tem a necessidade de interagir com o cliente entendendo suas necessidades e alimentando sua empresa com essa visão, de forma a evitar ou minimizar qualquer crise que se aproxime.

Segundo o mercado, o outsourcing é um mercado em expansão, em função da demanda por especialistas e fornecedores focados. Com a evolução dos processos e a otimização de recursos, as empresas que oferecem este serviço são cada vez mais procuradas, especialmente para atividades de suporte ao usuário. Outra tendência do mercado de outsourcing é a redução do chamado turn over. A alta rotatividade de colaboradores que costumava girar em torno de 10% vem diminuindo gradativamente.

”No médio e longo prazos o turn over se torna inevitável, mas entendemos essa atitude como ajustes necessários para a boa prestação de serviços. Não é razoável imaginar uma situação de acomodação ou pouco dinamismo. O foco é o atendimento às necessidades dos clientes utilizando os melhores recursos técnicos e humanos disponíveis e também com um custo competitivo”, define Roberto a filosofia da OSI. Ele afirma que a rotatividade dentro da empresa é muito baixa, pois “sempre mantemos um foco no ser humano e procuramos usar o melhor de cada colaborador nas diversas situações”.

Mas é claro que nem tudo são flores para a vida dos profissionais terceirizados. Os maiores receios residem na incerteza quanto ao nível de empregabilidade; segurança limitada a sua competência e não a organização que pertence, falta de subsídios para investimento na carreira por parte da empresa; entre outros.
Mais informações sobre a empresa acesse www.ositecnologia.com.br

Na Mídia Comunicação Integrada
Karina Almeida
Paloma Oliveira
www.namidiacomunicacao.com

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