O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, inicia nesta quarta-feira (12) contatos com os governadores de todos os estados para articular a participação das unidades de Corpo de Bombeiros e das polícias florestais estaduais na prevenção de incêndios florestais e crimes ambientais e na guarda de unidades de conservação.
O ministro anunciou a medida depois de reunião com o ministro da Justiça, Tarso Genro, e com o secretário Nacional de Segurança Pública, Ricardo Balestrerino. "Queremos incorporar essas forças na defesa ambiental", afirmou Minc.
Ao evitar avançar em detalhes, o que só fará depois de conversar com os governadores, o ministro adiantou que a idéia é construir um acordo em termos semelhantes ao que constituiu a Força Nacional."Existem 9,6 mil homens e mulheres nos batalhões florestais da PM e centenas de milhares de bombeiros.
Como incorporar alguns deles na prevenção dos crimes ambientais, articulada também com o nível federal Nós delineamos um caminho e o primeiro passo começa hoje com os contatos que farei com cada um dos governadores", disse.
O ministro disse que será usada a larga experiência do Ministério da Justiça acumulada ao longo dos dois anos de negociação para a constituição da Força Nacional. "Queremos criar um contingente preventivo, treinado e equipado.
É uma boa idéia, será bom para os estados", avaliou o ministro, que disse não acreditar em dificuldades para conseguir a adesão dos governadores.Os estados também serão estimulados pelo Ministério do Meio Ambiente a elaborar seus planos de prevenção e controle dos incêndios florestais, que serão o esboço de um plano nacional.
Minc discutiu ainda com Tarso Genro os detalhes da terceira etapa da Operação Arco de Fogo, que foi intensificada desde o início de junho em função do período de estiagem, quando as queimadas e o desmatamento na Amazônia são mais intensos.
A Polícia Rodoviária Federal, também subordinada ao Ministério da Justiça, se agregará, nesta etapa, fiscalizando as estradas e especialmente os entroncamentos rodoviários na Amazônia.Também esteve na pauta da reunião dos dois ministros alternativas para aportar mais recursos destinados ao financiamento das ações de combate ao desmatamento na Amazônia. A principal dela é intensificar os leilões do material apreendido - madeira, gado e grãos, principalmente - e fazer com que os valores apurados possam rever diretamente para as operações.
A alternativa que está em discussão é a de permitir que o Fundo Nacional do Meio Ambiente possa receber diretamente uma parte desses recursos, que hoje vão para o Tesouro.
Gerusa Barbosa
Assessoria de Comunicação
Ministério do Meio Ambiente
+55 61 3317-1227/1165
Fax:+55 61 3317-1997
O ministro anunciou a medida depois de reunião com o ministro da Justiça, Tarso Genro, e com o secretário Nacional de Segurança Pública, Ricardo Balestrerino. "Queremos incorporar essas forças na defesa ambiental", afirmou Minc.
Ao evitar avançar em detalhes, o que só fará depois de conversar com os governadores, o ministro adiantou que a idéia é construir um acordo em termos semelhantes ao que constituiu a Força Nacional."Existem 9,6 mil homens e mulheres nos batalhões florestais da PM e centenas de milhares de bombeiros.
Como incorporar alguns deles na prevenção dos crimes ambientais, articulada também com o nível federal Nós delineamos um caminho e o primeiro passo começa hoje com os contatos que farei com cada um dos governadores", disse.
O ministro disse que será usada a larga experiência do Ministério da Justiça acumulada ao longo dos dois anos de negociação para a constituição da Força Nacional. "Queremos criar um contingente preventivo, treinado e equipado.
É uma boa idéia, será bom para os estados", avaliou o ministro, que disse não acreditar em dificuldades para conseguir a adesão dos governadores.Os estados também serão estimulados pelo Ministério do Meio Ambiente a elaborar seus planos de prevenção e controle dos incêndios florestais, que serão o esboço de um plano nacional.
Minc discutiu ainda com Tarso Genro os detalhes da terceira etapa da Operação Arco de Fogo, que foi intensificada desde o início de junho em função do período de estiagem, quando as queimadas e o desmatamento na Amazônia são mais intensos.
A Polícia Rodoviária Federal, também subordinada ao Ministério da Justiça, se agregará, nesta etapa, fiscalizando as estradas e especialmente os entroncamentos rodoviários na Amazônia.Também esteve na pauta da reunião dos dois ministros alternativas para aportar mais recursos destinados ao financiamento das ações de combate ao desmatamento na Amazônia. A principal dela é intensificar os leilões do material apreendido - madeira, gado e grãos, principalmente - e fazer com que os valores apurados possam rever diretamente para as operações.
A alternativa que está em discussão é a de permitir que o Fundo Nacional do Meio Ambiente possa receber diretamente uma parte desses recursos, que hoje vão para o Tesouro.
Gerusa Barbosa
Assessoria de Comunicação
Ministério do Meio Ambiente
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