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quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Com alta procura, rota Paraná-Angola ganha mais um navio

26-08-2008 15:53:42
Lisboa, 26 ago (Lusa) - O armador italiano Grimaldi reforçou com mais um navio a rota entre o Porto de Paranaguá (PR) e Angola para suprir o aumento da demanda por transporte marítimo.

A rota chega agora a três embarcações. Em um ano, desde que a linha começou a ser operada com apenas um navio, já foram exportadas para Angola 1.371 unidades de cargas rolantes, entre veículos, caminhões, rebocadores, carrocerias, ônibus, maquinários e tratores."Este crescimento tem sido contínuo. São exportados veículos e contêineres, numa média de duas mil toneladas de carga em cada navio", afirmou o gerente da operadora marítima Oceanus, Wellington Borba dos Santos, à Agência Estadual de Notícias do Paraná (AEN).

"O produto brasileiro é adequado a países em desenvolvimento, como Angola, para onde são enviados tratores, caminhões e ônibus, em virtude das boas condições rodoviárias do país", declarou o diretor de operações da Grimaldi, Miguel Malaguerra, citado pela mesma fonte.

Entre as empresas que mais têm recorrido à rota marítima Paranaguá-Angola estão fabricantes de automóveis e maquinário, como Volvo e Randon.

Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior indicam que as exportações brasileiras para Angola continuam em forte alta, tendo crescido 66,9% nos cinco primeiros meses do ano, chegando a US$ 606 milhões.

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Brasil é foco de Sonangol na internacionalização da economia
Mudança no poder ameaça avanço angolano, diz universidade
Portugal pode perder Angola para Brasil, diz acadêmico

Agência Lusa

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Angolanos obtêm conhecimento prático nos laboratórios do SENAI

Profissionais estrangeiros utilizam modernos laboratórios da instituição
Entre os dias 11 e 29 de agosto de 2008, o SENAI, ligado à Fiemg Regional VP, recebe no laboratório de ensaios em alimentos e meio-ambiente, situado na sua unidade no bairro Roosevelt, três técnicos do Instituto Nacional de Cereais de Angola.
Os técnicos Mpembele Zaku, Maria Albertina Politano Simão Paulo Neto e Pelágia da Cruz Teneyambeku vieram ao Brasil para fazer treinamento e realizar um curso sobre o processo prático de análises micro-biológicas e físico-químicas, e levar este conhecimento ao seu país, que está desenvolvendo atividades do ramo atualmente.

Segundo a técnica laboratorial do Senai, Eliane Dias, este intercâmbio é muito importante para o Senai. “O pessoal vem de longe para fazer treinamentos conosco. Isso é muito bom, pois demonstra a qualidade dos laboratórios de nossa unidade”.

Os técnicos angolanos ficam em Uberlândia até o final do mês e levarão para a África conhecimentos técnicos ‘made in Brazil’.
Tiago Marciano
Serifa Comunicação Integrada
Assessoria de Imprensa Fiemg Regional Vale do Paranaíba
www.blogdaserifa.zip.net
www.fiemg.com.br/regional-valedoparanaiba

sábado, 31 de maio de 2008

Parceria luso-brasileira realiza leilões de gado em Angola

São Paulo, 30 mai (Lusa) - A associação entre uma empresa brasileira e outra portuguesa está permitindo a realização de leilões de gado em Angola, em uma iniciativa inédita desde o fim da guerra civil no país africano.

O primeiro leilão realizado pela brasileira Nova Leilões e pelo grupo português Muguidjana aconteceu no início de abril, em Luanda, com a venda de 200 cabeças das raças zebuínas Brahman, Guzerá e Nelore.

A arrecadação de US$ 1,8 milhão foi mais do que o dobro do inicialmente previsto pelos organizadores, destacou à Agência Lusa o diretor da Nova Leilões, José Eduardo Matuck.

"O resultado foi muito bom e já estamos pensando em um segundo leilão no início de 2009, ou talvez ainda este ano", disse Matuck.

O responsável destacou que o objetivo dos leilões é incentivar, com o apoio do governo local, o retorno da pecuária bovina a Angola, que será utilizada no futuro para abastecer o mercado interno, substituindo as importações de carne sul-africana.

Eduardo Matuck disse que a recomposição do gado bovino angolano abre uma janela de oportunidades para os empresários ligados ao setor agrícola.

"Não é apenas vender os bovinos, é preciso também oferecer serviços de assistência técnica e de acompanhamento especializado aos futuros produtores angolanos", afirmou.

O diretor da Nova Leilões ressaltou que os animais brasileiros vão se adaptar muito bem ao clima angolano, uma vez que o Brasil "está geograficamente posicionado em linhas climáticas semelhantes a Angola".

"Além disso, as gramíneas consumidas pelos bovinos no Brasil são de origem africana, o que garante que nossos animais vão se desenvolver muito bem por lá", destacou.

Entre os criadores brasileiros convidados, um dos destaques do leilão foi a atriz Regina Duarte, que levou um macho e duas fêmeas de seu rebanho Brahman. O macho foi vendido por US$ 70 mil.

Com 18 meses de atuação no mercado brasileiro, a Nova Leilões promoveu mais de 90 eventos no ano passado, tendo vendido 3 mil animais de raças bovinas, eqüinas e ovinas.

A Muguidjana Agropecuária, controlada pelo grupo português Thanda Vantu, detém quatro propriedades rurais, em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo, com cerca de 25 mil bovinos.

No ano passado, o grupo português exportou 3.300 bovinos do Brasil para Angola, sendo que a meta é atingir 50 mil no espaço de cinco anos.

Em Angola, os bovinos serão distribuídos entre as propriedades que o grupo português mantém nas províncias de Kuanza Sul e Malange.

Os bovinos exportados para Angola saíram da fazenda na cidade de Glicério, no interior de São Paulo, unidade responsável pelas pesquisas de melhoria genética do grupo português.
Fonte: Agência Lusa

quinta-feira, 8 de maio de 2008

I Festival Multicultural da CPLP

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Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Principe, Timor Leste