Alunos da rede pública conhecem o Projeto Produtor de Água O convênio de parceria técnico-científica entre Instituto Agronelli de Desenvolvimento Social e Fazu para a promoção de ensino, pesquisa e extensão, será assinado dia 08 de maio no estande da Fazu - Parque Fernando Costa, às 18horas.
Com a parceria será possível desenvolver atividades científicas, sociais, ambientais e econômicas para formação e capacitação da comunidade. O projeto Produtor de Água, desenvolvido pelo Instituto há 25 anos, também passa a contar com o apoio da Fazu.
Essa cooperação entre o Instituto e a Fazu visa buscar soluções para os problemas ambientais gerados pelo processo de desenvolvimento da sociedade humana, sinalizando um caminho seguro na direção do desenvolvimento sustentado. São muitos os benefícios da parceria na visão da diretora geral da Fazu, Dionir Andrade: “É um trabalho de pesquisa que vai atuar no desenvolvimento da natureza como um todo, ou seja, das nascentes, da mata ciliar, da fauna, da flora”.
Segundo a diretora, a Fazu vai se responsabilizar pelas metodologias e linhas do trabalho científico e pelas análises laboratoriais de solo e água. Os alunos da instituição também terão a oportunidade de atuarem como bolsistas nos projetos. De acordo com a comunicadora social do Instituto Agronelli, Mariângela Terra Branco Camargos, os acadêmicos podem iniciar suas atividades no projeto Produtor de Água.
“É um trabalho de conservação de solo, água e de recomposição de mata ciliar, que visa manter o equilíbrio ecológico e harmônico da natureza através do aumento na produção de água”, diz. Mariângela informa que para ampliar o trabalho da Fazu, neste e em outros projetos de educação ambiental, o Instituto vai construir um prédio para abrigar o Centro de Pesquisas.
Na opinião do idealizador do projeto Produtor de Água, o engenheiro agrônomo Marco Túlio Paolinelli, “a água é um dos elementos vitais que impulsiona os ciclos da produção de alimentos”. Paolinelli comenta que decidiu implantar o projeto quando percebeu algumas falhas na propriedade rural que ele adquiriu no início dos anos 80. O engenheiro observou erosão laminar, erosão em sulcos, voçorocas, ausência de reserva florestal e, ainda, verificou que no período da seca as nascentes interrompiam o curso de água e secavam. Foi então que ele decidiu inverter essa situação com a implantação do Produtor de Água, projeto que se tornou um modelo no país.
Isabela Avelar
Assessoria de Comunicação
imprensa@fazu.br
FAZU - Faculdades Associadas de Uberaba
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