Estima-se que de cada mil crianças brasileiras, cerca de oito nascem com doenças no coração. Porém, o Brasil está atrasado no que diz respeito ao tratamento de doenças congênitas, comparando a países desenvolvidos. Faltam recursos financeiros, profissionais capacitados e serviços de saúde preparados para atender essas crianças que, em geral, são encaminhadas aos grandes hospitais de São Paulo, submetidas a uma fila de espera para cirurgia, que pode chegar a dois anos, e, muitas vezes, morrem antes de conseguir tratamento.
Em virtude da relevância do tema, a Regional Campinas da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP) realiza, em 3 de junho de 2008, a partir das 20h, a reunião científica Cardiopatias congênitas no adolescente e adulto. Direcionado a médicos, cardiologistas, pediatras e estudantes, colocará em debate questões como a evolução das crianças operadas logo ao nascer, além das conseqüências e riscos para os portadores de cardiopatias congênitas na fase adulta. O ideal é que a cardiopatia congênita seja diagnosticada o quanto antes.
Hoje é possível inclusive o diagnóstico antes do nascimento, através de exames realizados na mãe. São muitos os casos de portadores desde o nascimento que demoram semanas ou meses para manifestar os sintomas. Depois de detectado, normalmente a cirurgia é o tratamento adequado, mas o tratamento a ser escolhido depende dos sintomas e do tipo de cardiopatia. De acordo com o Dr. Daniel Lages Dias, presidente da Regional Campinas da SOCESP, após a cirurgia a maior parte das crianças ficam curadas e passam a ter vida completamente normal, porém algumas permanecem com seqüelas tão graves que precisam de acompanhamento constante. “Há uma época certa para fazer o tratamento e a cirurgia. Quando se demora muito para diagnosticar e tratar podem ficar seqüelas, podendo inclusive acarretar hipertensão arterial pulmonar e condenando o paciente para o resto da vida”.
Doenças do coração em crianças
Existem dois tipos de cardiopatias congênitas: as cianogênicas, doenças graves que devem ser tratadas com rapidez, às vezes, nas primeiras horas de vida da criança, e as acianogênicas, menos graves, que podem ser tratadas mais tardiamente, até mesmo, depois de alguns anos. O tratamento da criança cardiopata é totalmente diferente do adulto. O organismo e as doses de medicação são diferentes e outros problemas de saúde, como desnutrição, interferem nos procedimentos.
Os sintomas das cardiopatias congênitas, que podem ser percebidos, são dificuldades para ganhar peso e crescer, infecções respiratórias de repetição, como pneumonia e gripe, cansaço excessivo nas mamadas, aspecto cianótico (pele roxa) e insuficiência cardíaca.
Cardiopatias congênitas no adolescente e adulto
Data: 03 de junho de 2008
Horário: das 20h às 22h
Local: Sede da SMCC - Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas
Endereço: Rua Delfino Cintra, 63 - Centro- Campinas - SP
Acontece Comunicação e Notícias
Cíntia Gomes ou Chico Damaso
Em virtude da relevância do tema, a Regional Campinas da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP) realiza, em 3 de junho de 2008, a partir das 20h, a reunião científica Cardiopatias congênitas no adolescente e adulto. Direcionado a médicos, cardiologistas, pediatras e estudantes, colocará em debate questões como a evolução das crianças operadas logo ao nascer, além das conseqüências e riscos para os portadores de cardiopatias congênitas na fase adulta. O ideal é que a cardiopatia congênita seja diagnosticada o quanto antes.
Hoje é possível inclusive o diagnóstico antes do nascimento, através de exames realizados na mãe. São muitos os casos de portadores desde o nascimento que demoram semanas ou meses para manifestar os sintomas. Depois de detectado, normalmente a cirurgia é o tratamento adequado, mas o tratamento a ser escolhido depende dos sintomas e do tipo de cardiopatia. De acordo com o Dr. Daniel Lages Dias, presidente da Regional Campinas da SOCESP, após a cirurgia a maior parte das crianças ficam curadas e passam a ter vida completamente normal, porém algumas permanecem com seqüelas tão graves que precisam de acompanhamento constante. “Há uma época certa para fazer o tratamento e a cirurgia. Quando se demora muito para diagnosticar e tratar podem ficar seqüelas, podendo inclusive acarretar hipertensão arterial pulmonar e condenando o paciente para o resto da vida”.
Doenças do coração em crianças
Existem dois tipos de cardiopatias congênitas: as cianogênicas, doenças graves que devem ser tratadas com rapidez, às vezes, nas primeiras horas de vida da criança, e as acianogênicas, menos graves, que podem ser tratadas mais tardiamente, até mesmo, depois de alguns anos. O tratamento da criança cardiopata é totalmente diferente do adulto. O organismo e as doses de medicação são diferentes e outros problemas de saúde, como desnutrição, interferem nos procedimentos.
Os sintomas das cardiopatias congênitas, que podem ser percebidos, são dificuldades para ganhar peso e crescer, infecções respiratórias de repetição, como pneumonia e gripe, cansaço excessivo nas mamadas, aspecto cianótico (pele roxa) e insuficiência cardíaca.
Cardiopatias congênitas no adolescente e adulto
Data: 03 de junho de 2008
Horário: das 20h às 22h
Local: Sede da SMCC - Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas
Endereço: Rua Delfino Cintra, 63 - Centro- Campinas - SP
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Cíntia Gomes ou Chico Damaso
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