Nesta terça e quarta (6 e 7), encontro reúne representantes de setores governamentais, instituições de pesquisa e da sociedade civil
Fomentar a interlocução entre diferentes atores sociais interessados em combater a devastação da floresta amazônica e sistematizar recomendações aos tomadores de decisão estão entre os principais objetivos do seminário “Desmatamento da Amazônia: um diálogo necessário. É possível?”, que será realizado nos dias 6 e 7 de maio, em Belém.
Promovido pelo Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), em parceria com o Governo do Estado, por meio do Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará (Idesp), o evento reunirá gestores públicos, pesquisadores, representantes do setor empresarial e de organizações não-governamentais em torno da discussão que se tornou um desafio de interesse mundial.
Fomentar a interlocução entre diferentes atores sociais interessados em combater a devastação da floresta amazônica e sistematizar recomendações aos tomadores de decisão estão entre os principais objetivos do seminário “Desmatamento da Amazônia: um diálogo necessário. É possível?”, que será realizado nos dias 6 e 7 de maio, em Belém.
Promovido pelo Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), em parceria com o Governo do Estado, por meio do Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará (Idesp), o evento reunirá gestores públicos, pesquisadores, representantes do setor empresarial e de organizações não-governamentais em torno da discussão que se tornou um desafio de interesse mundial.
De acordo com Ima Vieira, diretora do museu, o seminário ajudará a sociedade a conhecer os pontos de vista, muitas vezes divergentes, de cada um desses setores, entendendo também as alternativas apontadas por eles para a superação do problema. “Os órgãos governamentais estão tomando ações efetivas de combate e controle às ações de desmatamento. Por sua vez, o setor privado reclama que estas medidas afetam a economia, enquanto as ONGs divulgam estudos de desmatamento e monitoramento que contradizem os dados de institutos públicos de pesquisa. Com isso, a sociedade está confusa e precisa entender o discurso utilizado em cada setor”, explicou.
O presidente do Idesp, Peter Toledo, ressalta que as discussões serão incrementadas pela presença da academia, que ajudará os participantes a fazerem uma leitura do processo de ocupação da Amazônia. “Em 1992, o evento ‘Sindamazônia’, realizado pelo Governo do Pará, já tratava a questão do desmatamento. Agora, temos a oportunidade de reunir boa parte das pessoas que participaram daquela discussão e fazer um balanço dos desafios que se arrastam desde as décadas anteriores e os avanços conquistados em uma região que demonstra um grande dinamismo em termos de desenvolvimento socioeconômico”.
Para as discussões sobre estudos, políticas públicas, desempenho do mercado e da mobilização social estarão presentes pesquisadores de instituições de ensino e pesquisa com importantes contribuições para a região, como o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e as universidades federais do Rio de Janeiro (UFRJ) e do Pará (UFPA), a Embrapa Amazônia Oriental e o Museu Goeldi. Também participarão movimentos sociais e organizações não-governamentais de reconhecido engajamento na área socioambiental, como o Greenpeace, a Comissão Pastoral da Terra (CPT), a Associação Amigos da Terra, a Conservação Internacional (CI-Brasil) e os institutos de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) e do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). O setor empresarial será representado pela Associação das Indústrias Exportadoras de Madeiras do Pará (Aimex) e pela Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (Faepa).
Para as discussões sobre estudos, políticas públicas, desempenho do mercado e da mobilização social estarão presentes pesquisadores de instituições de ensino e pesquisa com importantes contribuições para a região, como o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e as universidades federais do Rio de Janeiro (UFRJ) e do Pará (UFPA), a Embrapa Amazônia Oriental e o Museu Goeldi. Também participarão movimentos sociais e organizações não-governamentais de reconhecido engajamento na área socioambiental, como o Greenpeace, a Comissão Pastoral da Terra (CPT), a Associação Amigos da Terra, a Conservação Internacional (CI-Brasil) e os institutos de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) e do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). O setor empresarial será representado pela Associação das Indústrias Exportadoras de Madeiras do Pará (Aimex) e pela Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (Faepa).
Entre os gestores públicos, estarão a Secretaria de Meio Ambiente do Pará (Sema) e o Instituto de Florestas do Pará (Ideflor), a Secretaria de Meio Ambiente do Mato Grosso e o Ministério do Meio Ambiente (MMA).
O seminário será realizado no auditório do campus de pesquisa do Museu Goeldi e conta com o apoio da Rede Temática em Pesquisa de Modelagem Ambiental da Amazônia (Geoma). As inscrições são gratuitas e serão realizadas na abertura do evento.
Desmatamento - Um dos mais recentes estudos do Inpe demonstrou que, entre os meses de agosto e dezembro de 2007, o desmatamento na região amazônica foi de 3,2 mil quilômetros quadrados, uma área duas vezes maior que a cidade de São Paulo. O estado do Pará foi o segundo que mais contribuiu com esses números, atrás apenas do Mato Grosso.
Aliada à derrubada indiscriminada da floresta está uma série de outros problemas cruciais, como a perda da biodiversidade, a influência sobre ciclo hidrológico regional e a exploração de trabalhadores e populações locais. Para enfrentar o problema, uma das frentes de atuação do Governo Federal tem se dado com a operação “Arco de Fogo”, desencadeada em fevereiro deste ano, a fim de combater a extração e venda clandestina de madeira.
Além do Pará, onde a operação conta com o apoio do Governo do Estado, as ações alcançam também os estados do Mato Grosso e Rondônia. Até o início deste mês, já foram aplicados R$ 31,3 milhões em multas e apreendidos 25,8 mil m³ de madeira serrada e em tora nesses três estados.
Serviço
Seminário“Desmatamento da Amazônia: um diálogo necessário. É possível?”
Data: 6 e 7 de maio de 2008.
Hora: 8h30 às 18h.
Local: Auditório do campus de pesquisa do Museu Emílio Goeldi
(Av. Perimetral, s/n – Belém / PA)
Inscrições: na abertura do evento
Ex-Libris Comunicação Integrada
Célia Moreno
Serviço
Seminário“Desmatamento da Amazônia: um diálogo necessário. É possível?”
Data: 6 e 7 de maio de 2008.
Hora: 8h30 às 18h.
Local: Auditório do campus de pesquisa do Museu Emílio Goeldi
(Av. Perimetral, s/n – Belém / PA)
Inscrições: na abertura do evento
Ex-Libris Comunicação Integrada
Célia Moreno
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