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sábado, 31 de maio de 2008

No Dia Mundial do Meio Ambiente, crianças de Roseira (SP) realizam blitz ambiental na Dutra

Alunos de escolas do município vão distribuir 300 mudas de árvores e folhetos sobre a importância da preservação ambiental

No próximo dia 05/06, Dia Mundial do Meio Ambiente, os motoristas que passarem pela Via Dutra, na região de Roseira (SP), poderão receber mudas de plantas ornamentais, além de mensagens de conscientização sobre a importância de preservação ambiental.

Na linha de frente dessa blitz ecológica estarão alunos do ensino fundamental da rede municipal de Roseira (SP). É o Evento Comemorativo do Dia Mundial do Meio Ambiente, promovido pela NovaDutra (empresa do Grupo CCR) em parceria com a Polícia Rodoviária Federal, Secretaria Municipal de Educação de Roseira, CEAVAP – Centro de Estudos Ambientais do Vale do Paraíba, Escola-Fazenda Boa Vista e FARO-Faculdade de Roseira.

A ação acontece em frente ao Posto da Polícia Rodoviária Federal, localizado na altura do km 79 da Via Dutra, pista sentido Rio/SP, na região de Roseira, das 09h00 às 12h00, e das 14h30 às 16h30. Participam da blitz 20 alunos e 4 educadores da Escolas Municipais “Prof. Joaquim de Campos” e “Profª Ana de Barros Sernigói”.

Evento Comemorativo do Dia Mundial do Meio Ambiente
Dia: 05/06 – quinta-feira
Horário: das 09h00 às 12h00 e 14h30 às 16h30
Local: Posto da Polícia Rodoviária Federal (km 79 – sentido Rio/SP, Roseira/SP)

Sobre a NovaDutra: A rodovia Presidente Dutra, com 402,2 quilômetros de extensão, liga as duas regiões metropolitanas mais importantes do País: Rio de Janeiro e São Paulo, abrangendo uma região altamente desenvolvida, que responde por cerca de 50% do PIB brasileiro. A NovaDutra tem 12 anos de existência e foi a primeira grande concessionária de rodovia do País.

Sobre a CCR: A Companhia de Concessões Rodoviárias (CCR) é a líder na administração de rodovias na América Latina, com um total de 1.452 quilômetros, o equivalente a 15% das rodovias concedidas no Brasil. Criada em 1998, controla seis concessionárias: Ponte Rio-Niterói, (RJ), NovaDutra (SP-RJ), ViaLagos (RJ), RodoNorte (PR), AutoBAn (SP) e ViaOeste (SP).


Assessoria de Comunicação da NovaDutra
(11) 2795-2276 (21) 2682-2135

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Vídeo-documentário de Jacareí (SP) disputa sábado (12) a final do Mapa Cultural paulista

A torcida da comunidade de cineastas e artistas do audiovisual do Vale do Paraíba paulista é toda do vídeo-documentário “Sapucaia”, que neste final de semana disputa a final do Mapa Cultural Paulista, em São Paulo. O vídeo é uma produção de Sílvia Bigareli e Victor Menezes, da Jequitibá Cultural, e tem patrocínio da NovaDutra, por meio da Lei de Incentivo à Cultura de Jacareí.

A disputa da final do Mapa Cultural Paulista na categoria vídeo envolve oito curtas-metragens e acontece neste sábado (12), a partir das 17h00, na Sala Cinemateca/Petrobrás, no bairro da Vila Mariana, na Capital, com entrada franca.

Com 24 minutos de duração, o vídeo-documentário “Sapucaia” mescla textos visuais e sonoros, mostrando por meio de linguagem poética a participação do homem da região na construção do patrimônio cultural paulista. A estrutura do roteiro parte do barro como identidade, passando pelas “veias do Vale” (o Rio Paraíba do Sul, a estrada de ferro e a Via Dutra), indo ao conceito de Vida /Morte /Vida a partir do fruto da Sapucaia.

Produzido ao longo de 2006 e lançado em abril de 2007, “Sapucaia” foi exibido ao longo do ano passado em dezenas de sessões voltadas a grupos comunitários, instituições educativas e culturais de Jacareí (SP). Todas as sessões foram seguidas de debates com os espectadores. Em julho, foi exibido durante o Revelando São Paulo – Vale do Paraíba, no parque da Cidade, em São José dos Campos (SP).

Em outubro de 2007, o vídeo-documentário classificou-se na etapa valeparaibana do Mapa Cultural. Em outubro, chamou a atenção dos cinéfilos paulistas ganhando destaque na 5ª Mostra Cinema e Religião, realizada no Centro Cultural São Paulo. Em novembro, foi exibido em rede nacional pelo Programa “Olhares”, da TV Câmara, de Brasília. Desde março de 2008, integra o projeto cultural “[vi] vendo o vale do paraíba: cultura, história e tecnologia”, instalação interativa que está percorrendo espaços públicos de São José dos Campos.

Além do patrocínio da NovaDutra, o projeto contou com o apoio da Prefeitura de Jacareí e da Fundação Cultural Jacarehy “José Maria de Abreu”.

O que é a Sapucaia

(do tupi – ïasapuka’i: Fruto que faz saltar o olho; do guarani – Sapukaiha: que fala aos gritos, anuncia em voz alta)

Pertencente à família botânica das Castanheiras-do-Pará, (Lecythidaceae) a Sapucaia (ou cumbuca de macaco - Lecythis ollaria ou L. pisonis) é uma árvore encontrada na floresta amazônica e na mata atlântica.

Pode atingir os 30 metros de altura e seu trono chega a ter um metro de diâmetro. Suas folhas são rosadas no início, tornando-se verdes ao longo do ano. Tem flores grandes de coloração lilás que surgem em abundância entre setembro e outubro.

Estudos indicam que as urnas funerárias indígenas do Brasil teriam sido inspiradas no fruto da Sapucaia, que tem forma de cabaça, com casca dura, encerrando grande quantidade de amêndoas comestíveis. Quando os frutos amadurecem, caem no chão e abrem, deixando cair suas amêndoas.

Mapa Cultural Paulista

O Mapa Cultural Paulista é uma iniciativa da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, que conta com a produção da Abaçaí Cultura e Arte. Criado em 1995, visa mapear iniciativas culturais no Estado de São Paulo, incentivando o intercâmbio entre as experiências regionais e fomentando a atividade artística estadual. A seleção é feita em 3 etapas (municipal, regional e estadual) e os contemplados recebem, ao final, apoio para a difusão de suas obras.

PROGRAMAÇÃO final vídeo

12/04 - SÁBADO

17h00 - Abertura
18h00 - Apresentação dos vídeos selecionados
20h30 - Debate com os jurados

FICHAS TÉCNICAS E SINOPSES

Sapucaia, de Sílvia Bigareli e Victor Menezes
Jacareí, 2007, cor, 24'
Ensaio poético sobre o patrimônio cultural da região valeparaibana
(ficha técnica ampliada no final deste release)

O Alto Comunicador Falante, de Paulo Augusto Vieira
Nova Europa, 2006, cor, 15'
Documentário sobre uma figura simbólica para a cultura da pequena cidade de Nova Europa.

Cerol: a vida por um fio, de Marcos Otero e Débora Seguro
Indaiatuba, 2006, cor, 55'
Perigos no uso do cerol – mistura de cola e vidro colocada na linha das pipas.

Estação Pederneiras, de Gustavo Camilo
Pederneiras, 2006-2007, cor, 15'
As experiências de quem viveu os mais significativos anos de uma ferrovia do interior de São Paulo.

Lucinha dos Bichos, de Rosângela Cordaro
Guarujá, 2007
A vida e o fazer de uma artista do sertão paraibano.

Migração, de Ieda Genizelli e Coletivo Vídeo Cupim
Santa Gertrudes
Os problemas sociais ocasionados pela migração na cidade de Santa Gertrudes, considerada hoje o maior pólo cerâmico da América Latina.

O pixel e o picadeiro – relações entre o circo e a mídia, de Luciano Dami
Jales
Um estudo sobre as transformações do circo, diante do avanço dos meios de comunicação.

Sapatógrafo, de Paulo Rodrigues
Itu
Retrato biográfico de Banzi, homem de duas profissões: sapateiro e fotógrafo.


“SAPUCAIA” - Ficha Técnica ampliada

Realização: Jequitibá Cultural – Patrimônio, Educação e Arte
Direção Geral: Sílvia Bigareli
Direção e Roteiro: Sílvia Bigareli e Victor Menezes
Assistência de Direção: Beatriz Borrego
Produção Musical e Trilha Original: Victor Menezes
Direção de Fotografia: Cesar Baio
Assistência de Fotografia: Walmeri Ribeiro
Direção de Produção: Beatriz Borrego
Assistente de Produção: Wagner Rodrigo
Fotos de Still: Wagner Rodrigo
Making Off – gravação e edição: Victor Menezes
Pesquisa: Andressa Capucci
Edição: Cesar Baio e Walmeri Ribeiro
Videografismo e Finalização – Cesar Baio

Serviço:
Final do Mapa Cultural Paulista categoria vídeo
sábado - 12/04
a partir das 17h00

SALA CINEMATECA/PETROBRAS
Largo Senador Raul Cardoso, 207
Vila Mariana – São Paulo - Capital
referências: Detran / Instituto Biológico
Entrada franca

Outras informações: (11) 3512-6111 (ramal 215)


Comunicação Social
NovaDutra
comunicacao.social@novadutra.com.br

quinta-feira, 13 de março de 2008

Instalação interativa patrocinada pela NovaDutra abre ao público nesta quinta (13)

Denominada “[vi] vendo o vale do paraíba: cultura, história e tecnologia”, a instalação busca relacionar o desenvolvimento tecnológico do Vale do Paraíba paulista com as heranças culturais da região

Será lançado hoje, quinta-feira (13), no SESC São José dos Campos (SP), o projeto cultural “[vi] vendo o vale do paraíba: cultura, história e tecnologia”. Criado pelos produtores Cesar Baio e Walmeri Ribeiro, da Ponto Pimenta, e patrocinado pela NovaDutra (empresa do Sistema CCR), o projeto envolve uma instalação interativa que tem por objetivo relacionar o desenvolvimento da cidade (pólo da indústria aeronáutica brasileira) com as heranças culturais seu lugares e objetos, propondo um passeio pelo histórico e contemporâneo da região.

A visitação é gratuita e acontece no SESC São José até o dia 27 de março, das 9h às 19h, durante a semana, e das 9h às 18h aos sábados e feriados. Depois do dia 27, a instalação fará itinerância por vários locais públicos da cidade.

Para apoiar a interação do público com a instalação, é usado o video-documentário Sapucaia, da Jequitibá Cultural, que faz uso da linguagem audiovisual para abordar aspectos históricos e contemporâneos do Vale do Paraíba, usando as urnas funerárias indígenas, a cumbuca (fruto) e a sapucaia (árvore) como elos conceituais e metafóricos da transformação dos objetos e do homem.

Segundo Cesar Baio, autor do projeto, a expectativa é contribuir para a humanização das tecnologias, integrando o público da cidade com a cultura digital, por meio da exploração prática do ambiente interativo da instalação.

“O pólo de desenvolvimento que se transformou São José dos Campos convive de perto com as marcas de períodos que vão do tropeirismo à época áurea da economia cafeeira”, diz Baio. “Esse cenário cria um contexto singular para o desenvolvimento de projetos culturais que trabalhem a relação entre a criação e expressão cultural e a tecnologia”.

O produtor defende que São José dos Campos demanda projetos culturais que explorem essa vocação tecnológica sem desconsiderar as heranças culturais da região. “Essa é a maneira”, ressalta.

Tecnologia digital

Segundo a produtora Walmeri Ribeiro, que também assina a produção executiva do projeto, nos últimos anos, o crescimento na produção cultural baseada em tecnologia digital apresenta um grande campo de possibilidades no terreno da produção e difusão destes produtos. Por conta disto, a realização do projeto “[vi] vendo o vale do paraíba: cultura, história e tecnologia” dá início a um processo de inserção de São José dos Campos no campo das artes digitais.

“Indiretamente, promovemos a reafirmação da cidade como pólo tecnológico ao mesmo tempo em que oferecemos para a população uma oportunidade de se relacionar mais de perto com o universo tecnológico que envolve a cidade”, destaca Walmeri. “Ao mesmo tempo, exploramos essa vocação tecnológica da cidade ao tornar evidente a relação muitas vezes esquecida entre a subjetividade humana e a tecnologia”.

A instalação

A instalação é composta por uma tenda retangular que produz uma câmara escura com 3 metros de altura, por 3 metros de largura e 6 metros de profundidade. Em seu interior o público passeia por diferentes espaços que fazem ou fizeram parte da vida do valeparaibano, como casarões, fábricas, cinemas, estações de trem. O ciclo vital dos lugares, determinado por relações de ocupação, trânsito, permanência, é assumido pelas imagens projetadas, que é desconstruída e reconfigurada de acordo com a circulação no espaço instalativo.

“Para isso, a instalação lança mão das possibilidades criativas oferecidas pela tecnologia digital, fazendo com que a própria imagem assuma para si o ciclo de vida-morte-vida, destaca Cesar Baio.

O vídeo-documentário Sapucaia

Produzido em 2006 e finalizado em 2007, o vídeo-documentário Sapucaia é uma produção da Jequitibá Cultural que contou com o patrocínio da NovaDutra, por meio de Lei de Incentivo de Jacareí, e apoio da Fundação Cultural Jacarehy “José Maria de Abreu”. Sua proposta foi construir uma linguagem poética, mesclando textos visuais e sonoros, com o objetivo geral de documentar significativos aspectos do patrimônio cultural da região.

Dirigido pelos cineastas Sílvia Bigareli e Vitor Menezes, Sapucaia faz uso da linguagem audiovisual para abordar aspectos históricos e contemporâneos do Vale do Paraíba, usando as urnas funerárias indígenas, a cumbuca (fruto) e a sapucaia (árvore) como elos conceituais e metafóricos da transformação dos objetos e do homem. Com 20 minutos de duração, o vídeo será exibido continuamente, em loop, em um totem posicionado ao lado da instalação.

A exposição itinerante

O primeiro estágio de exibição do projeto “[vi] vendo o vale do paraíba: cultura, história e tecnologia” acontece de 13 a 27 de março no SESC São José dos Campos. Depois disso, a instalação interativa fará itinerância por oito regiões da cidade, espaços de grande afluência de público nas zonas Norte, Sul, Leste e Oeste, além de São Francisco Xavier e Eugênio de Mello. Cada espaço cultural abrigará o projeto durante uma semana.

“Visando alcançar o maior número possível de visitantes, pedimos o apoio ao Shoppings Colinas e ao Vale Sul Shopping e a escola da Embraer, que também abrigarão a instalação”, lembra Walmeri Ribeiro.

Sobre a NovaDutra: A rodovia Presidente Dutra, com 402,2 quilômetros de extensão, liga as duas regiões metropolitanas mais importantes do País: Rio de Janeiro e São Paulo, abrangendo uma região altamente desenvolvida, que responde por cerca de 50% do PIB brasileiro. Segunda empresa a fazer parte do Sistema CCR, a NovaDutra tem 12 anos de existência e foi a primeira grande concessionária de rodovia do País.
Sobre a CCR: A Companhia de Concessões Rodoviárias (CCR) é a líder na administração de rodovias na América Latina, com um total de 1.452 quilômetros, o equivalente a 15% das rodovias concedidas no Brasil. Criada em 1998, controla seis concessionárias: Ponte Rio-Niterói, (RJ), NovaDutra (SP-RJ), ViaLagos (RJ), RodoNorte (PR), AutoBAn (SP) e ViaOeste (SP).

Assessoria de Comunicação NovaDutra
(21) 2682-2135
(11) 6095-2276

quarta-feira, 5 de março de 2008

Projeto que exibe curtas no Interior de SP atingirá 24 mil espectadores até agosto


Denominado “Nas Asas do Cinema”, o projeto visa contribuir para uma visão crítica do mundo a partir da exibição seguida de debates sobre os filmes

Acontece nesta quarta-feira (05/03), no auditório da Câmara Municipal de São José dos Campos (SP), o lançamento oficial do Programa “Nas Asas do Cinema” , cuja proposta é promover a exibição gratuita de filmes nacionais de curta-metragem e realizar debates sobre eles em escolas públicas, universidades e instituições públicas.

Patrocinado pela Concessionária NovaDutra com base na Lei Municipal de Incentivo à Cultura de São José dos Campos, o Programa é uma realização do Instituto Magneto Cultural e conta com o apoio da Prefeitura, por meio da Fundação Cultural Cassiano Ricardo.

A meta de “Nas Asas do Cinema” é alcançar de março a agosto deste ano 24 mil espectadores com a exibição de 19 curtas-metragens. O projeto deve abranger, além de estudantes da rede pública municipal do segundo ciclo e da rede estadual de ensino médio, professores, arte-educadores e estudantes de Letras, Pedagogia, História e Comunicação Social em sessões especiais. Envolverá ainda os internos da Fundação Casa (antiga Febem) e do Centro de Ressocialização Feminina.

Segundo Wallace Puosso, Diretor Executivo do Magneto Cultural, a principal proposta do projeto é agir para a democratização do acesso à produção nacional de cinema de boa qualidade, contribuindo para a formação de público e para a construção de uma consciência crítica a partir da linguagem audiovisual.

“Não se trata apenas de oferecer entretenimento de qualidade, mas de estabelecer uma relação diferenciada entre os jovens e a produção audiovisual, de maneira a permitir uma leitura crítica da produção artística e do seu papel na transformação da sociedade”, diz Puosso. “Ao utilizarmos curtas-metragens nacionais, fortalecemos o imaginário e as identidades locais, potencializando debates de interesse social”.

Da sala de cinema para a sala de aula

Sete programas de exibição foram definidos pelo Instituto Magneto Cultural de forma a permitir diferentes possibilidades de debate junto aos jovens.

“Nas escolas, os professores serão incentivados a utilizar os temas debatidos após cada sessão como ferramenta pedagógica”, lembra Puosso. “A partir de um determinado aspecto debatido, o professor pode aprofundar as discussões de acordo com os conhecimentos que estão sendo ministrados em sala de aula”.

Estabelecendo um via de mão-dupla, o Programa não só oferece a possibilidade de enriquecer as discussões sobre questões sociais, ambientais, educativas e estéticas nas instituições de ensino, mas também ampliar a visibilidade da produção audiovisual brasileira, cujos espaços de exibição estão restritos aos festivais e cineclubes.

“Com o programa, proporcionamos o contato do jovem do Interior com o que há de melhor em produção cinematográfica e de vídeo no Brasil, sem sair da cidade onde mora”, destaca Puosso. “De outra maneira, isso seria praticamente impossível, porque não há espaços para exibição de trabalhos dessa natureza fora dos grande centros urbanos”.

Ano III

O Programa “Nas Asas do Cinema” entra no terceiro ano de existência, em um processo de amadurecimento que permitiu ampliar sua abrangência e os desdobramentos dos debates entre os jovens abrangidos.

“Quando iniciamos o Programa, em 2005, a pretensão era bem menor e o Programa, apesar de bem estruturado, era muito mais modesto”, lembra o realizador. “Hoje, 254 exibições e 34 mil espectadores depois, vamos bucar vôos mais altos”.

Entre os sonhos está a reinserção do Vale do Paraíba no cenário nacional da produção audiovisual. Para isso, os artistas do Magneto Cultural propõem a criação de uma nova geração de profissionais e técnicos voltados para cinema e vídeo, por meio da promoção de cursos e oficinas de alto nível e realização de debates com a participação de cineastas de renome internacional na região.

“Muitos garotos que debatiam conosco em 2005, na primeira versão do “Nas Asas do Cinema”, despertaram para o mundo audiovisual e hoje já estão realizando seus curtas-metragens na região e isso mostra que há potencial a ser explorado a curto e médio prazos”, diz o empreendedor.