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segunda-feira, 12 de maio de 2008

IPEA avalia impactos econômicos do aquecimento global no Brasil

Fórum de Mudanças Climáticas abre,nesta quarta-feira, conjunto de ações de longo prazo e organiza rede nacional com o objetivo de preparar o país para os possíveis cenários

O pior cenário traçado pelos especialistas mostra que grande parte da Floresta Amazônica desaparecerá até 2080, devido ao aquecimento global, e o nível do mar deve subir de 10 cm a 90 cm.
No Brasil, foram previstos, entre outros impactos:
redução dos recursos hídricos e da vegetação no semi-árido;
aumento de chuvas na região Sudeste, com efeitos na agricultura e na freqüência e intensidade de inundações;
redução na produção nacional de grãos;
secas e inundações na região amazônica;
perda de biodiversidade.

Neste contexto, o IPEA instala às 9h30 desta quarta-feira (14/5) o Fórum de Mudanças Climáticas, que vai:
articular a disseminação de informações sobre as projeções das variações de temperatura, precipitação e nível do mar nas diferentes regiões do Brasil até o final do século 21;
discutir os possíveis impactos econômicos, sociais e ambientais das mudanças climáticas no Brasil;
analisar possíveis medidas de mitigação das mudanças climáticas;
promover a ampliação do grau de influência das mudanças climáticas nas políticas públicas no Brasil, ao mesmo tempo em que promoverá a independência e o rigor acadêmico na analise das informações, gerando maior diálogo e consenso entre os envolvidos em âmbito nacional e internacional.

O fórum será permanente e inaugura uma rede nacional de especialistas no assunto. No âmbito do fórum será desenvolvido um conjunto de ações de longo prazo com o objetivo de aprimorar o planejamento das políticas públicas na preparação do país para enfrentar os possíveis cenários de mudanças climáticas.

O ministro-extraordinário de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, e o presidente do IPEA, Marcio Pochmann, fazem a abertura do evento.
A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, também confirmou presença.
Participam ainda dos debates os senadores Leomar Quintanilha (presidente da Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle do Senado), Cesar Borges e Sibá Machado (membro da Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle); o diretor do CDS/UnB, Elimar Pinheiro do Nascimento, o embaixador Sérgio Barbosa Serra e o pesquisador Pedro Leite da Silva Dias (LNCC/CNPq/MCT).

O quê: Fórum de Mudanças Climáticas.
Quando: 9h30 de quarta-feira, dia 14/5.
Onde: Auditório do IPEA. SBS, Q1, Bloco J. Edifício BNDES-Ipea. Subsolo. Brasília (DF)


Estanislau Maria
(Coordenador de Comunicação)
(61) 3315-5334
(61) 9116-6396
(21) 3515-8578

terça-feira, 1 de abril de 2008

AKAKIA adere à neutralização

Preocupada com as questões que envolvem a preservação do meio ambiente, a AKAKIA Cosméticos fecha contrato com a OSCIP paranaense, Gerar e com a MaxAmbiental. O objetivo é neutralizar as emissões de Dióxido de Carbono (CO2), um dos principais gases responsáveis pelo aquecimento global e pelas mudanças climáticas do nosso planeta.
Atualmente a AKAKIA emite por ano 54,95 toneladas de CO2, e para compensar essa emissão, a marca plantará 275 árvores em uma área degradada escolhida pelo Governo do Estado do Paraná. “Estancar o processo de aquecimento global passa a ser uma prioridade absoluta de todos", afirma Guilherme Jacob, diretor presidente da Akakia.

Assessoria de Imprensa Akakia
São Paulo: Tels.: (11) 3107-7104 e 3107-7062
Cássia Domingues -
cassia@d2comunicacao.com.br - Tel. (11) 9631-0877
Tayla Cardoso -
tayla@d2comunicacao.com.br - Tel. (11) 8145-3012
Aline Sampaio –
aline@d2comunicacao.com.br – Tel. (11) 9395-2543

Santa Catarina: Tel.: (48) 3035-5503
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sábado, 15 de março de 2008

Reciclar óleo de cozinha pode contribuir para diminuir aquecimento global

Irene Lôbo
Repórter da Agência Brasil

Brasília - A simples atitude de não jogar o óleo de cozinha usado direto no lixo ou no ralo da pia pode contribuir para diminuir o aquecimento global. O professor do Centro de Estudos Integrados sobre Meio Ambiente e Mudanças Climáticas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Alexandre D’Avignon, explica que a decomposição do óleo de cozinha emite metano na atmosfera. O metano é um dos principais gases que causam o efeito estufa, que contribui para o aquecimento da terra. Segundo ele, o óleo de cozinha que muitas vezes vai para o ralo pia acaba chegando no oceano pelas redes de esgoto.
Em contato com a água do mar, esse resíduo líquido passa por reações químicas que resultam em emissão de metano. “Você acaba tendo a decomposição e a geração de metano, através de uma ação anaeróbica [sem ar] de bactérias”.
Mas o que fazer com o óleo vegetal que não será mais usado? A maioria dos ambientalistas concorda que não existe um modelo de descarte ideal do produto. Uma das alternativas é reaproveitar o óleo de cozinha para fazer sabão. A receita é simples e está no final desta matéria.
D’Avignon defende que quanto mais o cidadão evitar o descarte do óleo no lixo comum, mais estará contribuindo para preservar o meio ambiente. Segundo ele, uma das soluções é entregar o óleo usado a um catador de material reciclável ou diretamente a associações que façam a reciclagem do produto.
“Se nós conseguirmos dar algum valor de compra desse óleo para o catador, para que ele seja usado na produção de biodiesel, a gente vai fazer com que haja um ciclo de vida desse produto, para que ele volte para o sistema produtivo e produza biodiesel e isso substitua o consumo de óleo diesel”, sugere o professor.
Receita para fazer sabão a partir do óleo de cozinha
Material
5 litros de óleo de cozinha usado
2 litros de água 200 mililitros de amaciante
1 quilo de soda cáustica em escama
Preparo
Coloque a soda em escamas no fundo de um balde cuidadosamente
Coloque, com cuidado, a água fervendo
Mexa até diluir todas as escamas da sodaAdicione o óleo e mexa
Adicione o amaciante e mexa novamente
Jogue a mistura numa fôrma e espere secar
Corte o sabão em barras
ATENÇÃO: A soda cáustica pode causar queimaduras na pele. O ideal é usar luvas e utensílios de madeira ou plástico para preparar a mistura.
extra tag: consumo consciente

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

SOS Aquecimento Global

O Canal National Geographic estréia na América Latina - “SOS AQUECIMENTO GLOBAL”

No domingo, dia 24 de fevereiro, às 21h, o especial do Nat Geo analisa as mudanças irreversíveis provocadas pelo aquecimento global e as soluções atípicas para resolver o problema. O documentário é narrado pelo renomado ator Alec Baldwin.

O planeta sem a Amazônia, com um oceano Ártico livre de gelo e a aparição de super furacões de categoria 6… Embora isto pareça algo distante, a verdade é que a Terra está a apenas 6 graus Celsius de mudanças catastróficas sem precedentes.

No domingo, dia 24 de fevereiro, às 21h, o Nat Geo estréia “SOS Aquecimento Global”, narrado por ALEC BALDWIN. Este especial, filmado em cinco continentes, acompanha os passos dos principais investigadores climáticos do mundo, além de fazendeiros, fotógrafos e pessoas comuns, para descobrir sinais de advertência e tendências climáticas. Mais de 40 gráficos de alta definição revelam o impacto causado pelo aumento de cada grau, com imagens em computação gráfica da transformação de cidades, ecossistemas e regiões inteiras.

O especial “SOS Aquecimento Global” é inspirado no livro “Six Degrees” (Seis Graus), do jornalista inglês Mark Lynas, que utiliza inúmeras reportagens científicas para obter um mapa do aquecimento global nos próximos 100 anos, grau a grau: as geleiras do Himalaia, fonte de água para milhões de pessoas, poderiam secar. Em 50 anos, a capa de gelo da Groenlândia poderia derreter. E no final do século, a Amazônia, que abriga metade da biodiversidade do planeta, poderia se tornar uma árida savana.

A Austrália já registrou um aumento de 1º C no século passado, algo que contribuiu para provocar a pior seca da história do continente. Nos subúrbios de Sidney, o monitoramento climático e o mapa das rotas de evacuação são algo rotineiro em uma área açoitada por mais de 800 incêndios em 2001. Em 2005, o furacão Katrina devastou Nova Orleans. No entanto, ao atingir o solo, o Katrina foi apenas um furacão de categoria 3. Mas o que aconteceria se cidades como Nova Orleans fossem atingidas por um furacão de categoria 6?

O especial que o Nat Geo estréia agora na América Latina recebeu ótimas críticas em sua recente exibição nos Estados Unidos. “… uma visão assombrosa sobre o impacto ecológico potencial do aumento de cada grau na temperatura”, comentou a Associated Press. “Revelador”, classificou o Tampa Tribune. “…Animações fantásticas…”, considerou o Denver Post. “O tratamento é forte e polêmico, as imagens são fantásticas e belas”, comentou o Ashville Citizen-Times.

No site www.natgeo.com.br, o Nat Geo apresenta mais informações sobre o especial, incluindo biografias dos exploradores, vídeos, fóruns e dados curiosos sobre o documentário.

Segundo Mark Lynas, “o aquecimento global não significa o lento aumento médio da temperatura, uma vez que modifica completamente a maneira como o sistema do planeta opera, razão pela qual podemos ver secas em um local enquanto outra região apresenta uma sucessão de inundações e secas na mesma área”.

Fazendo a diferença

Há mudanças que podemos promover para deter a evolução do aquecimento global. Se cada cidadão norte-americano mantivesse os aparelhos elétricos desligados, ao invés de deixá-los no modo standby, isto poderia dispensar a utilização de 18 usinas de energia. Buscar uma maneira de reduzir as emissões de carbono de residências e veículos é algo crítico. Os investigadores analisam as novas maneiras de gerar energia de forma mais eficiente. Na Inglaterra, uma equipe internacional de físicos está criando um reator de fusão nuclear tendo como modelo a melhor e única “fonte” de energia do sistema solar: o sol. Aproveitar a energia solar seria uma forma de gerar energia sem produzir os gases do efeito estufa. Um projeto ainda mais ambicioso prevê a utilização de um milhão de espelhos – cada qual com um metro de largura – para bloquear o calor solar e diminuir a temperatura do planeta.

“SOS Aquecimento Global“ foi produzido pela National Geographic Televisão (NGT) para o National Geographic Channels International. Stephen Reverend assina a produção executiva pela NGT. Sydney Suissa é vice-presidente executivo de conteúdo do National Geographic Channels International.

“SOS Aquecimento global”

Domingo, dia 24 de fevereiro, às 21h.

Grau a grau (*):

O mundo com +1°C:

O Ártico poderia ficar livre do gelo durante metade do ano, permitindo que as grandes embarcações cruzassem a lendária Passagem Noroeste.
Na baía de Bengala, o aumento da maré poderia deixar as residências em baixo d´água.
O aumento de 1º na temperatura poderia provocar furacões no Atlântico Sul.
Uma forte estiagem no oeste dos Estados Unidos poderia prejudicar o mercado de grãos e carne.
Regiões áridas no oeste dos Estados Unidos poderiam se tornar desertos.

O aumento de 1ºC poderia provocar mudanças inesperadas na agricultura da Inglaterra, um país que atualmente conta com mais de 400 vinhedos originários da França.

O mundo com +2°C:

O derretimento das geleiras da Groenlândia seria acelerado. Atualmente a geleira Jakobshavn é o bloco de gelo em movimento mais acelerado no planeta. Durante um período de dias, a quantidade de água do degelo é suficiente para abastecer uma cidade como Nova York por um ano.
O degelo aumenta o perigo de extinção dos ursos polares.
Os insetos poderiam migrar para novas áreas
No Pacífico, as ilhas Tavalu poderiam ficar completamente submersas.
O impacto no ecossistema seria muito grande e poderia acabar com a maioria das barreiras tropicais de coral.

O mundo com +3°C:

A floresta Amazônica poderia vivenciar ciclos sucessivos de secas e incêndios.
A neve no topo dos Alpes poderia desaparecer.
A região do mediterrâneo e parte da Europa sofreriam intensas ondas de calor.
O aquecimento dos oceanos provocaria um novo e instável padrão climático, tal como aconteceu com o fenômeno “El Niño”.
O planeta poderia sofrer super tempestades e furacões de categoria 6.
Muitos cientistas advertem que o aumento de 3º C poderia desencadear uma mudança substancial na forma como vivemos.

O mundo com +4°C:

O nível dos oceanos continuaria aumentando, afetando consequentemente as zonas de deltas. Países como Bangladesh e Egito poderiam ser devastados. Cidades como Veneza poderiam ficar completamente submersas.
O derretimento das geleiras do Himalaia, que alimentam o rio Ganges, poderia provocar inundações sem precedentes. Em pouco tempo, o desaparecimento completo das geleiras poderia desencadear falta de água e fome.
Estudos sugerem que neste ritmo, as geleiras do Himalaia poderiam desaparecer em 2035.
O norte do Canadá poderia se tornar a região agrícola mais fértil do planeta.
As geleiras do oeste da Antártida poderiam desmoronar, elevando consideravelmente o nível do mar.
Com um aumento de 4ºC, o nível dos oceanos poderia subir mais de 1 metro, provocando desastres em regiões costeiras.

O mundo com +5°C:

Neve e espelhos d´água que abastecem algumas das maiores cidades do mundo, tais como Los Angeles, Cairo, Lima e Bombaim, se dissipariam.
O aumento de 5ºC afetaria milhões de pessoas e o conflito por falta de recursos ficaria ainda mais intenso.

O mundo com +6°C:

O planeta poderia ficar parecido com o período Cretáceo (144-65 milhões de anos atrás).
Por falta de nutrientes, os oceanos ficariam com um azul brilhante.
Os desertos avançariam sobre os continentes.
Desastres naturais seriam comuns e algumas das maiores cidades estariam submersas ou abandonadas.

* Não há como prever o futuro de forma segura. No entanto, as investigações científicas e poderosos modelos climáticos nos dão uma visão do que poderia acontecer no próximo século se o padrão de emissões atual continuar ocorrendo. Baseado em partes na investigação apresentada no livro Six Degrees, de Mark Lynas, estas são algumas das maiores possibilidades.


quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Falta de água é tão crítica quanto a mudança climática

Davos, Suíça, 24 de janeiro 2008 – As crises globais geradas pela crescente demanda de água doce combinada com a falta de oferta são tão urgentes quanto os trabalhos para enfrentar as mudanças climáticas – embora mais problemáticas e complicadas –, como mostrado hoje na Reunião Anual 2008 do World Economic Forum

Um painel que contou com a presença do Secretário Geral das Nações Unidas Ban Ki-moon, informou aos CEOs e líderes da sociedade civil em Davos que o estresse causado pela falta de água representa um risco para o crescimento econômico, para os direitos humanos, para a saúde e para a segurança nacional.

“O desafio é assegurar água potável e em quantidades suficientes para todos”, afirma o Secretário Geral, “é um dos maiores desafios que o mundo terá de enfrentar”.

“A solução para falta de água é mais complexa que a discutida para as mudanças climáticas”, destaca Peter Brabeck-Letmathe, Presidente e CEO, Nestlé, Suíça.

Os membros do painel concordaram que o desafio pode ser solucionado por meio de abordagens cooperativas, vontade política, estratégias de marketing e tecnologias inovadoras como algumas das encontradas para diminuir o aquecimento global.

As forças de mercado podem funcionar bem dentro de um sistema de limites e comércio, semelhante ao utilizado para o dióxido de carbono, sugeriu com Fred Krupp, Presidente, Environmental Defense, EUA. “A tragédia começou com a remoção de uma grande quantidade de água dos rios. Se não cuidarmos do aquecimento global e continuarmos a jogar gases poluentes na atmosfera sem filtrá-los, vamos enfrentar uma gigantesca falta de água.”

Os membros do painel concordaram que nenhum indivíduo, empresa ou nação consegue escapar das conseqüências da falta de água. Enquanto isso, os esforços para extrair mais fontes de energia alternativa, como petróleo de xisto ou biocombustíveis, aceleram as necessidades de abastecimento. Este recurso também é desperdiçado, porque não possui valor econômico, apesar de ser o mais escasso e precioso de todos, destaca Brabeck-Letmathe. “Se permitirmos que o mercado defina um valor comercial para a água, podemos dar um grande passo”, afirma.

O painel concluiu que um volume determinado de água potável para todos os indivíduos deve ser visto como parte dos direitos humanos. A África do Sul e o Omã demonstraram algumas maneiras originais e antigos de garantir a disponibilidade de água. Os palestrantes também discutiram que a água utilizada por fazendeiros, indústrias, piscinas ou jardins deve ser comprada para evitar desperdício e o uso inadequado.

Ban Ki-Moon apontou como exemplo a luta armada em Darfur, no Sudão, que resultou em falta de água. “As lutas começaram entre fazendeiros e agropecuaristas depois da falta de chuva, e, então, a água se tornou escassa.” Aproximadamente 200 mil pessoas morreram. Alguns milhões fugiram de suas casas. “Porém quase sempre esquecemos do evento que deu início a tudo – a seca. Falta do recurso mais precioso do mundo.”

O World Economic Forum é uma organização internacional independente compromissada em melhorar as condições do mundo, envolvendo lideranças para estruturar agendas locais, regionais e globais.

Incorporada como uma fundação em 1971, e sediada em Genebra na Suíça, o World Economic Forum é imparcial, não tem fins lucrativos e não está ligado a interesses políticos, partidários ou nacionais. (http://www.weforum.org)


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quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Alcoa adota ação concreta em relação à mudança climática, tornando-se fundadora da organização americana The Climate Registry

A Alcoa acaba de anunciar que se tornou uma das fundadoras da The Climate Registry (Registro Climático), organização sem fins lucrativos que mede e divulga publicamente, de forma comum, precisa, transparente e consistente, as emissões de gases que causam o efeito estufa (GEE) pelos diversos setores industriais. A Alcoa é uma das primeiras empresas a aderir à organização.

Como membro-fundadora, a Alcoa comprometeu-se voluntariamente a medir, obter a confirmação independente e divulgar publicamente, a cada ano, suas emissões de gases causadores do efeito estufa, usando o Protocolo Geral de Relatórios da The Climate Registry. O documento adota reconhecidos padrões internacionais de medição de GEE do WRI-World Resources Institute (Instituto de Recursos Mundiais) e do World Business Council on Sustainability (Conselho Empresarial Mundial de Sustentabilidade).

“A Alcoa demonstrou exemplar liderança ambiental ao apoiar a organização The Climate Registry no seu estágio inicial. Estamos profundamente agradecidos pelo suporte integral da Companhia para ajudar a enfrentar o desafio da mudança climática,” disse Gina McCarthy, presidente da The Climate Registry.

Entidades que aderirem ao projeto antes de Maio de 2008 são candidatas a fundadoras da associação.

Compromisso da Alcoa com a Sustentabilidade

Como Empresa, os Valores centrais da Alcoa incluem um compromisso com a sustentabilidade. A Alcoa havia estabelecido como meta a redução em 25%, até 2010, da emissão de gases causadores do efeito estufa, a partir dos níveis emitidos em 1990. O objetivo foi atingido em 2003, sete anos antes do previsto e essa redução continua sendo mantida, apesar do contínuo crescimento da empresa.

Como uma das fundadoras da USCAP-United States Climate Action Partnership (Parceria Americana pela Ação Climática), a Alcoa e as demais empresas associadas pedem a promulgação de leis para reduzir a emissão de gases de efeito estufa nos Estados Unidos. A Companhia também tem parcerias nesse sentido no Brasil e na Austrália. Além disso, como integrante do Fórum de Políticas Climáticas dos Estados Unidos, organizado pelo Recursos para o Futuro – um núcleo de pensadores sobre energia e meio ambiente – a Alcoa, participou de avaliações das alternativas existentes sobre políticas climáticas, visando à possível elaboração de uma política federal eficaz para os Estados Unidos.

Na comunidade, a Alcoa Foundation financiou em mais de US$8 milhões uma série de projetos relativos às mudanças climáticas e participa de vários grupos, que visam a municiar os estudos para a elaboração de políticas públicas, capacitar e melhorar a educação, entendimento e conscientização sobre essa questão.

Sobre The Climate Registry

Fundada em Março de 2007, em Washington, DC, The Climate Registry fornece medição precisa e transparente da emissão de gases que provocam o efeito estufa e assegura a consistência das medições pelos diferentes setores industriais. A infra-estrutura da The Climate Registry apóia tanto programas voluntários quanto os que decorrem de determinação dos órgãos reguladores. Para mais informações, visite o site www.theclimateregistry.org

Sobre a Alcoa

Ricardo Morato
55 11 3817-7933
www.cdicom.com.br