BEATRIZ SEGALL RELEMBRA MOMENTOS DE SUA CARREIRA EM “ALÉM DAS APARÊNCIAS”, LANÇAMENTO DA COLEÇÃO APLAUSO, DA IMPRENSA OFICIAL DO ESTADO
Atriz versátil e célebre por seus papéis em telenovelas, Beatriz Segall fala dos momentos marcantes de sua carreira em Além das aparências, um depoimento concedido à jornalista Nilu Lebert, novo volume da Coleção Aplauso da Imprensa Oficial do Estado. O lançamento acontece no dia 12 de dezembro, às 19 horas, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo.
Beatriz Segall - Além das aparências
Nilu Lebert
Coleção Aplauso/Imprensa Oficial do Estado de São Paulo
200 páginas
R$ 30,00
A carreira nos palcos, na televisão e no cinema é o tema principal de Além das aparências, biografia de Beatriz Segall, novo lançamento da Coleção Aplauso, publicada pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. Em depoimento à jornalista Nilu Lebert, a atriz, conhecida do grande público pelos personagens que interpretou em telenovelas, relembra os principais momentos de seus 57 anos de trajetória artística. O livro será lançado no dia 12 de dezembro, às 19 horas, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional.
A atriz, de 81 anos, concebe o teatro como um sacerdócio e vê na formação cultural ampla um requisito fundamental para um bom desempenho na profissão. Segall fez muitos cursos de teatro, inclusive na Sorbonne, em Paris, no começo dos anos 1950. Aliás, na capital francesa conheceu Maurício Segall – filho do artista plástico Lasar Segall –, com quem se casou pouco depois.
Beatriz formou-se em letras no Rio de Janeiro e trabalhava como professora de francês quando começou a estudar teatro. Estreou nos palcos em 1950, ainda como amadora, na peça O belo indiferente, de Jean Cocteau. Em 1952, foi para a França, com uma bolsa do governo francês, onde aprimorou-se em língua e civilização francesa e em teatro, freqüentando um curso com atores da Comédie Française. Dois anos mais tarde se casou e decidiu ficar longe dos palcos para se dedicar ao marido e aos filhos.
Voltou aos palcos em 1964, substituindo Henriette Morineau em Andorra, de Max Frisch, montagem do Teatro Oficina, dirigida por José Celso Martinez Corrêa. Pouco depois participou de outra peça dirigida por Zé Celso, Pequenos burgueses, de Gorki, que fez enorme sucesso. Sua carreira teve então novo impulso, sendo reconhecida por público e crítica por seu talento tanto em comédias como em dramas.
Durante a ditadura militar, Beatriz destacou-se por sua resistência à censura e ao autoritarismo. Em 1968, ao lado do marido, criou uma companhia estável e arrendou o Teatro São Pedro para torná-lo “um centro onde se pudesse dizer o que a imprensa escrita e falada estava impedida de divulgar na época. Não podíamos dizer claramente o que pensávamos, mas havia uma espécie de código pré-estabelecido que o público entendia”, recorda. Em 1970, Maurício Segall foi preso e levado ao DOI-CODI. Passou mais de um ano na cadeia. Nesse período, Beatriz passou a atuar como produtora das montagens da companhia, substituindo o marido.
Assim que se desligou do Teatro São Pedro, Beatriz recebeu o convite para aquele que seria seu primeiro papel marcante em novelas da TV Globo, a personagem Celina, de Dancin’ Days, escrita por Gilberto Braga e levada ao ar entre 1978 e 1979. As novelas deram-lhe mais visibilidade do que o teatro. Dessa época em diante passou a dividir o tempo entre o teatro e a televisão, além de fazer algumas aparições esporádicas no cinema, em filmes como O cortiço e o premiado À flor da pele, ambos de Francisco Ramalho Júnior; Os amantes da chuva, de Roberto Santos e Desmundo, de Alain Fresnot.
Em 1988, fez seu papel de maior popularidade, a arquivilã Odete Roitman, na novela Vale tudo, de Gilberto Braga. “Todo mundo acha que eu não gosto de falar desse trabalho. Eu não gosto é quando as pessoas repetem sempre as mesmas brincadeiras, que já têm quase vinte anos e eu não agüento mais ouvir. Mas que foi um orgulho do tamanho de um bonde eu ter feito a personagem, ah, isso foi”, afirma.
Ivani Cardoso/Maria Fernanda Rodrigues/Alexandre Agabiti (Lu Fernandes Escritório de Comunicação) pelo telefone (11) 3814-4600
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segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
Roteiros da Ioiô Filmes são vencedores do Prêmio Estímulo de Curta-Metragem
Dezembro - Os roteiros “Relicário”, de Rafael Gomes, e “Elo”, de Vera Egito, foram ganhadores do Prêmio Estímulo de Curta-Metragem, promovido pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo no final de novembro.
O Prêmio é o mais tradicional mecanismo de incentivo à produção de filmes nacionais e à revelação de novos diretores, produtores e técnicos da cinematografia brasileira. Cada roteiro vencedor ganhou uma premiação em dinheiro para dar início à produção do curta.
Para Vera Egito, o Prêmio Estímulo é muito importante para os realizadores de curta-metragem de São Paulo. “Uma oportunidade maravilhosa de dar o primeiro passo na produção cinematrográfica”, diz. “O curta é o grande laboratório para cineastas iniciantes. E apesar de hoje em dia ser muito mais fácil produzir audiovisual e distribuí-lo via internet, prêmios de incentivo como esse ainda são essenciais para poder se praticar a maneira ainda tradicional de fazer cinema", complementa Rafael Gomes.
”Relicário” e “Elo” começam a ser filmados no próximo ano e serão produzidos pela Ioiô Filmes Etc. O primeiro mostra a jornada de um jovem para dentro de seu próprio subconsciente, à beira da morte. Já “Elo” narra a primeira decepção de uma adolescente.
”A iniciativa da secretária da Cultura é louvável. Com este prêmio é possível revelar e dar oportunidade para novos profissionais”, enfatiza Simoni de Mendonça, produtora executiva da Ioiô Filmes Etc.
Sobre a Ioiô
A Ioiô Filmes Etc., de Lorenzo Giunta e Simoni de Mendonça, atua na producão de campanhas publicitárias, curtas-metragens, documentários e programas de televisão. Em seu portfólio, a produtora coleciona campanhas publicitárias para J&J, Chiclets Tridents Herbal Fresh, Banco Real, Honda, Bayer, Lojas Riachuelo etc. – e curtas-metragens, como o fenômeno, “Tapa na Pantera”, de Esmir Filho, Rafael Gomes e Mariana Bastos, com mais de 15 milhões de acessos no YouTube, “Alguma Coisa Assim”, de Esmir Filho, que foi escolhido como melhor roteiro no Festival de Cannes em 2006, e “Saliva”, também de Esmir, ganhador do Kikito como melhor direção no 35º Festival de Gramado. Henrique Manzoli, Rodrigo Lewkowicz, Mariana Youssef e André Ristum completam a equipe de sucesso. A produtora também é idealizadora do inovador Música de Bolso - www.musicadebolso.com.br.
Maria Sossmeier
Gerente Pleno de Relações com a Mídia
SuperNovaCom press
Tel.: (11) 3061-5755
Cel: (11) 9972- 1240
Marcela Lima
Diretora de Relações com a Mídia
SuperNovaCom
tel. (11) 3081 4529
cel. (11) 9414 9378
O Prêmio é o mais tradicional mecanismo de incentivo à produção de filmes nacionais e à revelação de novos diretores, produtores e técnicos da cinematografia brasileira. Cada roteiro vencedor ganhou uma premiação em dinheiro para dar início à produção do curta.
Para Vera Egito, o Prêmio Estímulo é muito importante para os realizadores de curta-metragem de São Paulo. “Uma oportunidade maravilhosa de dar o primeiro passo na produção cinematrográfica”, diz. “O curta é o grande laboratório para cineastas iniciantes. E apesar de hoje em dia ser muito mais fácil produzir audiovisual e distribuí-lo via internet, prêmios de incentivo como esse ainda são essenciais para poder se praticar a maneira ainda tradicional de fazer cinema", complementa Rafael Gomes.
”Relicário” e “Elo” começam a ser filmados no próximo ano e serão produzidos pela Ioiô Filmes Etc. O primeiro mostra a jornada de um jovem para dentro de seu próprio subconsciente, à beira da morte. Já “Elo” narra a primeira decepção de uma adolescente.
”A iniciativa da secretária da Cultura é louvável. Com este prêmio é possível revelar e dar oportunidade para novos profissionais”, enfatiza Simoni de Mendonça, produtora executiva da Ioiô Filmes Etc.
Sobre a Ioiô
A Ioiô Filmes Etc., de Lorenzo Giunta e Simoni de Mendonça, atua na producão de campanhas publicitárias, curtas-metragens, documentários e programas de televisão. Em seu portfólio, a produtora coleciona campanhas publicitárias para J&J, Chiclets Tridents Herbal Fresh, Banco Real, Honda, Bayer, Lojas Riachuelo etc. – e curtas-metragens, como o fenômeno, “Tapa na Pantera”, de Esmir Filho, Rafael Gomes e Mariana Bastos, com mais de 15 milhões de acessos no YouTube, “Alguma Coisa Assim”, de Esmir Filho, que foi escolhido como melhor roteiro no Festival de Cannes em 2006, e “Saliva”, também de Esmir, ganhador do Kikito como melhor direção no 35º Festival de Gramado. Henrique Manzoli, Rodrigo Lewkowicz, Mariana Youssef e André Ristum completam a equipe de sucesso. A produtora também é idealizadora do inovador Música de Bolso - www.musicadebolso.com.br.
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WAGNER MOURA, O HOMEM VOGUE DO ANO
Wagner Moura, o melhor ator do momento, não tem frescuras, ele é diferente. É tão bom e transcendente que foi eleito o Homem Vogue do Ano. Alguma dúvida de que ele seja o Homem do Ano? "É um momento, daqui a pouco acaba", ele diz. Homem Vogue acredita que não acaba, porque Wagner é simplesmente um grande ator. E continuará sendo.
O ensaio exclusivo para a Homem Vogue, editada pela Carta Editorial, para ilustrar o homem digno deste título é a pura tradução de um Wagner Moura solícito, modesto, inteligente, articulado e divertido. Nas fotos assinadas por Bob Wolfenson, Wagner fez tudo o que Bob pediu. Pulou, tirou a camisa e dançou ao som de Red Hot Chilli Pepers.
Sentado tranqüilo no centro dos holofotes, por causa do maior vilão do ano, na novela global Paraíso Tropical, e o maior herói do ano, em Tropa de Elite, Wagner conhece bem a vida de ator. Sobre o estrelado filme, ele confessa: "Foi a coisa mais inacreditável que eu já vivi como ator". Depois do pesado treinamento para o filme, vieram as coletivas de imprensa. "Tinha que vestir uma armadura para ir às coletivas. Foi muita porrada", desabafa.
Casado, pai de um menino chamado Bem, ator de primeira, Wagner Moura é sem dúvida nenhuma o Homem Vogue do Ano, o primeiro desta nova fase da revista, que escolherá um novo Homem Vogue do Ano todos os anos a partir de agora. Ao conferir este ensaio, certamente começamos muito bem!
CARTA EDITORIAL: gisele najjar PRESS & CO.*
Tel. (11) 3262-3047
Jornalismo: Vivian Najjar - vivian@giselenajjar.com.br - Ramal 11
Coordenação: Priscila Campos (Jornalismo)
Direção: Gisele Najjar
O ensaio exclusivo para a Homem Vogue, editada pela Carta Editorial, para ilustrar o homem digno deste título é a pura tradução de um Wagner Moura solícito, modesto, inteligente, articulado e divertido. Nas fotos assinadas por Bob Wolfenson, Wagner fez tudo o que Bob pediu. Pulou, tirou a camisa e dançou ao som de Red Hot Chilli Pepers.
Sentado tranqüilo no centro dos holofotes, por causa do maior vilão do ano, na novela global Paraíso Tropical, e o maior herói do ano, em Tropa de Elite, Wagner conhece bem a vida de ator. Sobre o estrelado filme, ele confessa: "Foi a coisa mais inacreditável que eu já vivi como ator". Depois do pesado treinamento para o filme, vieram as coletivas de imprensa. "Tinha que vestir uma armadura para ir às coletivas. Foi muita porrada", desabafa.
Casado, pai de um menino chamado Bem, ator de primeira, Wagner Moura é sem dúvida nenhuma o Homem Vogue do Ano, o primeiro desta nova fase da revista, que escolherá um novo Homem Vogue do Ano todos os anos a partir de agora. Ao conferir este ensaio, certamente começamos muito bem!
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