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terça-feira, 3 de junho de 2008

Dia Mundial do Meio Ambiente

No dia 5 de junho, quando pessoas no mundo todo se voltam para as questões do meio ambiente, uma ação fácil e efetiva para diminuir a emissão de CO2 é a troca de lâmpadas incandescentes comuns por halógenas ENERGY SAVER
São Paulo, junho de 2008 - No dia 5 de junho de 1972, na cidade de Estocolmo, Suécia, aconteceu a 1ª Conferência Mundial do Meio Ambiente, criada pela Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas - ONU.

Desde então, diversos países têm se mobilizado para tentar diminuir os impactos causados pelos seres humanos no planeta. Acompanhando esse padrão de preocupação mundial, algumas empresas, cientes de suas responsabilidades com o meio ambiente, também começaram a elaborar estratégias para não agredir diretamente nosso planeta.

É o caso da OSRAM, empresa de iluminação com mais de 100 anos de existência, responsável por desenvolver as lâmpadas fluorescentes compactas eletrônicas, que economizam até 80% de energia.

Para Marcos Ellert, gerente de marketing da OSRAM, a economia de energia no setor de iluminação oferece dois benefícios. Além de diminuir o consumo de energia, gerando uma redução de até 13% na conta de luz de uma residência, garante uma real contribuição para a proteção do meio ambiente. “A iluminação, sozinha, é responsável por 19% do consumo de eletricidade mundial. Uma quantia muito grande para simplesmente ignorarmos”, afirma o especialista.

“Apoiamos o Dia Mundial do Meio Ambiente durante todo o ano, levando ao mercado produtos inovadores e amigos da natureza”, completa. Entre pequenas ações e grandes resultados, pode-se observar quais países e empresas estão realmente preocupados com a preservação do nosso planeta. A criação das lâmpadas halógenas ENERGY SAVER é prova de que a OSRAM deu mais um passo para melhorar as condições ambientais do mundo. Um exemplo disso, é que com a substituição de 39 lâmpadas dicróicas comuns por uma das que compõem a família halógenas ENERGY SAVER é possível deixar de emitir 350 Kg de CO2, o equivalente ao que dezessete árvores podem absorver em um ano.
Rubens Nogueira
Image Press - Assessoria de Imprensa
www.imageassessoria.com.br

terça-feira, 25 de março de 2008

A troca das lâmpadas e o desperdício de energia

Por Marcos Ellert

Apesar das chuvas o nível dos reservatórios de água nas regiões Sudeste e Centro-Oeste continua baixo, e a capacidade de armazenamento das usinas com menos de 50% do total. Em meio a tanta preocupação sobram especulações acerca de mais um racionamento de energia e fica uma dúvida: se o impacto da falta de eletricidade pode afetar a economia do país, como é possível permitir que se desperdice energia elétrica principalmente com o uso de lâmpadas fluorescentes de baixa qualidade?

Passado o caos do apagão em 2001, o uso das fluorescentes compactas virou hábito dos brasileiros como forma de sentir a economia no bolso. Como conseqüência, os produtos de baixa qualidade invadiram os mercados, ganharam as prateleiras e, em seguida, milhões de lares em todo o país. No entanto, finalmente, o cenário tem chances de ser alterado.

Desde o final do ano passado o governo tomou uma firme decisão: por em prática a determinação feita em junho de 2006, após decisão conjunta do Ministério de Minas e Energia e das empresas fabricantes e importadoras de lâmpadas. Dessa forma, os varejistas não poderão mais vender fluorescentes compactas sem que os produtos atestem sua qualidade. Para isso, será medido o nível de eficiência de acordo com o quanto é gasto de energia para fornecer determinada quantidade de luz. E as embalagens deverão trazer informações sobre luminosidade e potência.

De fato, não é possível aceitar que continuem a ser comercializadas fluorescentes compactas sem a aprovação do Instituto Nacional de Metrologia, Normatização e Qualidade Industrial (Inmetro) e sem o Selo Nacional de Conservação de Energia (ENCE). Toda ação para reduzir a quantidade desse tipo de lâmpada de baixa qualidade do mercado é mais do bem vinda, é primordial, porque é no mínimo incoerente utilizar um produto para economizar energia quando ele não é de fato eficiente. Afinal, não estamos falando de uma lâmpada, mais de no mínimo milhões de unidades que refletem aproximadamente o consumo desse produto no país.

Com a ação, todos os consumidores ganham, o país ganha, porque trata-se da garantia de um produto que, além de ser economizador, oferece maior durabilidade e menor necessidade de manutenção. Resultado: mais um ponto para o meio ambiente.

Marcos Ellert é gerente de marketing da OSRAM, a empresa mais inovadora no segmento de lâmpadas economizadoras de energia, que em 1985 inventou as lâmpadas fluorescentes compactas eletrônicas, as mais utilizadas atualmente. Além disso, a multinacional alemã já está adequada ao processo do ENCE desde o início de sua implantação, bem como a qualidade de seus produtos desde sua criação.

terça-feira, 18 de março de 2008

Iguais, porém em novos formatos

Já imaginou a tradicional lâmpada incandescente com a tecnologia das fluorescentes? A OSRAM, empresa especializada em iluminação, lança no mercado esse novo modelo de lâmpada


São Paulo, março de 2008 - De acordo com o relatório da ONU divulgado esse ano na Tailândia, o Brasil precisa fazer três ações para conter o aquecimento global: conter os desmatamentos ilegais, investir em energias limpas como as fontes eólicas (que vêm da força do vento) e a termosolar (que utiliza a luz do sol) e aplicar técnicas de eficiência energética para reduzir o desperdício de eletricidade, investir no uso de lâmpadas econômicas.

Uma simples ação como trocar uma lâmpada pode fazer toda a diferença. A família DULUXSTAR, fabricada pela OSRAM, uma das maiores empresas de iluminação do mundo, ganhou um novo membro, a DULUXSTAR CLASSIC A, cuja inovação está justamente no formato que se assemelha às lâmpadas incandescentes. Mas as inovações não param por aí. Agora há também a DULUXSTAR CLASSIC B, cujo formato é vela. Ambos os lançamentos possuem a mesma tecnologia característica da família DuluxStar: consomem cerca de 80% menos energia e possuem uma vida útil 6 a 8 vezes maior que as incandescentes comuns.

Os novos modelos de fluorescentes compactas são ideais para aplicação em residências, principalmente em luminárias decorativas que deixam a lâmpada visível, fornecendo uma luz particularmente suave, além de se ajustarem a qualquer base de luminárias.

Agora não há mais desculpas! Já é possível iluminar sua casa com lâmpadas que têm o mesmo design das incandescentes que ganharam o gosto e a preferência do consumidor no passado. Só que de modo a economizar energia e ajudar na preservação do meio ambiente. Bom para atender ao gosto do consumidor no presente, mas que pensa no futuro.
Renniê Paro
Assessora de Imprensa
3951 3371 / 3966 8327

Iluminação de qualidade até debaixo d'água

OSRAM traz para o mercado uma luminária desenvolvida para ambientes que tenham piscinas, a Aqualed

São Paulo, março de 2008 – Imagine um lugar paradisíaco, beira mar, onde mesmo depois do pôr do Sol a temperatura ainda permanece agradável. Se esse lugar tivesse uma piscina bem iluminada, as noites não seriam mais agradáveis? O que acontece, muitas vezes, é o contrário. Esses espaços não são muito bem trabalhados em matéria de iluminação, e as pessoas só podem aproveitá-los ao longo do dia.

A piscina é um grande atrativo quando presente em projetos arquitetônicos e, no Brasil, devido ao clima tropical, ela recebe ainda mais atenção. Durante sua construção é preciso estudar, entre outros fatores, qual o formato que mais se adapta ao restante do projeto, os materiais que serão utilizados e onde ela será construída. Em relação à iluminação, além de garantir boas horas de luz solar, quando em ambiente aberto, o arquiteto deve se preocupar com as lâmpadas que irá utilizar, pensando na iluminação noturna. A OSRAM inova e traz para o mercado a luminária Aqualed, desenvolvida especialmente para esse ambiente.

A Aqualed pode mudar toda a aparência desses espaços. Além de promover a iluminação decorativa das piscinas, pode também ser submersa, pois resiste à pressão de até três metros de profundidade. A luminária pode ser usada como fonte de orientação, delimitação e caracterização dos ambientes. Versátil, permite ao responsável pelo projeto usá-la de maneira complementar a outros tipos de iluminação, como as fibras ópticas.

Sabendo da grande quantidade de materiais que podem ser empregados na construção de uma piscina e do ambiente ao seu redor, a equipe de criação da OSRAM desenvolveu a Aqualed em seis modelos distintos. Sua luz pode ser azul ou branca, e o acabamento pode ser cromado, granito ou ainda em aço inoxidável, resistente à ação do tempo. Isso faz com que ela se adapte desde residências até ambientes mais sofisticados, como grandes hotéis.
Renniê Paro
Assessora de Imprensa
3951 3371 / 3966 8327

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Osram na Expolux

A OSRAM, multinacional especializada em iluminação, estará presente na 11ª Expolux, Feira Internacional da Indústria da Iluminação. A empresa trará diversos lançamentos, e apresentará seus inúmeros produtos que comprovam que inovação e eficiência energética são componentes essenciais, podem caminhar juntos e contribuir para a criatividade dos arquitetos e lighting designers.
Renniê Paro
Assessora de Imprensa
3951 3371 / 3966 8327

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Iguais, porém em novos formatos

Já imaginou a tradicional lâmpada incandescente com a tecnologia das fluorescentes? A OSRAM, empresa especializada em iluminação, lança no mercado esse novo modelo de lâmpada

São Paulo, fevereiro de 2008 - De acordo com o relatório da ONU divulgado esse ano na Tailândia, o Brasil precisa fazer três ações para conter o aquecimento global: conter os desmatamentos ilegais, investir em energias limpas como as fontes eólicas (que vêm da força do vento) e a termosolar (que utiliza a luz do sol) e aplicar técnicas de eficiência energética para reduzir o desperdício de eletricidade, investir no uso de lâmpadas econômicas.

Uma simples ação como trocar uma lâmpada pode fazer toda a diferença. A família DULUXSTAR, fabricada pela OSRAM, uma das maiores empresas de iluminação do mundo, ganhou um novo membro, a DULUXSTAR CLASSIC A, cuja inovação está justamente no formato que se assemelha às lâmpadas incandescentes. Mas as inovações não param por aí. Agora há também a DULUXSTAR CLASSIC B, cujo formato é vela. Ambos os lançamentos possuem a mesma tecnologia característica da família DuluxStar: consomem cerca de 80% menos energia e possuem uma vida útil 6 a 8 vezes maior que as incandescentes comuns.

Os novos modelos de fluorescentes compactas são ideais para aplicação em residências, principalmente em luminárias decorativas que deixam a lâmpada visível, fornecendo uma luz particularmente suave, além de se ajustarem a qualquer base de luminárias.

Agora não há mais desculpas! Já é possível iluminar sua casa com lâmpadas que têm o mesmo design das incandescentes que ganharam o gosto e a preferência do consumidor no passado. Só que de modo a economizar energia e ajudar na preservação do meio ambiente. Bom para atender ao gosto do consumidor no presente, mas que pensa no futuro.
Renniê Paro
Assessora de Imprensa
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quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Osram ilumina edifícios sustentáveis em SP e RJ

Empresa venceu a concorrência por apresentar produtos mais eficientes do mercado. Desse modo, colabora com a tendência do setor imobiliário no Brasil: as construções inteligentes e sustentáveis

Após um período de pouca expressão, o mercado imobiliário decola e capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre impressionam pela quantidade de obras em andamento. Especificamente em São Paulo o "boom" chega a surpreender. Só em janeiro de 2007, o número de construções residenciais, de acordo com as estatísticas, disparou, lançando um novo edifício por dia, um crescimento duas vezes maior do que o mesmo período em 2006.

Em 2008, a tendência é ampliar o número de projetos que sejam sustentáveis e colaborem para a preservação do meio ambiente. Desse modo, muitos empreendimentos buscam obter o selo "green building", que é concedido pelo United States Green Building Council (USGBC), segundo o sistema LEED, Leadership in Energy and Environmental Design, o que garante a certificação de que esses edifícios aplicam medidas que buscam o aumento da eficiência no uso de recursos com foco na redução dos impactos sócio-ambientais.

Para obter o certificado do Green Building são necessários seis pré-requisitos fundamentais: o reaproveitamento de energia, o uso eficiente da água, a manutenção da biodiversidade local, infra-estrutura suficiente para evitar o uso excessivo de automóveis, aplicação de materiais ecologicamente corretos na construção e garantia de um ambiente interno saudável.

Alguns edifícios que já adotaram esses critérios confirmam a tendência. É o caso do complexo de escritórios de alto padrão na Av. República do Chile, em frente à Catedral Metropolitana, que será o primeiro edifício da capital carioca a obter o selo Green Building e o edifício Rochaverá Corporate Towers, um complexo de escritórios de alto padrão em São Paulo.

Em ambos empreendimentos a OSRAM, especializada na fabricação de lâmpadas e sistemas eletrônicos, incluindo reatores e LEDs , ganhou a concorrência para concluir o projeto de iluminação por apresentar os produtos mais eficientes do mercado (sistema fluorescente tubular T5) . Para Marcos Ellert, gerente de marketing da empresa no Brasil, "a economia de energia é garantida com o uso de lâmpadas que unem tecnologia, inovação e eficiência energética".

TECNOLOGIAS ECONÔMICAS ATRAEM EMPREENDIMENTOS

Construções comerciais tem realizado aplicações com sistema DALI, que permitem a dimmerização e a criação de cenários, juntamente com a mais extensa variedade de lâmpadas do tipo energy saving, que vão além das tradicionais fluorescentes tubulares e compactas, e que economizam até 80% de energia. Esse modelo, em conjunto com o uso dos LEDs, tem sido o carro-chefe para uma iluminação de alta performance e garantia dessas tendências.

Segundo o especialista, essa nova forma de construir tem ganhado espaço no país. Até o momento já são certificados diversas construções que vão dos colégios, passando por laboratórios médicos até diversas construções empresariais. O próximo passo é fazer com que a certificação acelere rumo às construções residenciais.

Renniê Paro
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terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Bom para o meio-ambiente

Em 1985, a Osram inventou as lâmpadas fluorescentes compactas eletrônicas, hoje, largamente utilizadas no mercado. Em seguida, a empresa foi o primeiro fabricante de lâmpadas a receber aprovação da ONU para um programa de redução de emissões de CO2 por meio da iluminação eficiente em países em desenvolvimento e, no Brasil, a empresa só tem a comemorar o desempenho das vendas do produto.

Por isso, em 2008, a Osram aposta em novos modelos, que garantem 80% de economia de energia e num universo de produtos seguindo a tendência da miniaturização para manter a liderança de mercado

Renniê Paro
Assessora de Imprensa
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rennie@imageassessoria.com.br

Novos conceitos de arquitetura e construção

No Brasil, o mercado imobiliário tem crescido, gerando mais empregos e operações de crédito, além de dar atenção a duas tendências: a das construções inteligentes, que buscam a sustentabilidade e preservam o meio ambiente, e a da segurança na arquitetura

São Paulo, janeiro de 2008 - Após um período de pouca expressão, o mercado imobiliário no Brasil decola e capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre impressionam pela quantidade de obras em andamento. Especificamente em São Paulo o “boom” chega a surpreender. Só em janeiro de 2007, o número de construções residenciais, de acordo com as estatísticas, dispara e um novo edifício é lançado por dia, um crescimento duas vezes maior do que o mesmo período no ano passado. Com o aquecimento do setor, novas tendências são observadas: a era das construções inteligentes e seguras.

Mais dinheiro em circulação

No período entre janeiro e abril desse ano, o volume de operações de crédito imobiliário contratadas pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SPBE) bateu o recorde de R$ 4 bilhões a mais que o ano passado. Por um lado, mais famílias brasileiras demonstram condições de encarar as prestações de financiamento imobiliários, por outro, construtoras se sentem estimuladas a realizar novos projetos. Como resultados, as estimativas são de que o mercado gere meio ponto percentual no PIB deste ano.

Mais empregos

A alta demanda tem gerado novos empregos. Só no início desse ano, o setor já havia contratado mais de um milhão de pessoas entre operários, arquitetos, engenheiros. Além disso, ele impulsiona outros “players” como os fornecedores de revestimentos cerâmicos, porcelanatos, esquadrias, madeireiras, tubos, conexões e etc.

Eficiência Ambiental

Em busca de novidades, as empresas do ramo apostam em quesitos como a preservação ambiental e a segurança como valor agregado a seus imóveis. Fato que aguça o interesse dos empresários do setor pelas possibilidades de forte associação das marcas com ao conceito de sustentabilidade e pela confiança nas perspectivas para os próximos anos, já que até o momento apenas 20% do mercado potencial do país foi atendido.

A tendência é ampliar o número de projetos que queiram ter a certificação do “green building”, ou seja, apliquem medidas que buscam o aumento da eficiência no uso de recursos com foco na redução dos impactos sócio-ambientais.

Nesse sentido, passam a ser priorizados aspectos como a eficiência no uso da energia, consumo de água potável e geração de esgoto, aplicação e utilização de materiais, aumento das áreas verdes, entre outras ações.

Construções com o selo “green building”, são aprovadas pela ONG U.S Green Building Council, já presente no Brasil, e garantem 30% de economia de energia, 35% de redução das emissões de carbono, 5 a 30% de redução no consumo de água potável e 50 a 90% mais eficiência com relação ao descarte de resíduos.

Para Marcos Ellert, gerente de marketing da OSRAM do Brasil, empresa especializada em iluminação, a economia de energia é obtidas com o uso de produtos que unem tecnologia, inovação e eficiência energética.

Aplicações com sistema DALI, que permitem a dimmerização e a criação de cenários, juntamente com a mais a extensa variedade de lâmpadas do tipo energy saving que vão além das tradicionais fluorescentes tubulares e compactas e que economizam até 80% de energia, são o carro-chefe para uma iluminação de alta performance e garantia dessas tendências , além do uso de LEDs.

Segundo o especialista essa nova forma de construir tem ganhado espaço no país. Até o momento já são certificados diversas construções que vão dos colégios, passando por laboratórios médicos até diversas construções empresariais. O próximo passo é fazer com que a certificação acelere rumo às construções residenciais.

Segurança na arquitetura e construção

Outro aspecto que ganha proporção no mercado imobiliário é a segurança. Esta nova tendência das construtoras está sendo aplicada como diferencial para garantir o interesse de famílias em busca de sossego e conforto, os quesitos de segurança passam a ser encarados de forma mais profissional no mercado.

Na opinião de David Fernandes, CPP, consultor e diretor da Previne Security, empresa especializada em segurança eletrônica, o “boom” do setor imobiliário inaugura o trabalho conjunto entre o consultor de segurança e o arquiteto desde a fase do anti-projeto, ou seja, os primeiros desenhos feitos antes da aprovação da obra na prefeitura.

Para uma obra ser considerada segura, o importante não é a utilização dos equipamentos eletrônicos de última geração que podem ser encontrados facilmente pelos consumidores, mas os procedimentos que garantem a sua melhor performance, alerta Fernandes. “As construtoras devem alinhar a segurança, inclusive com técnicas de prevenção de crimes no projeto arquitetônico e não se limitar aos aspectos da tecnologia, ou deixar que os equipamentos sejam comprados pelos moradores e utilizados sem um procedimento correto. Caso contrário, é mais fácil permitir que o morador seja rendido e entre com o ‘inimigo’ para dentro de casa”, aconselha.

Além disso, aspectos da arquitetura podem, ao mesmo tempo, colaborar com a beleza e dificultar a segurança. Por isso, merecem atenção especial.

Paisagismo – árvores muito altas como coqueiros dão beleza a um projeto, mas quando plantados próximos a muros podem servir de escada.

Iluminação externa – o jogo de luz e sombra, principalmente o que imita a luz prateada da lua têm a preferência dos especialistas em iluminação, mas quando excede na sombra pode facilitar uma invasão.

Dry Wall – vedetes da arquitetura, o gesso apresenta-se como uma excelente solução na forma de paredes para separar os ambientes. Porém, quando mal localizados podem ser facilmente rompidos e servir de passagem.

“É preciso cuidado com soluções que dão chance à marginalidade. Atitudes simples como, delegar a responsabilidade da segurança da guarita de um condomínio a um guarda, por exemplo, faz com que ele se mantenha alerta e os riscos diminuam porque o perfeito andamento é de sua competência”, explica. “Afinal, se os detalhes fazem a diferença em um projeto arquitetônico, na segurança fazem mais ainda”, finaliza.

Futuro promissor

Com vistas para um cenário repleto de bons negócios em um futuro próximo, os principais bancos do país apostam que os financiamentos da casa própria virão de créditos e não da renda dos trabalhadores. Isso porque, no passado, tudo dependia das ações do governo. Hoje, a expansão é acelerada pelo setor privado, pois não é mais necessário esperar o brasileiro ganhar mais para que compre a casa própria. Basta a economia se manter estável para que mais pessoas possam fazer financiamentos a longo prazo.

Fato que estimula a movimentação das diversas áreas e que pode levar a um extraordinário crescimento da economia do país como um todo, alavancada pelo setor imobiliário.

ImagePress
Luana Bizzocchi
luana@imageassessoria.com.br
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segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

A iluminação a serviço da precisão e eficiência na medicina

Na área médica todo detalhe faz a diferença, desde mãos precisas até a visão de um cirurgião e, por isso, a iluminação é um dos fatores mais importantes

São Paulo, dezembro de 2007 – Imagine-se na seguinte situação: seu filho não se sente bem e você precisa levá-lo a um posto médico. Ao chegar você se depara com um ambiente com as paredes de cores fortes e luz fraca, que se dissipa ao longo dos corredores. A primeira impressão que qualquer paciente teria é que o local não é higiênico o suficiente para atender alguém com problemas de saúde. Ainda que essa não seja a realidade, os componentes da sala em questão não estão de acordo com um ambiente médico.

A iluminação faz toda a diferença, desde tornar o ambiente mais 'clean' até proporcionar a visão perfeita para os profissionais da área, principalmente em caso de cirurgia, no qual médicos e enfermeiros ficam muito próximos e não podem contar com a formação de sombras em seus locais de trabalho, no geral, o corpo humano.

A OSRAM, fabricante de soluções em iluminação elaborou os leds da linha DRAGON e OSTAR. A tecnologia utilizada nesse projeto proporciona maior precisão e foco. Algumas características dessas famílias são especiais, como sua alta eficiência luminosa, função imediata de liga e desliga e controle de dimerização total, o que torna o ambiente flexível às necessidades do usuário. Além disso, possui vida longa e produz menos calor do que as lâmpadas comuns, outro fator de grande importância, pois a sensação de frescor é essencial aos pacientes e aos médicos nesses momentos de alta performance.

Renniê Paro
Assessora de Imprensa
3951 3371 / 3966 8327