“A situação atual da indústria de velas é alarmante”, afirma Jozarba Cavalcante Rodrigues, Presidente da Abrafave – Associação Brasileira dos Fabricantes de Velas.
A Petrobras, único fabricante de parafina no país, parou para manutenção e o reflexo disso o mercado veleiro já está sendo sentido na pele. Não tem parafina e o pouco que tem está muito mais caro. Os preços dispararam. Se a situação não mudar o quanto antes, os fabricantes de velas começarão a demitir funcionários.
Atualmente o setor emprega mais de 30.000 pessoas diretamente nas fábricas que estão espalhadas pelo país. O consumo de vela no Brasil é de 60.000 toneladas por ano, representando US$ 350.000.000/ano. Em 2007 o setor teve um crescimento acima do PIB.
Mas não é só o setor veleiro que utiliza parafina e está sentindo os efeitos da falta dela no mercado. A indústria de móveis, têxtil, fósforo, ceras, emulsões, tintas, material escolar, chiclete, entre outros também estão.
Cerca de 40% das fábricas de velas estão trabalhando com apenas 50% de sua capacidade, uma vez que o setor veleiro consome 60% de toda parafina produzida pela Petrobrás.
Desde o começo do mês de dezembro, quando a Petrobrás começou a parada, o mercado veleiro (principal atingido) começou o ano sentindo fortemente o efeito disso.
O Presidente da Abrafave bem como demais membros da diretoria colocam-se à disposição da imprensa para prestar maiores esclarecimentos e repercutir a notícia nos meios de comunicação do país.
Assessoria de Imprensa
Yara Rocca
Abrafave
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