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segunda-feira, 10 de março de 2008

Fundagri investe na qualidade dos alunos e colaboradores da Fazu

Fábio (dir financeiro Fundagri), Marco Túlio (pres Fundagri), Dionir (dir acadêmica Fazu)


Os alunos e funcionários das Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu) foram presenteados com uma série de ações que promovem a qualidade, tanto na educação quanto no trabalho. Segundo o presidente da mantenedora da Fazu - Fundação Educacional para o Desenvolvimento das Ciências Agrárias (Fundagri), Marco Túlio Barbosa, os investimentos foram norteados pelo resultado de pesquisas realizadas pela Comissão Permanente de Avaliação (CPA). “Com base nos resultados do levantamento de necessidades em vários setores, promovemos melhorias que beneficiam todas as pessoas envolvidas na instituição”, diz Marco.
Uma passarela foi construída e iluminada para dar maior conforto aos alunos durante acesso ao Campus. Foi inaugurada a nova cantina, que oferece refeições para dar mais tranqüilidade às pessoas que trabalham ou que estudam em período integral. O ponto de ônibus foi reestruturado para proteger, das chuvas, os alunos e funcionários.
A Fundagri adquiriu aparelhos de ar condicionado para climatizar as salas de aula. O estacionamento foi ampliado para abrigar um maior número de automóveis no Campus. E para se adequar às exigências do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a Fundação investiu na rastreabilidade dos animais da Fazenda Escola.
Os setores administrativos também passaram por uma reestruturação interna. Investimento em treinamentos de pessoal é uma das prioridades da Fundagri. Este mês, coordenadores e chefes de setores da Fazu participam do curso de Gestão de Processo de Avaliação Institucional.
De acordo com o presidente da Fundagri, todos esses investimentos são reconhecidos pelo Ministério da Educação (MEC) e contribuem para as grandes conquistas das Faculdades. “A Fazu está bem preparada para pleitear novos desafios junto ao MEC”, comenta. Um exemplo é a conquista da nota máxima em Educação a Distância (EAD) na avaliação do MEC. Outro exemplo é a autorização concedida pelo Ministério para iniciar o curso de Licenciatura em Computação a Distancia.
Durante todo ano, a Fazu abre suas portas para a comunidade. Todos os eventos que a instituição realiza estão diretamente voltados para a formação acadêmica dos seus alunos. Eles complementam a estrutura de ensino para formar um profissional mais dinâmico e com uma visão atual do seu mercado de trabalho. O próximo evento é o II Concana – Congresso Internacional de Tecnologia na Cadeia Produtiva da Cana, realizado de 31 de março a 03 de abril, no Centro de Eventos da ABCZ, em parceria com outras instituições.

Cursos – A Fazu oferece sete cursos de graduação (Agronomia, Computação, Engenharia de Alimentos, Letras, Secretariado Executivo Bilíngüe, Sistemas de Informação, Zootecnia) e dez cursos de pós-graduação lato sensu (Assessoria Organizacional, Controle de Qualidade na Indústria de Alimentos, Julgamento de Raças Zebuínas, Manejo da Pastagem, Processamento na Indústria Sucroalcooleira, Tecnologia no Setor Sucroalcooleiro, Tecnologias Integradas à Educação, Letramento e Alfabetização, Língua Portuguesa, Nutrição e Alimentação de Ruminantes), alguns na modalidade EAD.
Campus - O Campus Fazu possui 200 hectares que possibilitam a educação integrada com atividades na Fazenda Escola, na Biblioteca Dora Sivieri, no Hospital Veterinário (HVU), no Núcleo de Excelência em Engenharia de Alimentos (NEEA), nos auditórios e laboratórios, na praça de eventos e nas videotecas e salas de aula equipadas com recursos audiovisuais.
Na Fazenda Escola estão implantados os projetos de suporte aos cursos das áreas de Ciências Agrárias como: viveiro de mudas, pomar, pastejo rotacionado, hidroponia, orquidário, apicultura, lavouras de soja, milho e girassol, suinocultura, minhocário, bovinocultura, cunicultura, eqüídeocultura, caprinocultura, ovinocultura. A Fazenda Escola também abriga os laboratórios de Análise de Solo, Nutrição Animal, Microbiologia, Água e Alimentos. Há mais de duas décadas esses laboratórios estão em atividade com seus serviços reconhecidos e testados por rigorosos métodos de controle.
O NEEA contempla salas de aula, laboratório e três Unidades Industriais de Processamento (UIPs) para carnes, vegetais e leite. Atende as necessidades acadêmicas do curso de Engenharia de Alimentos. A biblioteca informatizada é mais uma ferramenta que a Fazu oferece aos seus alunos. Totalmente informatizada com completo acesso a todas as áreas do conhecimento humano, oportuniza o desenvolvimento de projetos de iniciação científica e pesquisa.
Ela é aberta à comunidade. Já o HVU possui dois blocos cirúrgicos, um para grandes e outro para pequenos animais. Tem toda estrutura e profissionais capacitados para realizar qualquer tipo de cirurgia. Atende 24 horas. O Hospital ainda disponibiliza dois serviços raros no país – oftalmologia e odontologia.

Isabela Avelar
Assessoria de Comunicação
imprensa@fazu.br
FAZU - Faculdades Associadas de Uberaba
Av. do Tutuna, 720 - Bairro Tutunas
Uberaba - Minas Gerais
http://www.fazu.br

sábado, 1 de março de 2008

Investimentos da Sadia em 2008 vão gerar 1500 novos empregos em Uberlândia

Mais de R$ 130 milhões serão aplicados em fábrica de embutidos e nova linha de produção de margarinas

O presidente do Conselho de Administração da Sadia, Walter Fontana Filho, juntamente com o prefeito de Uberlândia Odelmo Leão, anunciaram investimentos de R$ 133 milhões na unidade de Uberlândia. A iniciativa da empresa vai gerar 1500 novos empregos na cidade. O anúncio foi feito na manhã desta sexta-feira, dia 29, no Centro Administrativo Municipal.
O prefeito Odelmo Leão destacou, durante o evento, que os investimentos anunciados pela Sadia foram motivados também pelo fato de a economia do município estar em franco crescimento, inclusive se posicionando acima da media do Estado e do país. “Nossa administração promoveu os desenvolvimentos necessários para que a comunidade tenha cada vez mais empregos e qualidade de vida”, afirmou o prefeito.
O presidente Walter Fontana Filho disse que os investimentos anunciados desta vez têm características diferentes dos feitos anteriormente e serão melhores para Uberlândia. “A empresa investirá em uma área de produtos industrializados com maior valor agregado e, consequentemente, vão gerar mais empregos para a população”, afirmou. Fontana comentou ainda que Uberlândia passa por um bom momento para se investir. “A cidade é muito estimulante para investimentos por ter uma economia diversificada com grande status e boa oferta de mão de obra qualificada”, concluiu.
Parte dos recursos anunciados, R$ 121 milhões, será aplicada na construção de mais uma fábrica de embutidos e ainda R$ 13 milhões serão destinados para a criação de uma nova linha de produção de margarinas. Também em 2008, a empresa fará investimentos de cerca de R$ 19 milhões em obras de ampliação, adequação e modernização da fábrica com destaque para a ampliação do volume de produção de perus.
A Sadia já investiu em Uberlândia mais de R$ 800 milhões, incluindo a aquisição da Granja Rezende S. A. em 1999. No gráfico de desenvolvimento da empresa apresentado pelo presidente Walter Fontana Filho, destacam-se os investimentos feitos a parir de 2005 que somam mais de R$ 600 milhões.

29 de fevereiro de 2008
Secretaria Municipal de Gestão Estratégica e Comunicação
Av. Anselmo Alves dos Santos, 600 – Uberlândia / MG
Fones: (34) 3239-2684 / 2441 / 2883

Sadia anuncia investimentos na unidade de Uberlândia

Prefeito Odelmo Leão recebeu o presidente do Conselho de Administração da Sadia nesta sexta-feira

A Prefeitura de Uberlândia, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, informa que nesta sexta-feira, dia 29 de fevereiro, às 8h, na sala de reuniões do Gabinete do Prefeito, o presidente do Conselho de Administração da Sadia, Walter Fontana Filho, encontrou-se com o prefeito Odelmo Leão, para anunciar os investimentos que a empresa fará ao longo do ano em sua unidade de produção instalada em Uberlândia, gerando novos empregos para a cidade e região.

A história da Sadia em Uberlândia começou em dezembro de 1999, com a aquisição do controle acionário da Granja Rezende S. A. Desde então, a empresa ampliou o número de empregos na região e investiu permanentemente na expansão da unidade mineira. Atualmente, a unidade de Uberlândia é a única que tem as três linhas de animais (peru, frango e suínos), além de uma fábrica de industrializados, uma de ração, uma de margarina e três incubatórios. A unidade é também a única da Sadia a comercializar ovos SPF (livres de doenças específicas de aves, usados na fabricação de vacinas).


28 de fevereiro de 2008
Secretaria Municipal de Gestão Estratégica e Comunicação
Av. Anselmo Alves dos Santos, 600 – Uberlândia / MG
Fones: (34) 3239-2684 / 2441 / 2883

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

O desafio de US$ 1 bilhão

Verbas mundiais para combate a malária aumentam dez vezes na última década, graças a fundações e doadores, mas, segundo o epidemiologista Mark Grabowsky, coordenação, planejamento e monitoramento são fundamentais para conquista de resultados (foto: OMS

28/02/2008
Agência FAPESP – Dos inúmeros problemas das regiões mais pobres do mundo, poucos têm a extensão e a gravidade da malária. Os números são eloqüentes: uma criança morre da doença a cada 30 segundos; por ano são mais de 1 milhão de mortos e mais de 500 milhões de novos casos, a maior parte na África.
Estimativa da Organização Mundial de Saúde (OMS) alerta que a malária causa uma perda média de 1,3% no crescimento econômico anual em países com transmissão intensa. No Brasil, foram registrados 545.696 casos em 2006, com a Amazônia Legal respondendo por 99,7% do total. A maior incidência (73,4%) é da espécie Plasmodium vivax, uma das três que causam a doença por aqui.
Não há vacina para a malária e os países mais afetados não contam com sistemas de saúde adequados ou estratégias eficazes para controle da epidemia. A falta de dinheiro sempre foi o principal problema, mas isso é algo que tem mudado rapidamente.
Há dez anos, os recursos disponíveis para enfrentar a doença chegavam a US$ 100 milhões. Este ano, o total poderá ultrapassar US$ 1 bilhão, graças a iniciativas como a do Fundo Global de Combate à Aids, Tuberculose e Malária e apoio financeiro das mais diversas instituições, como o Banco Mundial, a Fundação Bill e Melinda Gates, o Comitê Olímpico Internacional e até mesmo o time de futebol espanhol Real Madrid, que doou dinheiro arrecadado em amistosos.
Os novos fundos serão suficientes para melhorar o cenário? A questão é o assunto de capa da edição de 28 de fevereiro da revista Nature, que destaca que finalmente o mundo passa a contar com verba para o controle da malária suficiente para começar a promover conquistas de peso e extensão na luta contra a doença.
Mas, segundo o epidemiologista norte-americano Mark Grabowsky, coordenador das iniciativas contra a doença do Fundo Global de Combate à Aids, Tuberculose e Malária, junto com a oportunidade única vem o aumento na responsabilidade de gastar bem o dinheiro.
Em artigo na revista, Grabowsky, que também é dos Centros para Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, aponta medidas para o bom uso dos recursos, que incluem a integração de programas de prevenção com outras iniciativas em saúde, a melhoria na distribuição de tratamentos existentes e, especialmente, o acompanhamento das abordagens empregadas e de seus efeitos.
Para ele, distribuir redes antimosquito para camas, uma das mais eficazes formas de prevenir a doença, é importante, mas sem o monitoramento freqüente nos locais afetados a estratégia será insuficiente.
Segundo Grabowsky, caso não se aumentem os esforços e gastos destinados ao controle das medidas, o “esforço de US$ 1 bilhão contra a malária se tornará um vôo às cegas”. Ou seja, algo muito distante do objetivo ambicioso das entidades responsáveis pelos financiamentos de cortar o número de mortos pela metade até 2010.
“Fundos adequados para o controle da malária são um primeiro passo muito importante, mas coordenação, planejamento e apoio operacional são fundamentais para atingir os objetivos delineados”, disse. Para o epidemiologista, a questão é simples: a maioria dos países atingidos não conta atualmente com condições de coordenar as iniciativas que serão necessárias.
Grabowsky é incisivo: diferentemente de declarações como as de Bill Gates a respeito da erradicação da doença, o problema continuará presente por muito tempo. “Erradicação é um projeto de décadas que exigirá novas ferramentas, inclusive uma vacina eficiente”, afirmou.
A Nature traz dois outros artigos sobre a malária. O primeiro descreve a longa luta para tentar obter a primeira vacina contra a doença, seja em laboratórios ou em testes clínicos de larga escala. O segundo relata os caçadores de mosquito na Zâmbia, de modo a tentar entender a dinâmica da doença e chegar a soluções para reduzir o impacto do problema no continente africano.
O artigo The billion-dollar malaria moment, de Mark Grabowsky, pode ser lido em breve por assinantes da Nature em www.nature.com.
Leia também no Boletim da Agência Fapesp hoje:

Polímeros verdes
FAPESP e Braskem firmam convênio e lançam chamada de propostas de R$ 50 milhões para apoio a pesquisas de obtenção de polímeros a partir de matérias-primas renováveis derivadas de etanol, biomassa e outros subprodutos da cadeia produtiva dos biocombustíveis

Não há “tortura light”
“A distinção entre modalidades de tortura, usada por torturadores, mas também por jornalistas e intelectuais, é profundamente nociva para as democracias”, diz Jessica Wolfendale, do Centro de Filosofia Aplicada e Ética Pública da Universidade de Melbourne

Brasil e Argentina construirão satélite
Cooperação espacial formalizada entre os dois países prevê a construção de unidade para observação costeira e dos oceanos