Organizações buscam profissionais terceirizados que transmitam confiança, habilidade integração e atualização com o trabalho
De acordo com estudos realizados pela Price WaterhouseCoopers (PWC), no qual entrevistou 292 representantes de empresas que contratam serviços de fora, existem problemas no que diz respeito a relacionamentos por parte do cliente para com os prestadores e vice-versa.
Quando o case inicial não sai como planejado, a tendência é o cliente culpar o fornecedor por falta de dedicação, e o fornecedor, por sua vez, atribuir o problema à falta de experiência da empresa em lidar com o outsourcing.
O responsável da empresa cliente enfrenta também a dificuldade de prestar contas à sua diretoria para justificar o investimento na contratação dos serviços. A terceirização tem se mostrado cada dia mais efetiva em função dos objetivos que podem ser alcançados. No início, a principal razão de uma empresa decidir terceirizar suas atividades devia-se aos baixos custos que oferecia. Mas, atualmente, outros quesitos estão sendo colocados na balança, tais como: foco na atividade fim da empresa, especialização do fornecedor e ciclo de vida da própria tecnologia.
A escolha da empresa e dos profissionais que vão prestar o serviço tem critérios mais exigentes também. Quando decidem terceirizar seus serviços de TI, as companhias buscam profissionais que possuam mais do que do conhecimento técnico e inglês.
Hoje em dia, é extremamente valorizada a disposição e o entusiasmo para aprender, facilidade no relacionamento interpessoal e muita confiança. O sócio e diretor da OSI Tecnologia, prestadora de serviços de infra-estrutura de TI, Roberto Rodrigues, ressalta que um profissional terceirizado tem a necessidade de interagir com o cliente entendendo suas necessidades e alimentando sua empresa com essa visão, de forma a evitar ou minimizar qualquer crise que se aproxime.
Segundo o mercado, o outsourcing é um mercado em expansão, em função da demanda por especialistas e fornecedores focados. Com a evolução dos processos e a otimização de recursos, as empresas que oferecem este serviço são cada vez mais procuradas, especialmente para atividades de suporte ao usuário. Outra tendência do mercado de outsourcing é a redução do chamado turn over. A alta rotatividade de colaboradores que costumava girar em torno de 10% vem diminuindo gradativamente.
”No médio e longo prazos o turn over se torna inevitável, mas entendemos essa atitude como ajustes necessários para a boa prestação de serviços. Não é razoável imaginar uma situação de acomodação ou pouco dinamismo. O foco é o atendimento às necessidades dos clientes utilizando os melhores recursos técnicos e humanos disponíveis e também com um custo competitivo”, define Roberto a filosofia da OSI. Ele afirma que a rotatividade dentro da empresa é muito baixa, pois “sempre mantemos um foco no ser humano e procuramos usar o melhor de cada colaborador nas diversas situações”.
Mas é claro que nem tudo são flores para a vida dos profissionais terceirizados. Os maiores receios residem na incerteza quanto ao nível de empregabilidade; segurança limitada a sua competência e não a organização que pertence, falta de subsídios para investimento na carreira por parte da empresa; entre outros.
Mais informações sobre a empresa acesse www.ositecnologia.com.br
Na Mídia Comunicação Integrada
Karina Almeida
Paloma Oliveira
www.namidiacomunicacao.com
De acordo com estudos realizados pela Price WaterhouseCoopers (PWC), no qual entrevistou 292 representantes de empresas que contratam serviços de fora, existem problemas no que diz respeito a relacionamentos por parte do cliente para com os prestadores e vice-versa.
Quando o case inicial não sai como planejado, a tendência é o cliente culpar o fornecedor por falta de dedicação, e o fornecedor, por sua vez, atribuir o problema à falta de experiência da empresa em lidar com o outsourcing.
O responsável da empresa cliente enfrenta também a dificuldade de prestar contas à sua diretoria para justificar o investimento na contratação dos serviços. A terceirização tem se mostrado cada dia mais efetiva em função dos objetivos que podem ser alcançados. No início, a principal razão de uma empresa decidir terceirizar suas atividades devia-se aos baixos custos que oferecia. Mas, atualmente, outros quesitos estão sendo colocados na balança, tais como: foco na atividade fim da empresa, especialização do fornecedor e ciclo de vida da própria tecnologia.
A escolha da empresa e dos profissionais que vão prestar o serviço tem critérios mais exigentes também. Quando decidem terceirizar seus serviços de TI, as companhias buscam profissionais que possuam mais do que do conhecimento técnico e inglês.
Hoje em dia, é extremamente valorizada a disposição e o entusiasmo para aprender, facilidade no relacionamento interpessoal e muita confiança. O sócio e diretor da OSI Tecnologia, prestadora de serviços de infra-estrutura de TI, Roberto Rodrigues, ressalta que um profissional terceirizado tem a necessidade de interagir com o cliente entendendo suas necessidades e alimentando sua empresa com essa visão, de forma a evitar ou minimizar qualquer crise que se aproxime.
Segundo o mercado, o outsourcing é um mercado em expansão, em função da demanda por especialistas e fornecedores focados. Com a evolução dos processos e a otimização de recursos, as empresas que oferecem este serviço são cada vez mais procuradas, especialmente para atividades de suporte ao usuário. Outra tendência do mercado de outsourcing é a redução do chamado turn over. A alta rotatividade de colaboradores que costumava girar em torno de 10% vem diminuindo gradativamente.
”No médio e longo prazos o turn over se torna inevitável, mas entendemos essa atitude como ajustes necessários para a boa prestação de serviços. Não é razoável imaginar uma situação de acomodação ou pouco dinamismo. O foco é o atendimento às necessidades dos clientes utilizando os melhores recursos técnicos e humanos disponíveis e também com um custo competitivo”, define Roberto a filosofia da OSI. Ele afirma que a rotatividade dentro da empresa é muito baixa, pois “sempre mantemos um foco no ser humano e procuramos usar o melhor de cada colaborador nas diversas situações”.
Mas é claro que nem tudo são flores para a vida dos profissionais terceirizados. Os maiores receios residem na incerteza quanto ao nível de empregabilidade; segurança limitada a sua competência e não a organização que pertence, falta de subsídios para investimento na carreira por parte da empresa; entre outros.
Mais informações sobre a empresa acesse www.ositecnologia.com.br
Na Mídia Comunicação Integrada
Karina Almeida
Paloma Oliveira
www.namidiacomunicacao.com
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obrigado pela visita. Todo comentário é moderado.
Palavrões,ofensas e assemelhados não são aceitos, assim como textos fora do contexto do post e/ou com link para outro site.