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sábado, 1 de março de 2008

Cartões Corporativos e Transparência

Encerrada hoje a enquete sobre transparência e cartões corporativos tivemos o resultado abaixo:

60 internautas acreditam na transparência do Governo Lula - 22%
215 internautas não acreditam na transparência do Governo Lula - 78%

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

CPI dos Cartões Corporativos deve começar trabalhos em 15 dias

Marcos Chagas
Repórter da Agência Brasil


Brasília - Definido o acordo que dividiu o comando da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investigará o uso dos cartões corporativos com a oposição, e escolhido o nome da senadora do PSDB Marisa Serrano (MS) para presidi-la, a expectativa, agora, é de que os trabalhos sejam iniciados em 15 dias.
A senadora acredita que até a semana que vem todos os partidos terão indicado seus representantes para a composição da CPMI, que contará com 12 senadores e 12 deputados.
Os governistas têm maioria na comissão. Mas a senadora Marisa Serrano considera que há possibilidade de se realizar um trabalho consistente, que não resulte “em pizza”.
“Eu não posso partir do pressuposto que nós vamos ter uma CPI com pessoas que já vão pra lá predispostas para que os trabalhos não caminhem”, disse.
Pessoalmente, a senadora defende que as investigações comecem a partir das denúncias já apresentadas contra servidores e autoridades do governo federal que usaram o cartão indevidamente. Ele quer, entretanto, se reunir com o relator da comissão, deputado Luiz Sérgio (PT-RJ), para estabelecer uma agenda de trabalho para o mês de março.
“Não vou dar qualquer linha de atuação sem antes conversar com o relator”, afirmou.
Já o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio Neto (AM), defende que a comissão inicie os seus trabalhos pela convocação dos ministros “claramente arrolados” nas denúncias e por um pedido de abertura de gastos de todos os cartões corporativos, inclusive os da Presidência da República. Arthur Virgílio será um dos representantes do PSDB na CPMI.
O líder do PSDB no Senado, Renato Casagrande (ES) diverge do líder tucano quanto ao início do processo de investigação. Para ele, o trabalho deve começar pela análise dos documentos da Controladoria-Geral da União (CGU) e do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre a utilização dos cartões corporativos.
“Essas informações são fundamentais para que possamos, na CPMI, ouvir as pessoas que poderão contribuir com as informações pelo uso inadequado dos cartões”, disse.
O líder do PSB no Senado, Renato Casagrande (ES), disse que “o limite de investigação” da comissão será definido com o andamento dos trabalhos.
“Não tem um limite definido. Acho que no decorrer do processo de investigação pode-se estabelecer um limite de trabalho para que não se transforme esta CPMI numa CPI do Fim do Mundo, como foi a CPI dos Bingos”.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Senadora Marisa Serrano vai presidir CPI que investigará uso de cartões corporativos

Marcos Chagas
Repórter da Agência Brasil

Brasília - A senadora Marisa Serrano (PSDB-MS) vai presidir a comissão parlamentar mista de inquérito (CPMI) que investigará o uso dos cartões corporativos. O nome dela foi ratificado há pouco, no gabinete do líder do partido no Senado, Arthur Virgílio Neto (AM).Hoje (27), depois de três semanas de impasse, o PMDB cedeu e deixou a vaga da presidência da comissão para o PSDB. O acordo foi comunicado nesta quarta-feira, pelo líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR).

Agência Brasil

sábado, 16 de fevereiro de 2008

CNJ vai disciplinar uso de cartões no Judiciário

A presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Ellen Gracie, quer que o CNJ discipline ou, se entender necessário, suspenda o uso de cartões corporativos no âmbito do Judiciário.
Para isso, enviou nesta sexta-feira (15/02) pedido de informações aos presidentes do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Superior Tribunal de Justiça (STJ), Superior Tribunal Militar (STM), Conselho Superior da Justiça do Trabalho, Conselho da Justiça Federal e tribunais de justiça. "Este é o primeiro passo para o CNJ decidir sobre o assunto.
O Conselho precisa saber exatamente o que há sobre isso. Com base nestas informações, os conselheiros poderão decidir de que maneira regulamentar o assunto ou, se for o caso, determinar a suspensão do uso dos cartões corporativos no Judiciário", disse o secretário-geral do CNJ, juiz Sérgio Tejada.
A comunicação da ministra aos presidentes solicita informações sobre a existência e a utilização de cartões de crédito corporativos. Os presidentes deverão repassar ao CNJ dados como quantidade de cartões em uso, as condições de uso autorizadas, os detentores dos cartões, quais foram os gastos individuais e totais efetuados e quais medidas de controle de seu uso. "A determinação da ministra é que o CNJ reúna todas as informações necessárias para embasar decisões sobre o assunto", informou Tejada.


Conselho Nacional de Justiça
Assessoria de Comunicação
(61) 3217-4593 / (61) 9975-8850

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Cartões Corporativos, Bom ou Mau?

O escândalo do momento é o dos cartões corporativos do governo.

A ministra Matilde Ribeiro entregou o boné e o Ministro da Pesca Altemir Gregolin não mas passou perto. De pronto alguns ministros já saíram na defensiva, devolvendo ou justificando o uso.

O Brasil às vezes parece um pouco alarmista, primeiro acusa e condena para só depois julgar o mérito.

Na sua opinião os cartões corporativos conferem transparência às contas públicas ou não?

Vote na nova enquete do Farol Comunitário até 1º de março.