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terça-feira, 25 de março de 2008

Diários de Um Rei Exilado

DIÁRIOS DE UM REI EXILADO – A SAGA DA FUGA PARA O BRASIL DA FAMÍLIA REAL PORTUGUESA NOS DIÁRIOS DE D. JOÃO VI – PELA EDITORA LANDMARK

A FICÇÃO HISTÓRICA CUJO NARRADOR É O PRÓPRIO D. JOÃO VI RECRIA A SAGA DO PORTUGUÊS E SUA FAMÍLIA QUANDO FOGEM DE NAPOLEÃO E PARTEM PARA O BRASIL


“Inicia-se a viagem comigo e a despeito de mim”. O rei de uma poderosa nação com colônias espalhadas pelo mundo é obrigado a lançar-se ao mar, com a família real e toda a corte, para exilar-se do outro lado do oceano e abrigar-se de um poderoso invasor. Essa história lhe parece familiar? Certamente, pois você deve conhecê-la desde as carteiras escolares. É a fabulosa viagem de Dom João VI para o Brasil em 1808, que o autor argentino Alejandro Maciel recria em "Diários de Um Rei Exilado – A Saga da Fuga para o Brasil da Família Real Portuguesa nos Diários de D. João VI" , ficção histórica em que o narrador é o próprio regente de Portugal e futuro Rei do Brasil.

"Diários de Um Rei Exilado" é a segunda obra que Maciel cria baseando-se na história brasileira. A anterior foi "O Livro da Guerra Grande", sobre a guerra do Paraguai, escrito em parceria com outros dois autores renomados: Roa Bastos e Eric Nepomuceno. Maciel descreve-se como um autor argentino, que vive no Paraguai e que escreve sobre o Brasil.

A narrativa tem um tom onírico que inclui as fantasias e sonhos do rei, a respeito do continente desconhecido que ele vê como uma espécie de Jardim do Éden, um paraíso perdido, onde tudo é novo, puro e não foi ainda maculado pela decadência européia. Um Éden do Rei. Suas preocupações e divagações gravitam em torno da guerra na Europa, o futuro do filho Pedro, a esposa Carlota Joaquina, a antiga e a nova História de sua nação, além do Estado que ele está carregando sobre as águas em mais de dez mil naus para implantar nas novas terras, além das maquinações da corte. D. João descreve o mar que cruza: “Plano e liso como se nada nem ninguém tivesse passado. E passou um Rei”.

“O autor demonstra ser um grande admirador da história brasileira, sobretudo com os assuntos relacionados à época do Reinado e do Império, paixão essa expressa por ele mesmo após a realização de seu livro anterior”, comenta Fábio Cyrino, editor da Landmark.

ALEJANDRO MACIEL: Nascido em Corrientes, Argentina, em agosto de 1956. Médico psiquiatra egresso da UBA (Universidade de Buenos Aires), escritor. Periodista de Radio Ñandutí, Paraguai. Professor do curso de pós-graduação na Universidade Nacional de Assunção na cátedra de Psicopatologia e pesquisador da Fundação Kuñá Aty, onde desenvolve trabalhos de pesquisa com violência familiar. Possui os seguintes livros publicados: La salvación, después de Noé, editado em Buenos Aires, em 1989. Contos e ensaios sobre temas da Bíblia; Los conjurados del Quilombo del Gran Chaco, em co-autoria com Augusto Roa Bastos (Paraguai), Omar Prego Gadea (Uruguai) e Eric Nepomuceno (Brasil). Livro de relatos sobre a Guerra da Tríplice Aliança (1865-1870) articulados com base nas observações realizadas no teatro de operações pelo cônsul britânico e escritor sir Richard Francis Burton. Edit. Alfaguara, 2000. Traduzido para o português e editado pela editora Record com o título de O Livro da Guerra Grande; El trueno entre las páginas. Livro de debates com Roa Bastos sobre temas políticos, literários e biográficos, com prólogo de Vladimir Krysinski, da Universidade de Montreal; Polisapo conto em co-autoria com Roa Bastos, já em sua quarta edição no Paraguai, com edições no Equador e em breve tradução para o português para Brasil; La Bruja de oro novela infanto-juvenil publicada no Paraguai em sua terceira ediç&at ilde;o; Prostibularias-1 em co-autoria com outros autores paraguaios e argentinos; La Gallina y el Dragón última obra da série de narrativa infanto-juvenil, Paraguai, Servilibro, 2004; Em trâmites para publicação: La pasión según San Mateo.

DIÁRIOS DE UM REI EXILADO
Alejandro Maciel – Editora Landmark
Brochura - 16 x 23 cm ° 304 páginas
Ficção Histórica
ISBN 85-88781-18-2/ Código de Barras 9788588781184
Preço de Capa: R$ 38,50



ARQUÉTIPO DESIGN+COMUNICAÇÃO
Fernanda Santos
Assessoria de Imprensa
press@arquetipodg.com.br

segunda-feira, 10 de março de 2008

Anne Brontë, a mais jovem das famosas irmãs Brontë, tem sua obra publicada pela primeira vez no Brasil pela Editora Landmark


A MAIS JOVEM DAS FAMOSAS IRMÃS BRONTË TEM SUA OBRA PUBLICADA PELA PRIMEIRA VEZ NO BRASIL E EM EDIÇÃO BILÍNGUE 160 ANOS APÓS SER LANÇADA

A Editora Landmark, especializada em grandes clássicos da literatura mundial, após O MORRO DOS VENTOS UIVANTES, de Emily Brontë, O ÚLTIMO HOMEM, de Mary Shelley e UMA DEFESA DA POESIA E OUTROS ENSAIOS, de Percy Shelley, lança A MORADORA DE WILDFELL HALL, de Anne Brontë.

Anne, Charlotte (autora de Jane Eyre) e Emily Brontë (autora de O Morro dos Ventos Uivantes) compõem uma das mais famosas famílias literárias do mundo. A obra A MORADORA DE WILDFELL HALL (The Tenant of Wildfell Hall) foi escrita pela caçula das irmãs em 1848, há exatos 160 anos, pouco antes de sua morte.

A importância do romance vai além das barreiras da literatura, a obra levanta a questão do papel da mulher em plena Inglaterra na Era Vitoriana. Helen apaixona-se por Arthur Huntingdon, vai contra a opinião de sua família e sofre as conseqüências de um casamento com um homem desregrado e infiel. Mesmo apoiada fervorosamente na religião, com o desejo de superar e corrigir os maus hábitos de Arthur, Helen não obtém êxito na tentativa de livrar o marido do álcool e do ritmo justificado por ele como uma espécie de carpe diem. Com a ajuda de Frederick, irmão de Helen, uma fuga é arquitetada e Arthur abandonado. A protagonista consegue se estabelecer sob o anonimato em outra cidade, onde conhece alguém que poderá recompensar todo sofrimento e reconhecer a luta pelo destino.

O conflito entre puritanismo e liberdade que cercava a moral vitoriana é refletido na trama que recebeu excelentes críticas. Feminismo, luta pelo destino, novo posicionamento da mulher e religião são retratados por Anne, na Inglaterra do século XIX, que assinou o romance com o pseudônimo Acton Bell (bem como em outros pequenos trabalhos e poesias), pois além do conteúdo classificado como impróprio para mulheres, não era apropriado ao gênero que escrevessem livros. A MORADORA DE WILDFELL HALL é dividida em três partes, a primeira e a terceira são compostas por escritos dos personagens e a segunda parte lê-se o diário de Helen. Os atos moldam cada personagem, tornando a linguagem ágil e viva neste clássico da literatura inglesa inédito no Brasil.

A autora, nascida em 1820 no condado de York, produziu trabalhos poéticos e dois romances, Agnes Grey (1847) e A Moradora de Wildfell Hall (1848). As irmãs Brontë não desejavam depender exclusivamente da ajuda financeira do pai e ajudavam nas despesas escrevendo sob pseudônimos. A mais nova das Brontë trabalhou como governanta num famoso clérigo no interior da Inglaterra.

Anne, considerada percussora ao denunciar a submissão da mulher na sociedade inglesa, morreu aos 30 anos, em 1849, vítima de tuberculose, bem como suas duas outras irmãs.

A MORADORA DE WILDFELL HALL – THE TENANT OF WILDFELL HALL
Anne Brontë – Edição Bilíngüe - EDITORA LANDMARK
Tradução de Marcella Furtado
16 x 23 cm, 368 páginas, ISBN 978-85-88781-37-5
Preço de capa R$ 40,50


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Fernanda Santos
Assessoria de Imprensa
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terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Especializada em clássicos, a Editora Landmark traz ao Brasil títulos inéditos e já conhecidos em edições bilíngües



A arte não tem fronteiras e é justamente este o diferencial que a editora traz ao público brasileiro, a chance de conferir os textos na língua original e sua tradução numa mesma obra.
William Shakespeare, Rudyard Kipling, John Donne, Oscar Wilde, Henry James, Jane Austen, Emily Brontë, Mary e Percy Shelley, entre outros autores, compõem a galeria de ilustres que a Editora Landmark deseja proporcionar aos leitores que prezam por entretenimento com qualidade e conteúdo.

Muitos dos títulos publicados podem ser conferidos também no cinema, como o conto “O Fantasma de Canterville”, de Oscar Wilde (Contos Completos, Editora Landmark, R$ 38,00), “A Volta do Parafuso”, de Henry James (Editora Landmark, R$ 29,80), no soturno e aclamado suspense “Os Inocentes” (1961), do diretor inglês Jack Clayton, “O Homem Que Queria Ser Rei” (Editora Landmark, R$ 41,50), de Rudyard Kipling, homônimo de sua versão cinematográfica, estrelada por Michael Caine e Sean Connery, o famoso “O Morro dos Ventos Uivantes” (Editora Landmark, R$ 45,00), única obra em prosa da escritora inglesa Emily Brontë, adaptado diversas vezes para o cinema, rádio e tv. A versão de 1992 é estrelada pela bela Juliette Binoche e Ralph Fiennes. “Persuasão” (Editora Landmark, R$ 31,50), de Jane Austen, grande sucesso de vendas, é personagem e inspiração para o filme “A Casa do Lago” (2006), estrelado por Sandra Bullock e Keanu Reeves. No gênero ficção-científica, Mary Shelley, autora de Frankenstein, é especialista. Pela primeira vez no Brasil, a preferida das críticas “O Último Homem” foi lançada em edição bilíngüe no mesmo período em que estreava no país o filme “Eu sou a lenda”, estrelado por Will Smith, trama em que um último homem sobrevive a uma praga que, supostamente, destruiu a humanidade, seguindo a mesma linha da obra de Shelley.

Amplas facetas culturais, qualidade e edições bilíngües são os diferenciais que fazem com que a Editora Landmark conquiste cada vez mais adeptos à boa leitura e se firme no mercado como uma empresa responsável pelo prazer da leitura e lazer diferenciado.
É neste espírito que a editora anuncia o lançamento de seu próximo título, A Moradora de Wildfell Hall, de Anne Brontë, a inglesa mais jovem das irmãs Brontë, em edição bilíngüe 160 anos após ser escrita, inédito no Brasil. Uma excelente oportunidade de conhecer de perto uma das famílias literárias mais famosas do mundo.

Sobre os clássicos, Ítalo Calvino afirma: “... são livros que, quanto mais pensamos conhecer por ouvir dizer, quando são lidos de fato mais se revelam novos, inesperados, inéditos”.


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terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Uma defesa da Poesia e Outros Ensaios

“UMA DEFESA DA POESIA E OUTROS ENSAIOS”, DE PERCY SHELLEY, ESTRÉIA NAS PRATELEIRAS BRASILEIRAS A PARTIR DO MÊS DE FEVEREIRO PELA EDITORA LANDMARK.

AINDA NÃO MUITO CONHECIDO NO BRASIL MAS DE GRANDE PESO INTERNACIONAL, PERCY SHELLEY, MARIDO DE MARY SHELLEY, CONHECIDA POR “O ÚLTIMO HOMEM” E “FRANKENSTEIN” TEM PUBLICADA SUA ÚNICA OBRA EM PROSA, INÉDITA NO BRASIL.


"Não há perigo para um homem que sabe o que a morte e a vida significam"

Percy Shelley

Somente com esta frase já é possível imaginar o tom de sua obra e o porque o autor inglês se consagrou com um dos mais importantes nomes do Romantismo.

Percy Bysshe Shelley (1792-1822), poeta, escritor e ensaísta, foi expulso da Universidade de Oxford por ter escrito um ensaio defendendo o ateísmo – ‘A Necessidade do Ateísmo’ – e redigiu uma ‘Declaração de Direitos’ com 31 artigos, considerados por ele como sendo os ideais.

O poeta, amante dos ideais produzidos pela Revolução Francesa, em 1789, não encontrou na Inglaterra o melhor ambiente para o exercício de sua arte. Acompanhado por sua segunda esposa, Mary, conhecida por meio da troca de correspondências com seu pai, o filósofo William Godwin, considerado percussor da filosofia libertária, o poeta e sua esposa viajaram para a Itália e Suíça, onde conviveram com Lorde Byron, referência no que diz respeito à literatura romântica inglesa, também exilado de sua terra natal.

Após o suicídio de sua primeira esposa, Percy e Mary Shelley estabeleceram-se definitivamente na Itália, onde tiveram filhos. A vida do autor e o contexto político-social da época influenciaram diretamente a obra do poeta que tinha os ideais libertários, o amor pelo pessoal e pela justiça social como paixões fervorosas. Shelley tornou-se um ícone do Romantismo e da alta literatura inglesa por meio de sua produção artística que, pode-se dizer, pelo próprio pensamento e vida do autor, mescla filosofia e literatura, cujo resultado são poemas e escritos românticos com tom filosófico.

A Editora Landmark, especializada em grandes clássicos da literatura mundial, após PERSUASÃO, de Jane Austen, O MORRO DOS VENTOS UIVANTES, de Emily Brontë e, entre outros títulos, O ÚLTIMO HOMEM, de Mary Shelley, esposa do poeta em questão, Percy Shelley, lança pela primeira vez no Brasil e em edição bilíngüe “UMA DEFESA DA POESIA E OUTROS ENSAIOS” (A Defense of Poetry), escrita em 1815, mas só publicada 18 anos após sua morte por sua esposa, Mary Shelley. A publicação, bilíngüe e inédita no Brasil, inclui a obra UMA DEFESA DA POESIA (A Defense of Poetry) na íntegra e outros escritos, como A NECESSIDADE DO ATEÍSMO (The Necessity of Atheism), escrito em 1811 e distribuído pelos corredores da Universidade de Oxford.

No livro são encontrados discursos sobre o Amor, a Vida, a importância da Poesia na vida dos Homens, além de discorrer sobre influências divinas, a vida futura e a razão da existência da Humanidade. Shelley apresenta também argumentos sobre o porque a Poesia torna todas as coisas mais belas, exaltando por isso o que já é belo.

Percy Shelley faleceu na Itália, aos 29 anos, vítima de um naufrágio em um trágico acidente, próximo a Livorno. Seu corpo permaneceu desaparecido até que o mar o lançou à praia, sendo cremado no mesmo local, por exigências do governo da região. Um jornal inglês viria a comentar a cerca de sua morte: “Finalmente, Shelley terá a oportunidade de comprovar a existência ou não de Deus”.

O poeta foi admirado por diversos pensadores como Karl Marx, Henry Salt, George Bernard Shaw e Yeats. Seus poemas também foram base para músicas de Ralph Vaughan Williams e Samuel Barber.

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