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segunda-feira, 14 de abril de 2008

Adolescentes vão ajudar a melhorar São Paulo

Crianças e jovens vão participar do 1º Fórum Nossa São Paulo, em maio. As propostas serão enviadas ao secretário de Educação e a candidatos a prefeito. Leia mais

Fonte UNICEF

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Mauricio de Sousa conduz debate sobre importância da leitura e escrita

A personagem Mônica, embaixadora do UNICEF, entrega materiais escolares para Escola Brasil-Japão, em São Paulo

Os direitos das crianças e a importância da leitura e da escrita darão o tom do encontro da embaixadora do UNICEF no Brasil, a personagem dos quadrinhos Mônica, e do Escritor do UNICEF para as Crianças Brasileiras, Mauricio de Sousa, com os alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental Brasil-Japão. O evento acontece na próxima quarta-feira, 27 de fevereiro, às 14 horas, na própria escola, no bairro do Rio Pequeno, Butantã.

Durante o evento, Mauricio, Mônica e Cebolinha entregarão cerca de 900 jogos de materiais escolares arrecadados no final do ano passado durante a Campanha Social de Natal, realizada pelo Parque da Mônica. Mauricio de Sousa conversará com as crianças sobre sua experiência como escritor e defensor dos direitos das crianças e dos adolescentes.

Entusiasmados com a visita, professores e alunos já estão tratando dos temas que serão abordados no encontro durante as aulas. Redações, desenhos e histórias em quadrinhos ajudam as crianças, os adolescentes e os adultos que participarão do evento a expressar sua opinião. Os temas também continuarão a ser tratados pela escola após o evento.

A ação faz parte das atividades de Mônica como embaixadora do UNICEF no Brasil, título que recebeu em novembro de 2007. Mônica foi escolhida pelo UNICEF pela influência que exerce sobre crianças, professores e famílias, tendo ajudado, ao longo de mais de 44 anos, a transmitir valores como a amizade, a importância da educação, da convivência familiar e comunitária.

Nos quadrinhos, Mônica é uma menina de sete anos.

A campanha de arrecadação

A campanha de arrecadação dos materiais realizada pelo Parque da Mônica aconteceu durante o último mês de dezembro. Na compra de um passaporte para uma criança, os visitantes do Parque eram convidados a doar um jogo de material escolar composto por caderno, lápis, borracha e giz de cera ou lápis de cor. Ao fazer a doação, recebiam um passaporte para adulto.

Os kits arrecadados - um total de 891 kits - foram sorteados entre escolas que participam de outras ações promovidas pelo UNICEF pela garantia do direito de cada criança e cada adolescente a aprender, uma das principais prioridades da organização em 2008.

Sobre Mauricio de Sousa

Mauricio de Sousa iniciou sua carreira como ilustrador na região de Mogi das Cruzes, próximo de Santa Isabel, onde nasceu. Aos 19 anos, mudou-se para São Paulo e, durante cinco anos, trabalhou no Jornal Folha da Manhã (atual Folha de S.Paulo) escrevendo reportagens policiais.
Em 1959 criou seu primeiro personagem, o cãozinho Bidu. A partir daí vieram, Cebolinha, Cascão, Mônica, e tantos outros.
Em 1970, lançou a revista Mônica, com tiragem de 200 mil exemplares. Depois de passar pela Editora Abril e Editora Globo, assinou contrato com a multinacional italiana Panini.
O autor já alcançou o extraordinário número de 1 bilhão de revistas publicadas. Mais de 100 empresas nacionais e internacionais são licenciadas para produzir quase 3 mil itens com os personagens de Mauricio de Sousa, suas criações chegam a cerca de 30 países
Em 2005, lançou o personagem Ronaldinho Gaúcho que em menos de um ano ganhou publicações em mais de 20 países e centenas de produtos infantis lançados na Europa.
No ano passado, num feito inédito, o UNICEF – Fundo das Nações Unidas para a Infância – nomeou como embaixadora a personagem Mônica, criação de Mauricio inspirada em sua segunda filha.
Nesta ocasião, Mauricio de Sousa foi nomeado Escritor para Crianças do UNICEF. Suas mais recentes criações são Tikara e Keika, personagens criados especialmente para as comemorações do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil e que farão parte das histórias da Turma da Mônica em breve.
Para mais informações sobre A Turma da Mônica, visite:
http://www.monica.com.br


Sobre o UNICEF

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), é um organismo internacional, parte da ONU, que tem como mandato a promoção e a garantia dos direitos das crianças e dos adolescentes em todo o mundo. No Brasil, o UNICEF trabalha para que cada menina e cada menino tenham assegurados seus direitos a sobreviver e se desenvolver, aprender, proteger-se do HIV e da aids, crescer sem violência e ser prioridade absoluta nas políticas públicas.


Litera – Construindo Diálogos / www.litera.com.br
Unidade Relacionamento com imprensa
Maria Luiza Paiva /
luiza@litera.com.br
Atendimento: JAL /
josealbertolovetro@yahoo.com.br
Fone: 55 11 3673-7270
FEVEREIRO / 2008

UNICEF
Adriana Alvarenga
Oficial de Relações Institucionais
Escritório de São Paulo
UNICEF no Brasil
Telefone: 55 11 5904 6681
E-mail:aalvarenga@unicef.org

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Nickelodeon e Unicef lançam campanha sobre valores para as crianças na América Latina




“VERDITO”, o novo personagem da Nick, ajuda as crianças a se relacionarem com tudo que as rodeia, motivando-as a introduzir hábitos positivos em suas atividades diárias, contribuindo assim para a construção de um mundo melhor

A partir de agora, a tela da Nick será mais verde com a presença de “VERDITO”


São Paulo, janeiro de 2008 – A Nickelodeon criou em parceria com a Unicef, uma campanha sobre valores, de modo que as crianças de toda a América Latina possam fazer mudanças positivas em seus hábitos e atividades cotidianas, contribuindo assim para a construção de um mundo melhor.

O canal acaba de lançar o novo personagem, Verdito, que terá diversas participações diárias, apresentando de forma breve e direta e, numa linguagem própria para crianças e adolescentes, conceitos e idéias que as motivem a participar e colaborar para fazer do mundo um lugar melhor.

Para a Nick, as crianças têm uma grande consciência do que se passa ao seu redor e estão interessadas em temas ecológicos, como cuidar do meio ambiente, não desperdiçar água, separar o lixo reciclado. E é por isso que a Nickelodeon e a UNICEF unem-se para lançar essa iniciativa global que permite que as crianças conheçam seus direitos, reflitam sobre temas e ações, além de opiniar e atuar.

“As crianças são parte fundamental para um futuro melhor. Propiciar a elas ferramentas que possam transformá-las em pessoas mais conscientes é um de nossos objetivos. É importante abordá-las de uma maneira inteligente e divertida com a qual se sintam identificadas. Na UNICEF, estamos felizes de fazer parte desta campanha da Nick sobre os valores, e de contar com Verdito, que motiva a sua audiência a contribuir e fazer parte de um planeta melhor”, diz Nils Katsberg, diretor regional da UNICEF para América Latina e Caribe.

Verdito é um personagem animado, quadrado e verde, muito verde. E, ser verde é legal: significa ter consciência de diversas coisas, dentre elas cuidar do mundo que nos rodeia e ser um adulto melhor e mais compreensivo. O novo personagem da Nick é como uma criança, constantemente prestando atenção a tudo o que acontece, processando as novas informações em sua mente e gerando idéias, conceitos e iniciativas próprias. Ele representa o sentido comum inato que existe em cada criança e expressa suas conclusões de uma maneira divertida e atraente para a garotada. Verdito tem um sorriso poderoso e está 100% comprometido em viver a vida de uma forma muito feliz. Cada vez que Verdito faz alguma coisa boa, ele se emociona, comemora, brinca, dança. Ser verde traz alegria para a vida.

“Hoje, mais do que nunca, as crianças expressam suas opiniões e preocupações e querem participar de discussões por meio de idéias e iniciativas. A Nick é um canal que se caracteriza por dar ouvidos aos seus telespectadores e, ao descobrirmos a grande consciência ecológica deles, nasceu a idéia de nos unirmos à UNICEF para criarmos uma campanha verde que vai além do entretenimento na TV”, comenta Jimmy Leroy, vice-presidente criativo da Nickelodeon Latin América e Nick Brasil.

Algumas das mensagens que Verdito transmitirá para a garotada:

Ser bom com os outros.

Respeitar as diferenças entre as pessoas.

Cuidar da natureza e do meio ambiente.

Alimentar-se bem e manter-se ativo.

Descobrir coisas que trazem felicidade e partir em busca delas.

Sentir-se livre e feliz.

Ajudar os outros.

Dado curioso: Verdito é o primo de Cubito, o personagem animado e quadrado da Nick de cor laranja, que dá informações aos telespectadores sobre o canal.

Nickelodeon é um dos principais canais de entretenimento para crianças e uma das maiores produtora de programas infantis do planeta. O canal oferece uma programação variada, de alta qualidade e repleta de novidades, incluindo séries e curtas produzidos exclusivamente para crianças. Nickelodeon Brasil está disponível para quase 12 milhões de indíviduos assinantes e é transmitida por TVA, Net, Sky e DirecTV. A MTV Networks America Latina, Inc., uma divisão da Viacom Internacional, é proprietária e opera os serviços de programação da MTV América Latina, Nickelodeon América Latina, da Vh1 América Latina, da Viacom Networks Brasil (incluindo Nickelodeon Brasil e Vh1 Brasil), da MTV Networks Digital Suite, um pacote de três canais digitais – MTV Jams, MTV Hits e VH1 Soul – e propriedades online como www.mtvla.com, www.mundonick.com, www.vh1la.com, www.mtvrevolution.com, www.mundonick.com/nickturbo e www.lazona.com; www.mundonick.com.br e www.vh1brasil.com.br, e os sites em banda larga e de comunidade www.nickturbo.com.br, www.vspot.com.br, e www.neopets.com.br.

NICKELODEON
Natasha S. Novak – natasha.novak@viacombrasil.com

KETCHUM ESTRATÉGIA
Tel.: (11) 5096-4334
Marília Reiter - ­ marilia.reiter@ketchum.com.br / r. 107
Priscila Silva - priscila.silva@ketchum.com.br / r. 209
Fernando Barone - fernando.barone@ketchum.com.br / r. 272
Anne Gigliucci - anne.gigliucci@ketchum.com.br / r.279

UNICEF
Tel.: (61) 3035-1994
Gilberto Nascimento - gnascimento@unicef.org

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

UNICEF lança relatório mundial e Caderno Brasil nesta terça-feira

BRASIL SOBE 27 POSIÇÕES NO RANKING DE MORTALIDADE NA INFÂNCIA

O Brasil melhorou 27 posições no ranking da taxa de mortalidade na infância (menores de 5 anos), segundo o relatório Situação Mundial da Infância 2008 - Sobrevivência Infantil, divulgado nesta terça-feira (22/01), pelo UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância). O relatório avalia a situação geral da primeira infância (crianças de até 6 anos de idade) em 194 países.

O Brasil é um dos 60 países selecionados para a contagem regressiva para 2015 - quando se pretende atingir os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio -, como prioritários no combate à mortalidade na infância. Apesar de a taxa de mortalidade de menores de 5 anos estar bem abaixo da média mundial (que é de 72 mortes para cada mil nascidos vivos), o País entrou nesse grupo devido ao número absoluto de óbitos. De acordo com o relatório, em 2006, 74 mil crianças morreram no Brasil antes do quinto aniversário.

Paralelamente à divulgação do relatório Situação Mundial da Infância, o UNICEF lançou o Caderno Brasil, que mostra a situação das crianças brasileiras de até 6 anos de idade e os avanços e desafios em relação à primeira infância no País. No caderno, há um ranking das 27 Unidades da Federação brasileiras, de acordo com o Índice de Desenvolvimento Infantil (IDI), criado pelo UNICEF para monitorar a situação da primeira infância nas regiões, Estados e municípios brasileiros.

O Brasil tinha uma taxa de 57 mortes de menores de 5 anos por mil nascidos vivos em 1990. Esse número foi reduzido em 2006 para 20 mortes por mil nascidos vivos, de acordo com os dados globais do UNICEF.

Com essa nova marca, o País deixou a 86ª posição no ranking mundial da taxa de mortalidade na infância, saltando para a 113ª. No ranking, ocupam as primeiras posições os países com as mais altas taxas de mortalidade na infância. Entre os que têm a menor taxa, estão Suécia, Cingapura, Espanha, Japão, Alemanha e Bélgica.

Na América do Sul, apenas três países têm taxas de mortalidade melhores do que o Brasil (Chile, na 148ª posição, com a taxa de nove mortes por mil nascidos vivos; o Uruguai, em 138ª lugar, com 12 mortes por mil; e a Argentina, em 125ª, com 16 mortes por mil).

A taxa de mortalidade infantil (menores de 1 ano de idade) é de 19 por mil nascidos vivos, conforme o relatório. Por se tratar de um relatório global, alguns dos números apresentam diferenças em relação aos dados das fontes oficiais do governo brasileiro. Isso ocorre em virtude da metodologia utilizada nos cálculos do relatório global, desenvolvida por várias instituições para permitir comparações globais.

Um dado ainda preocupante é a taxa de mortalidade materna no Brasil. O País aparece no relatório com a taxa de 76 mortes por 100 mil nascidos vivos, o que corresponde ao número brasileiro já ajustado por subnotificações.

Disparidades nas taxas de mortalidade - Para a Representante do UNICEF no Brasil, Marie-Pierre Poirier, o desafio do País é manter a tendência de queda dos números de óbitos de menores de 1 ano e superar as grandes disparidades nas taxas de mortalidade infantil. "Ao analisarmos os dados por regiões, por renda familiar ou por raça e etnia, aparecem as desigualdades", observou a representante. "Quem morre mais é a criança pobre, a negra e a indígena", acrescentou.

As crianças pobres menores de 1 ano têm mais do que o dobro de chance de morrer, em comparação às ricas. A taxa de mortalidade infantil entre crianças filhas de mães negras é cerca de 40% maior do que entre as filhas de mães brancas. Entre os indígenas, a taxa de mortalidade infantil é de 48,5 por mil nascidos vivos, duas vezes maior do que a taxa para crianças brancas.

Outro desafio é reduzir a mortalidade nas primeiras semanas de vida da criança. "51% das mortes antes de 1 ano de idade ocorrem na primeira semana de vida, e 66%, antes de um mês", lembrou Marie-Pierre. "Isso evidencia que é urgente melhorar a qualidade do pré-natal e a assistência ao parto", alertou a Representante do UNICEF no Brasil.

O relatório mundial também destaca o Brasil por causa da cobertura nacional do modelo de atenção à saúde com base na família e na comunidade. O trabalho dos agentes comunitários de saúde, iniciativa que nasceu com o apoio do UNICEF, e o kit Família Brasileira Fortalecida são ressaltados como ações integradas e comunitárias que têm assegurado o direito à sobrevivência de crianças.

Estados melhoram Índice de Desenvolvimento Infantil (IDI)

No ranking do Índice de Desenvolvimento Infantil, os Estados que aparecem com os melhores desempenhos são, pela ordem, São Paulo (com 0,856), Santa Catarina (0,828) e Rio de Janeiro (0,806).

No cálculo feito com indicadores de 2006, todos os Estados brasileiros e o Distrito Federal alcançaram o IDI acima de 0,500, o que significa que todas as Unidades da Federação têm no mínimo um nível de desenvolvimento infantil médio. Em 1999, sete Estados tinham um desenvolvimento infantil baixo. Em 2004, esse número foi reduzido para um.

Agora, dois Estados destacaram-se: Alagoas, por ter conseguido sair da classificação de desenvolvimento infantil baixo, e o Amazonas, por ter avançado nove posições em relação à edição anterior. Entre 1999 e 2006, foi observada uma melhora no IDI de todas as regiões do Brasil. As regiões Nordeste e Norte continuam com os menores índices do País. As duas regiões, no entanto, obtiveram evolução do IDI maior do que as regiões mais ricas (Sudeste, Sul e Centro-Oeste).

O IDI tem uma variação de 0 a 1, sendo 1 o valor máximo que um município, Estado ou região deve alcançar no processo de sobrevivência, crescimento e desenvolvimento de suas crianças no primeiro período de vida. O índice é composto por quatro indicadores básicos: crianças menores de 6 anos com pais com escolaridade precária, cobertura de vacina tetravalente em crianças menores de 1 ano, mães com cobertura pré-natal e crianças matriculadas na pré-escola.

O relatório global sobre a situação da infância também ressalta uma série de estratégias que podem contribuir para reduzir o número de óbitos antes dos 5 anos de idade. Para acelerar a queda do número de óbitos de menores de 5 anos (que foi de 9,7 milhões em todo o mundo, ficando pela primeira vez abaixo dos 10 milhões), o documento sugere medidas e iniciativas para gerar progressos e melhores resultados. Dessa maneira, oferece aos países formas de alcançar o Objetivo do Milênio número 4, que prevê a redução da mortalidade na infância em dois terços até 2015.

O relatório Situação Mundial da Infância e o Caderno Brasil encontram-se disponíveis na íntegra no site www.unicef.org.br