Usina Jirau é decisiva para se evitar apagão em 2010, avalia Sindicato dos Eletricitários
Leilão relativo ao empreendimento realiza-se nesta segunda-feira (19/05)
Na opinião do Sindicato dos Eletricitários de São Paulo, a Usina de Jirau é essencial para aliviar o sistema elétrico e mitigar aquela que poderá ser uma das piores crises de energia do País. Além disso, levará desenvolvimento social e econômico à região Amazônica. De acordo com estudos realizados por Furnas e Odebrecht, cada um dos empreendimentos do complexo do rio Madeira gerará entre 13 mil e 20 mil empregos diretos e 50 mil indiretos.
Na próxima segunda-feira (19/05), acontecerá o leilão da Usina Hidrelétrica de Jirau, que faz parte do complexo do rio Madeira, em Rondônia. A nova usina é a alternativa com maior potencial para ampliar o parque gerador de energia e, assim, evitar um apagão em 2010. Na opinião do presidente em exercício do Sindicato dos Eletricitários de São Paulo (Stieesp), Carlos Alberto dos Reis, a construção de mais essa usina hidrelétrica é de extrema importância para ampliar o setor, que tem sofrido para acompanhar o desenvolvimento econômico do País.
“O Brasil têm crescido mais de 5% ao ano. Esse fator reflete-se no consumo de energia. Por isso, são essenciais investimentos como esse da Usina de Jirau. Se empreendimentos semelhantes tivessem sido construídos antes, não viveríamos nessa corda bamba”.
Carlos Alberto informa que, além da produção de energia para todo o País, o complexo terá impacto social na região. “As cidades próximas irão desenvolver-se economicamente pela evolução da infra-estrutura energética e de transporte entre Brasil, Bolívia e Peru. Será possível, também, a navegação em toda a extensão do rio Madeira, que compreende mais de quatro mil quilômetros”.
Ricardo Viveiros & Associados Oficina de Comunicação
Sindicato dos Eletricitários de São Paulo
www.eletricitarios.org.br
Jornalista responsável: Tainá Ianone (MTb 48.231)
maio / 2008
Natália Bezutti
Assistente de Jornalismo
http://www.viveiros.com.br
Leilão relativo ao empreendimento realiza-se nesta segunda-feira (19/05)
Na opinião do Sindicato dos Eletricitários de São Paulo, a Usina de Jirau é essencial para aliviar o sistema elétrico e mitigar aquela que poderá ser uma das piores crises de energia do País. Além disso, levará desenvolvimento social e econômico à região Amazônica. De acordo com estudos realizados por Furnas e Odebrecht, cada um dos empreendimentos do complexo do rio Madeira gerará entre 13 mil e 20 mil empregos diretos e 50 mil indiretos.
Na próxima segunda-feira (19/05), acontecerá o leilão da Usina Hidrelétrica de Jirau, que faz parte do complexo do rio Madeira, em Rondônia. A nova usina é a alternativa com maior potencial para ampliar o parque gerador de energia e, assim, evitar um apagão em 2010. Na opinião do presidente em exercício do Sindicato dos Eletricitários de São Paulo (Stieesp), Carlos Alberto dos Reis, a construção de mais essa usina hidrelétrica é de extrema importância para ampliar o setor, que tem sofrido para acompanhar o desenvolvimento econômico do País.
“O Brasil têm crescido mais de 5% ao ano. Esse fator reflete-se no consumo de energia. Por isso, são essenciais investimentos como esse da Usina de Jirau. Se empreendimentos semelhantes tivessem sido construídos antes, não viveríamos nessa corda bamba”.
Carlos Alberto informa que, além da produção de energia para todo o País, o complexo terá impacto social na região. “As cidades próximas irão desenvolver-se economicamente pela evolução da infra-estrutura energética e de transporte entre Brasil, Bolívia e Peru. Será possível, também, a navegação em toda a extensão do rio Madeira, que compreende mais de quatro mil quilômetros”.
Ricardo Viveiros & Associados Oficina de Comunicação
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