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quarta-feira, 5 de março de 2008

10 de março - Dia Nacional de Combate ao Sedentarismo

REEBOK FITNESS AUMENTA EM 70% AS VENDAS DE EQUIPAMENTOS PARA EXERCÍCIOS CARDIOVASCULARES
Dia 10 de Março é o Dia Nacional de Combate ao Sedentarismo – uma data escolhida pela Organização Mundial da Saúde para alertar a população sobre as doenças e conseqüências causadas pela falta de exercícios físicos. Apesar dos dados serem alarmantes – 70% das pessoas do mundo são sedentárias e estão sujeitas a desenvolver doenças cardíacas e obesidade – já existe um aumento da preocupação por parte das pessoas em iniciar uma atividade física, ainda que seja na Terceira Idade. Prova disso é que a Fit4 – Reebok Fitness no Brasil,
rede de lojas de equipamentos e acessórios para Fitness das marcas Reebok e Cybex, registrou um aumento de 70% nas vendas de equipamentos para exercícios cardiovasculares, como esteiras, bicicletas, elípticos e outros.
Ainda segundo a OMS, a falta de atividade física é responsável por 54% do risco de mortes por enfarte, 50% por derrame cerebral e 37% por câncer. Segundo Edson Ramalho, preparador físico e especialista em Prevenção e Reabilitação de Lesões Órteo-musculares, a prática de atividades físicas age de maneira preventiva no combate às doenças causadas pelo sedentarismo. “Caminhar, pedalar e praticar outras formas de exercícios aeróbicos estimulam o bem-estar físico e mental, diminuindo em até 50% o risco de doenças”, afirma ele, que faz trabalhos de Personal Trainer para pessoas de todas as faixas etárias, desde jovens e atletas com bom preparo físico, até idosos ou obesos que nunca praticaram exercícios físicos e estão começando do zero. “A procura por pessoas que não tinham o hábito de fazer exercícios e até por quem começou a sentir alguns sintomas causados pelo sedentarismo, tem aumentado consideravelmente nos últimos anos”, completa Edson.
A prova disso está nos números de vendas de equipamentos para Fitness. “Só no ano passado, a nossa rede, que possui 25 pontos de venda em todo o Brasil, vendeu 10 mil esteiras, com valores entre R$ 2.500,00 a R$ 30 mil e mais de 50 mil acessórios”, explica Fernando Gabas, proprietário da rede de lojas Fit4 – Reebok Fitness no Brasil. Para este ano, a empresa espera um aumento ainda maior nas vendas: cerca de 80% em relação ao ano passado.

Problemas causados pelo sedentarismo/Benefícios da prática de exercícios
Obesidade///Redução e manutenção do peso
Perda da massa muscular e cansaço///Aumento de desempenho
Baixa resistência orgânica///Aumento da eficiência cardíaca e pulmonar
Problemas cardíacos///Melhora do colesterol
Dores articulares e musculares///Ossos mais fortes
Pressão alta///Diminuição da pressão sanguínea
Alto nível de stress///Redução da ansiedade
Má postura///Melhora da auto-imagem

INÉDITA COMUNICAÇÃO – 11 5581-5658 / 2276-7112
Monica Cintra –

monica@ineditasp.com.br

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Estratégias da indústria do tabaco: Uma história de manipulações

ACT reúne especialistas para apresentar o que está por trás do discurso da indústria do tabaco e como enfrentá-la

A Aliança para o Controle do Tabagismo (ACT) e a Faculdade de Direito da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo promovem, em 27 e 28 de fevereiro, a partir das 19h, o seminário “Estratégias da Indústria do Tabaco: Uma História de Manipulações”. Será na PUC/SP, auditório da sala 239, localizado à rua Monte Alegre, 984, em Perdizes.

Especialistas de diversas áreas apresentarão ao público as estratégias usadas pela indústria do tabaco, ao longo de sua história, para manipular, enganar, forjar provas, desacreditar cientistas, visando a enganar a opinião pública e escamotear os malefícios causados pelo tabagismo e pelo tabagismo passivo.

“As ações contra a indústria do tabaco vêm crescendo e, por isso, a ACT entende que é importante que os estudantes estejam a par dos pormenores que envolvem este tema”, explica Paula Johns, diretora-presidente da ACT.

Em 2007, a Justiça deu, pela primeira vez, uma decisão favorável ao fumante em Minas Gerais, ainda que por maioria de votos. Em São Paulo, apesar de o Tribunal ter anulado acórdão que havia condenado a indústria a pagar indenização, o fez para determinar a produção da prova pericial em primeira instância. No Rio Grande do Sul pela primeira vez embargos infringentes (recurso para fazer valer o voto vencido de um dos desembargadores) foram julgados favoráveis ao fumante e familiares e, em apelação, houve decisão unânime contra a indústria.

Entre os participantes, estarão a documentarista Adriana Dutra; o jornalista Mário Cesar Carvalho, da Folha de S. Paulo, autor do livro O Cigarro; o jornalista canadense Francis Thompson, conselheiro da ong Health Bridge, do Canadá; além da diretora-presidente da ACT, Paula Johns.

Na ocasião, será divulgada a assinatura de um convênio entre a ACT e a Faculdade de Direito da PUC/SP, com o a finalidade de mobilizar os estudantes, divulgar o convênio e estimular a criação de um núcleo de estudos sobre tabagismo.

O seminário é aberto ao público e gratuito. As inscrições podem ser feitas pelo email actbr@actbr.org.br ou pelos telefones (11) 3284-7778 / 3284-2456, com Fabiana. Os participantes que tiverem 100% de freqüência e que se inscreverem até dia 26 ganharão certificado de participação.

A QUESTÃO DO TABAGISMO: O NOVO RELATÓRIO DA OMS

A Organização Mundial da Saúde acaba de lançar um novo relatório sobre os esforços no controle do tabagismo com um alerta: somente 5% da população mundial vivem em países com adoção de medidas-chaves que reduzem as taxas do tabagismo. Se não houver um esforço global para diminuir o número de fumantes, o tabagismo pode matar 1 bilhão de pessoas no século 21, nos países em desenvolvimento, grupo no qual está enquadrado o Brasil. Esta previsão significa 10 vezes mais mortes do que se previa no século passado. O cigarro mata 5,4 milhões por ano no mundo (mais do que a soma das vítimas de tuberculose, malária e Aids), número, aliás, que deve crescer para 8 milhões em 2030, de acordo com projeção da OMS.
O novo documento enfatiza o impacto do fumo nos países em desenvolvimento, já que 80% das mortes previstas para 2030 vão ocorrer nessas nações, de acordo com a organização. O consumo de tabaco está em queda nos países ricos, mas é crescente nos pobres e de renda média, segundo a OMS.
Isto é resultado da estratégia mundial adotada pela indústria, que foca sua expansão no público jovem e em adultos dos países em desenvolvimento, assegurando a dependência de milhões todos os anos. O alvo em jovens mulheres está destacado no documento como “um dos mais sinistros para o crescimento da epidemia”.
Outra estratégia usada pela indústria é se esquivar de qualquer aumento nos preços e impostos dos produtos de tabaco, alegando que essa política incentivaria o contrabando de cigarros. No entanto, os países signatários da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco acabam de se reunir, de 11 a 15 de fevereiro, em Genebra, com representantes de mais de 130 países, entre eles o Brasil, sobre o Protocolo do Comércio Ilícito de Produtos de Tabaco, para reduzir o contrabando, falsificação e fabricação ilícita desses produtos. Segundo Paula Johns, que participa das reuniões, “a ACT apóia totalmente esse novo protocolo, já que o comércio ilegal mina a capacidade dos países protegerem a saúde de sua população e priva a arrecadação de impostos das nações”.
Para a ACT, o Brasil teve um bom posicionamento no encontro e a expectativa é que esse protocolo ajude o país a combater o mercado ilegal, servindo de contribuição para o desenvolvimento de uma política de preços e impostos de longo prazo.

AS ESTRATÉGIAS CONTRA O TABAGISMO PASSIVO

Se as evidências contra o fumo já eram conhecidas e unânimes, na década de 80 três relatórios publicados nos EUA formaram consenso na comunidade de saúde pública e científica sobre os riscos e doenças causados pelo fumo passivo. No entanto, desde 1961 a indústria já detinha estudos demonstrando que 84% da fumaça do cigarro são formados pela corrente secundária da fumaça, que contém substâncias cancerígenas.

A resposta da indústria contra as evidências se deu através de ações articuladas em nível internacional, com a implementação de uma série de estratégias para enfraquecê-las e distorcê-las, buscando enganar o público, desvirtuar os registros científicos, evitar que as agências governamentais descobrissem fatos contrários aos seus interesses e impedir restrições ao fumo em áreas fechadas.

A indústria passou a apoiar publicamente pesquisas independentes sobre o vínculo entre fumaça do tabaco e doença. Seu propósito, contudo, foi convencer o público americano de que não haveria risco associado ao fumo passivo. Na verdade, a indústria não só buscou enfraquecer pesquisas independentes, como financiou pesquisas que tivessem resultados favoráveis aos seus argumentos.


PROGRAMAÇÃO DO SEMINÁRIO “Estratégias da Indústria do Tabaco: Uma História de Manipulações”.
27/02 - quarta-feira
Mesa de Abertura

Paula Johns, socióloga, diretora-presidente da ACT
Marcelo Figueiredo, professor e diretor da Faculdade de Direito da PUC/SP; advogado e consultor jurídico

Apresentação de trailer do documentário Fumando Espero, de Adriana Dutra

Mesa de Debates

Adriana Dutra, cineasta, diretora do documentário Fumando Espero
Mário Cesar Carvalho, jornalista da Folha de S. Paulo e autor do livro O Cigarro, da coleção Folha Explica.
Eduardo Lorenzi, diretor geral de planejamento da agência de publicidade Neogama/BBH
28/02 - quinta-feira
Mesa de Debates

Palestrantes

· Guilherme Eidt, advogado, representante da ACT em Brasília: Fumo – Servidão Moderna e violação dos direitos humanos
· Paula Johns, socióloga, diretora da ACT: A construção social do tabagismo – uma reflexão sobre ética e liberdade
· Clarissa Homsi, advogada, coordenadora da área jurídica da ACT: A Indústria tabagista no Poder Judiciário
· Francis Thompson, jornalista, conselheiro em controle do tabagismo da ONG canadense Health Bridge: Incentivos Perversos e os Limites do Controle Convencional do Tabagismo
Presidente da Mesa
Mário Albanese, presidente da Associação de Defesa da Saúde do Fumante (Adesf)


São Paulo
Acontece Comunicação e Notícias
(11) 3873-6083 / 3871-2331
Chico Damaso ou Monica Kulcsar
acontece@acontecenoticias.com.br
chicoacontece@uol.com.br

Rio de Janeiro
Anna Monteiro
(21) 3311-5640 / 8152-8077
Anna.monteiro@actbr.org.br

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Combatendo o tabagismo

RELATÓRIO INÉDITO DA OMS COLOCA BRASIL NA LISTA DE PAÍSES QUE PODEM PROVOCAR A MORTE DE 1 BILHÃO DE PESSOAS NO SÉCULO XXI POR CAUSA DO CIGARRO

Aliança do Controle ao Tabagismo entende que a crítica situação deve-se a fatores como o baixo preço do produto. Governo pode e deve intervir imediatamente

A Organização Mundial da Saúde acaba de lançar sua primeira análise mais abrangente sobre os esforços no controle do tabagismo e faz um alerta: apenas 5% da população mundial vivem em países com adoção de medidas-chaves que reduzem as taxas do tabagismo.

Apesar do progresso vivido nos anos mais recentes, nenhum governo está implementando todas as intervenções-chaves por completo: monitorar, criar ambientes 100% livres de fumo, tratar a dependência do tabaco, pôr advertências nas embalagens, proibir a publicidade, promoção e patrocínio, e aumentar os impostos.

Para Paula Johns, presidente da ACT, “o Brasil foi pioneiro em algumas áreas, mas não segue uma medida básica de custo zero: o aumento dos preços e impostos, e com isso o cigarro brasileiro é o sexto mais barato do mundo”.

Se não houver um esforço global para diminuir o número de fumantes, o tabagismo pode matar 1 bilhão de pessoas no século 21, nos países em desenvolvimento, grupo no qual está enquadrado o Brasil. Esta previsão significa 10 vezes mais mortes do que no século passado. O cigarro mata 5,4 milhões por ano no mundo (mais do que a soma das vítimas de tuberculose, malária e Aids), número, aliás, que deve crescer para 8 milhões em 2030, de acordo com projeção da OMS.

O novo documento enfatiza o impacto do fumo nos países em desenvolvimento, já que 80% das mortes previstas para 2030 vão ocorrer nessas nações, de acordo com a organização. O consumo de tabaco está em queda nos países ricos, mas é crescente nos pobres e de renda média, segundo a OMS.

Isto é resultado da estratégia mundial adotada pela indústria, que foca sua expansão no público jovem e em adultos dos países em desenvolvimento, assegurando a dependência de milhões todos os anos. O alvo em jovens mulheres está destacado no documento como “um dos mais sinistros para o crescimento da epidemia”.

OS SEIS PONTOS QUE PODEM PREVENIR A CATÁSTROFE
O documento também revela que os governos, na maioria dos países, recolhem 500 vezes mais dinheiro nos impostos sobre produtos de tabaco a cada ano do que gastam em esforços de controle do tabagismo. Isso mostra que o aumento dos preços e impostos sobre tabaco, a estratégia mais efetiva, pode ser significantemente empreendida em todos os países, fornecendo uma fonte de fundos sustentáveis para implementar e reforçar a abordagem recomendada pela OMS.

Os seis pontos que a entidade destaca são:

Monitorar o uso do tabaco e as políticas de prevenção.

Proteger as pessoas contra a fumaça do tabaco.

Oferecer ajuda para cessação.

Advertir sobre os riscos à saúde.

Reforçar a proibição de propaganda, promoção e patrocínio pelas empresas de tabaco.

Aumentar os impostos sobre produtos de tabaco.

“Embora os esforços para combater o tabaco estejam aumentando, todos os países precisam fazer mais. Essas seis estratégias estão ao alcance de todo país, rico ou pobre, e quando combinadas, oferecem a melhor chance de reverter esta epidemia crescente”, disse Margaret Chan, diretora geral da OMS. O relatório foi lançado com ajuda financeira da Bloomberg Philanthropies, fundação do prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, que lançou uma iniciativa mundial para apoiar organizações de diversos países no controle do tabagismo.

Outras descobertas do relatório são:

Apenas 5% da população global estão protegidos por legislações abrangentes contra o fumo em ambientes fechados e 40% dos países ainda permitem fumar em hospitais e escolas.
Somente 5% da população mundial vivem em países com proibição de publicidade e promoção de produtos de tabaco.

Apenas 15 países, representando 6% da população global, exigem que os maços de cigarro tenham imagens de advertência sobre os riscos do produto, o Brasil inclusive.
Os serviços para tratar a dependência ao tabaco estão totalmente disponíveis em somente nove países, atingindo 5% da população mundial.

As receitas dos impostos sobre tabaco são mais de 4 mil vezes maiores que os gastos com controle de tabagismo nos países de renda média e mais de 9 mil vezes, nos países de baixa renda. Os países de alta renda arrecadam 340 vezes mais dinheiro em impostos sobre tabaco do que gastam em controle do tabagismo.

O CONTROLE GLOBAL DO TABAGISMO
Pela primeira vez, a OMS conseguiu detalhar o estágio atual do controle do tabaco entre seus estados membro, mostrando o que governos nacionais já fizeram e o quanto mais é necessário ser feito. A descoberta principal do relatório é que todo país precisa fazer muito mais para parar a epidemia do tabagismo.

Somente 86 dos 193 estados membros da OMS têm dados nacionais representativos para adultos e jovens. Mais da metade da população mundial vive em áreas sem acesso a informações minimamente adequadas sobre o uso do tabaco. Os sistemas de monitoramento são fracos nos países de baixa e média rendas.

Segundo o relatório, a proibição da publicidade em 14 países conseguiu reduzir o consumo em 9% deles, num período de 10 anos. Em comparação, um grupo de 78 países que manteve a publicidade registrou queda de consumo de apenas 1%.

Países que vetaram o fumo em ambientes fechados tiveram percentual de queda parecido. Em Nova York, a proibição de cigarro em bares e restaurantes recebeu apoio de quase 80% dos moradores, e na Irlanda, 90%.

No Brasil, a ACT comprovou isso através de pesquisa feita pelo Instituto Datafolha, em novembro de 2007, em São Paulo, que mostrou que é esmagadora a posição contrária ao fumo em locais fechados: 88%. Entre os próprios fumantes, 85% apóiam ambientes fechados livres de fumo. O apoio à proibição do fumo é muito grande principalmente para restaurantes (86%) e lanchonetes (81%).


O AUMENTO DOS IMPOSTOS

A medida mais eficaz para reduzir o consumo, de acordo com a análise da OMS, é o aumento dos impostos. Na África do Sul, por exemplo, o consumo de cigarros caiu cerca de 40% a partir da década de 90 porque o preço do maço dobrou.

Embora alguns países tenham aumentado os impostos sobre produtos de tabaco, eles continuam baixos na maioria esmagadora dos países, inclusive no Brasil. Com inflação e aumento do poder de compra do consumidor, os cigarros estão mais acessíveis, até em muitos países onde o imposto representa uma grande proporção do preço.

Entre 152 países que forneceram informação, os impostos variam entre zero e mais que 80%. A maioria, portanto, pode aumentar os impostos significativamente.

Apesar da alta arrecadação com os impostos, a falta de financiamento para o controle do tabagismo é indefensável, segundo a OMS. Os 89 países com orçamento para isso gastam 343 milhões de dólares por ano --
com 95% deste total gastos em países de alta renda e cerca de 90% gastos por sete destas poderosas nações. Por contraste, mais ou menos 4% do total global são gastos em países de média renda, e menos de 1% nos de baixa renda.

A OMS identifica, ainda, o aumento do imposto sobre tabaco como um meio de desestimular o consumo entre jovens, além de ajudar os usuários a parar. Apenas quatro países, representando 2% da população mundial, têm médias de impostos acima de 75% do preço de venda no mercado. E em quatro de cinco países de alta renda, os impostos atingem entre 51-75% dos preços de venda. Um aumento de 70% no preço do tabaco poderia prevenir um quarto de todas as mortes relacionadas ao tabagismo em todo o mundo. Um aumento de 10% poderia causar uma queda de 4% no consumo em países de alta renda e de 8% nos de baixa e média rendas, com a receita provenientes dos impostos subindo.


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