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segunda-feira, 9 de junho de 2008

Produção industrial confirma bom desempenho

Sobre os resultados da produção física industrial de Minas Gerais, computada pelo IBGE, e da pesquisa indicadores industriais, conduzida pela FIEMG, o presidente da entidade, Robson Braga de Andrade, ressaltou o bom momento da indústria mineira.

“Em ambos os casos os dados revelam-se animadores, tendo a produção física ampliado, nos últimos 12 meses, em 8,7%. Nessa mesma base de comparação, as horas trabalhadas na produção expandiram-se, segundo a pesquisa da FIEMG, em 8,4%, enquanto o faturamento médio da indústria cresceu em 14,9%”.

Andrade ressalta ainda a importância dos bons resultados obtidos pela indústria de bens de capital, pois significa que as empresas têm demandado produtos para ampliar a capacidade produtiva. Nesse sentido o presidente da entidade menciona a ampliação em 18,3%, nos últimos 12 meses, da produção física de máquinas e equipamentos, e de 23,9% na produção da indústria automotiva.

Robson Andrade alerta, contudo, que alguns setores ainda têm enfrentado problemas em função da apreciação do real. Citou, por exemplo, que a produção física da indústria têxtil caiu, nos últimos 12 meses, em 0,7%. “Apenas nos primeiros 4 meses de 2008 a produção da indústria têxtil está 5,3% inferior aos quatro primeiros meses de 2007.

A pesquisa da FIEMG aponta na mesma direção, já que, nos 12 últimos meses, a quantidade de horas trabalhadas na produção da indústria têxtil caiu em 0,7%.

É um dado preocupante, ainda mais por se tratar de um setor intensivo em mão de obra e com vasta capilaridade pelo interior do estado”.

Sheila Nogueira e Kaísa Martins
Serifa Comunicação Integrada
Assessoria de Imprensa Fiemg Regional Vale do Paranaíba
www.blogdaserifa.zip.net
www.fiemg.com.br/regional-valedoparanaiba

sábado, 7 de junho de 2008

Fiemg apóia criação de Fundo de Desenvolvimento Regional

Comissão especial da Reforma Tributária se reuniu com empresários mineiros em Belo Horizonte O presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), Robson Braga de Andrade, almoçou ontem com o deputado Antônio Palocci (PT-SP), presidente da Comissão da Reforma Tributária, e com o relator Sandro Mabel (PR-GO) antes do encontro que os parlamentares tiveram com empresários mineiros para discutir a reforma.

Andrade ressaltou a importância da criação do Fundo de Desenvolvimento Regional, providência que considera indispensável para possibilitar o crescimento econômico nacional contemplando o conjunto dos estados brasileiros. “Defendemos oportunidades plenas de exploração das potencialidades das diversas áreas do Brasil, muitas vezes impedidas de avançar devido a perniciosas concentrações e à falta de instrumentos adequados”, disse, lembrando que as disparidades regionais são excessivas e devem ser preocupação de qualquer homem público.

O presidente da Fiemg lembrou que a discussão em torno da reforma tributária transformou-se em absoluta prioridade para o país. Para ele a questão, que extrapolou os fóruns empresariais e chegou às ruas, ainda não é o modelo dos sonhos, mas sua aprovação é crucial. “Essa é uma reforma urgente e necessária para garantir o crescimento econômico duradouro, que permita ao setor produtivo responder de forma ágil às oportunidades e desafios impostos por uma economia cada vez mais globalizada e competitiva”, comentou.

Andrade ressaltou ainda que esta é uma oportunidade histórica que Congresso Nacional tem, neste momento, de aperfeiçoar o sistema tributário. “O importante é tornar o sistema menos burocrático, mais descomplicado, aplicável, operacional, efetivo e justo”, enumerou. O presidente da Fiemg, defendeu ainda a competitividade da indústria. “Precisamos assegurar que a criação de mecanismos tributários que não prejudique as empresas do ponto de vista da competição. Só assim a indústria pode continuar participando ativamente do crescimento da economia brasileira, gerando trabalho, emprego e renda”, concluiu.

O deputado Antônio Palocci tranqüilizou os empresários ao assegurar que não haverá aumento de carga tributária, e salientou que o momento econômico do Brasil é altamente propício á realização da reforma. “A arrecadação está crescendo sem a necessidade de aumentar impostos, o que torna o ambiente mais benigno para a implementação da reforma. Além disso, temos uma proposta simples, focada num sistema tributário mais eficiente e menos oneroso ao bolso de quem ganha menos”, afirmou.

Para o relator Sandro Mabel, a reforma permitirá um salto de crescimento para o país. “A desburocratização trará competitividade para as empresas, além de permitir a ampliação da base de arrecadação”, reforçou.

Lívia Stábile
Assessora de Comunicação
FSB COMUNICAÇÕES
http://www.fsb.com.br