segunda-feira, 14 de abril de 2008

Etanol brasileiro não concorre com a produção alimentícia

“É necessário que os técnicos da instituição saibam qualificar qual combustível renovável está em questão, pois o etanol brasileiro não concorre com a produção alimentícia”, diz professor da Trevisan.

O relator especial da Organização das Nações Unidas (ONU), Jean Ziegler, declarou hoje (14/04) que a produção em massa de biocombustíveis representa um crime contra a humanidade por seu impacto nos preços mundiais dos alimentos. Para o professor da Trevisan Escola de Negócios, José Alexandre Hage, é legítimo que as Nações Unidas tenham preocupações em relação à economia do etanol, afinal, o combustível é um bem agrícola, que envolve políticas agrárias de alimentação etc.
“Contudo, é necessário que os técnicos da instituição saibam qualificar qual combustível renovável está em questão, pois o etanol brasileiro não concorre com a produção alimentícia. Se há algum contratempo entre o etanol e a alimentação em massa, ele não se encontra no Brasil, mas sim nos Estados Unidos, cujo combustível é proveniente do milho.
No Brasil ainda há grande quantidade de área agricultável que pode muito bem ser direcionada ao etanol sem comprometer a produção de alimentos. A questão é que a grande dimensão da crítica exaltada pela ONU pode provocar equívocos na avaliação e má compreensão do projeto brasileiro de etanol”.

Trevisan Escola de Negócios
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Abril/2008
Marco Passarelle
Estagiário

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