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terça-feira, 22 de abril de 2008

Data Center Verde

APDATA ANUNCIA INVESTIMENTO EM DATA CENTER VERDE

Empresa de TI, especializada em soluções para gestão de RH e folha de pagamento, anuncia investimento de R$ 300 mil em um data center verde

Manoel Rocha, diretor de Tecnologia da Apdata, afirma que adotar soluções para reduzir as fontes poluidoras, é um caminho sem volta em todas as áreas de negócios

Empresa faturou R$ 16 milhões em 2007 e projeta crescimento de 25% para este ano

Abril 2008 - Presente em mais de 12 países e com mais de 400 clientes na carteira, a Apdata do Brasil (www.apdata.com.br), especializada em soluções para Gestão de Recursos Humanos e Folha de Pagamento, projeta crescimento de 25% para 2008. No ano passado, a empresa faturou R$ 16 milhões e abriu um escritório no Rio de Janeiro.

Manoel Rocha, diretor-executivo da Apdata, confirma o momento positivo da empresa com o anúncio de um investimento de R$ 300 mil em um data center verde, projetado para reduzir substancialmente os gastos com energia elétrica e otimizar a utilização do espaço físico.“O executivo precisa sair do lugar comum e entender que a tecnologia pode, sim, ser mais sustentável. Adotar as chamadas soluções verdes, capazes de reduzir as fontes poluidoras, é um caminho sem volta em todas as áreas de negócios, inclusive em TI.”

De acordo com Rocha, além das preocupações com a sustentabilidade nos negócios, a flexibilidade do software Global Antares, principal produto da empresa, é outro fator que vem impulsionando o crescimento da Apdata. “Esta solução possibilita aos usuários processar a folha de pagamento em outros países utilizando a mesma base de dados com legislação e idiomas diferentes. Com isso, as multinacionais podem rodar a folha em outros países a partir do Brasil”.

Na visão do executivo, o Brasil tende a ganhar cada vez mais destaque nos serviços de outsourcing de Folha de Pagamento e Recursos Humanos no Mundo. “Os brasileiros são muito criativos na área de Tecnologia para RH, as empresas daqui têm facilidade em moldar o software de acordo com a necessidade cliente”.

A Apdata aparece como referência nas categorias Outsourcing, Licença de uso de Folha de Pagamento e Ponto Eletrônico. Em 2007, a carteira de clientes aumentou 50% em relação às conquistas do ano anterior, além da expansão para mais de 12 países (Peru, Argentina, Chile, Bolívia, Colômbia, Panamá, Venezuela, Equador, Costa Rica, Porto Rico, Angola, entre outros).

Sobre a Apdata do Brasil
A Apdata é pioneira no desenvolvimento de soluções de alta tecnologia para a área de Recursos Humanos (RH) no Brasil. Fundada em 1984, a empresa possui um portfólio de mais de 400 clientes de diversos setores. Seu principal produto, o Global Antares, software voltado à Gestão de Pessoas, é desenvolvido totalmente no Brasil e é um dos únicos do mundo a adotar o conceito de “três camadas”, que permite maior flexibilidade no gerenciamento de informações tanto para a empresa quanto para os colaboradores. Essa tecnologia, resultado de investimento de US$ 3 milhões, também é utilizada em outsourcing. Além de um produto inovador, a Apdata se diferencia por sua política de humanização nas relações com os seus colaboradores. Além dos benefícios tradicionais, a empresa investe em média 5% de seu faturamento anual em uma ampla estrutura de convivência e lazer para aumentar o bem estar dos 230 colaboradores. Como resultado, essas medidas aumentaram a produtividade em 50% nos últimos três anos, praticamente acabando com o turnover.

ASSESSORIA DE IMPRENSA DA APDATA
Versátil Comunicação Estratégica
www.versatilcomunicacao.com.br
Guilherme Batimarchi
Thiago Pugliesi

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Paulus Editora lança DVD'S que abordam educação ambiental como questão ética

Conscientizar, educar, explicar e principalmente praticar as ações de sustentabilidade é fundamental para a preservação do meio ambiente. Conhecimento e informação não são elementos neutros, eles representam recortes, olhares e interesses, por isso, é importante ter uma compreensão segura dos fatos.
Com o objetivo de colaborar com uma participação ativa de educadores e alunos na preservação do meio ambiente, a PAULUS Editora lança Educação ambiental na escola, uma coleção de quatro DVDs que abordam essa temática de forma clara, objetiva e didática.
Os vídeos são divididos em quatro temas principais (grandes temas; objetivos, conceitos e estratégias; história e contexto; ação e participação) e abordam, principalmente, a qualidade da informação que recebemos e a importância do processo participativo do educador e do aluno nas questões voltadas à sustentabilidade.
Segundo Silvia Pompéia, uma das organizadoras de Educação ambiental na escola, os educadores estão em busca de conteúdos que vão além da coleta seletiva, da ecologia e do saneamento básico.
“Esses vídeos vão a fundo na educação ambiental, abordando seu desenvolvimento e sua relação com a origem histórica da economia. O objetivo é apresentar uma metodologia ativa que una a teoria e a prática”, afirma.
Educação ambiental na Escola conta com a participação de vários profissionais como, por exemplo, biólogos, ambientalistas, educadores e jornalistas, entre outros, que propõem uma reflexão do tema em suas diversas esferas.
Silvia Pompéia é mestre em Ciência Ambiental pela USP e doutoranda em Psicologia da Educação pela PUC-SP, é consultora em projetos ligados a políticas públicas no Brasil e no exterior, com foco na educação ambiental. Vem atuando também no 2º e 3º setores com práticas educacionais e processos participativos especialmente aplicados ao ensino público e ao desenvolvimento territorial sustentável. Nesses locais, trabalhou com apoio de Fundações como Abrinq, Vitae, Bunge, Kellog, ou por agências como PNUD, UNESCO, OMS/OPAS, BID e BIRD.
Sonia Muhringer é bióloga formada pela USP, mestre em Educação na área de Supervisão e Currículo pela PUC-SP. Participou da coordenação pedagógica e da implementação dos PCNs – Parâmetro em Ação – Meio Ambiente na Escola.Prestou assessorias para o MEC, Secretarias Municipais de Educação, Secretarias Estaduais do Meio Ambiente, Fundação Bradesco, entre outras instituições.
Serviço


Educação ambiental na escola - grandes temas - Tempo duração: 75 min


Educação ambiental na escola: objetivos, conceitos e estratégias -
Tempo duração: 90 min



Educação ambiental na escola: história e contexto - duração: 36 min

Educação ambiental na escola: ação e participação - Tempo duração: 96 min

Organizadores: Sílvia Pompéia e Sonia Muhringer - Coleção: Educação Ambiental

Simone de Maximo
(11) 5087-3742
imprensa@paulus.com.br

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Poli/USP faz entulho virar material nobre para construção

Método de beneficiamento possibilita obter produtos de alto valor agregado, o que contribuirá para a sustentabilidade da construção civil no Brasil.

A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP) conseguiu obter do entulho de construção civil dois produtos de alto valor agregado: areia e brita para aplicações em concreto armado, com características superiores ao agregado reciclado atualmente empregado para pavimentação. O próximo passo, já em andamento, é a obtenção de uma areia reciclada para utilização em argamassas aplicadas em acabamentos finos, tema do doutorado da pesquisadora Carina Ulsen, do Laboratório de Caracterização Tecnológica da Poli.
Essa conquista, inédita no mundo, é resultado de um projeto multidisciplinar entre pesquisadores dos departamentos de Engenharia de Minas e Petróleo (PMI) e de Engenharia de Construção Civil (PCC) da Poli, envolvendo outras instituições de pesquisa, tais como o Centro de Tecnologia Mineral e a Universidade Federal de Alagoas. Bancado pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e pelo Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes), o projeto possibilitará a expansão do mercado de reciclagem dos resíduos de construção civil e demolição no Brasil e, conseqüentemente, contribuirá para a sustentabilidade do setor.
Atualmente, a maioria das usinas de reciclagem de produtos da construção civil se limita a britar todo o material do entulho (telhas, tijolos, rochas, metais, madeira, concreto, plástico, gesso etc) e peneirá-lo conforme a granulometria desejada. O resultado desse processo, chamado de ‘agregado reciclado’, é um produto de baixo valor, geralmente utilizado como base para preparação de terrenos, na pavimentação de ruas e estradas e na fabricação de blocos, entre outras aplicações que não exigem alto desempenho mecânico.
Salto tecnológico – “Conseguimos desenvolver um método que otimiza a produção de areia e brita recicladas de baixa porosidade”, conta a pesquisadora Carina Ulsen, que tem formação e mestrado em Engenharia Mineral. Ela explica que no entulho da construção civil a rocha geralmente está contaminada por pasta de cimento, que possui alta porosidade e baixa resistência, o que torna o agregado reciclado inadequado para concreto estrutural. “Já a areia pode ter solo como contaminantes, tornando-a inapropriada para argamassa.”
Trata-se de um avanço tecnológico que nenhuma outra instituição de pesquisa do mundo conseguiu alcançar, tamanha a dificuldade que é separar os materiais conforme suas características físicas e químicas e atender as exigências de cada aplicação na construção civil. O processo é realizado de forma eficiente e seguro e atende os requisitos das normas técnicas. “Trabalhamos com amostras bastante diversificadas, obtidas em aterros de São Paulo (SP), Macaé (RJ), Rio de Janeiro (RJ) e Maceió (AL), o que comprovou a eficiência do método independente da origem do resíduo”, acrescenta Carina.
Mercado sustentável – A próxima etapa da pesquisa será o levantamento de custos e a adaptação do projeto para implantá-lo em escala comercial. Potencial de mercado é o que não falta. Segundo o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), o consumo de agregados (matéria-prima de origem mineral) no Brasil é da ordem de 400 milhões t/ano, enquanto que a geração de resíduos da construção civil e demolição (RCD) é de aproximadamente 70 milhões t/ano. Considerando somente a fração mineral do entulho (75-90% segundo a pesquisadora), a reciclagem do RCD como agregados poderia atender até 17% do mercado.
Estima-se que cerca de 20% dos RCD produzidos no Brasil sejam depositados em aterros ilegais, nas margens de rios, córregos, estradas ou em terrenos baldios. “Nossa expectativa é que essa pesquisa contribua para a sustentabilidade do setor de construção civil, de modo a diminuir a extração de bens minerais não renováveis e as áreas de deposição dos resíduos”, prevê Carina.


Acadêmica Agência de Comunicação
Assessoria de Imprensa e Comunicação da Escola Politécnica
Érika Coradin
(11) 5549-1863 / 5081-5237 / 9185-9557
academica@academicacom.com.br

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Parceria Verde

Em parceria com a Bradesco Capitalização, a Fundação SOS Mata Atlântica inaugurou, nesta terça-feira (12 de fevereiro), na cidade de Piracicaba (SP), um viveiro comunitário com capacidade de produção de 250 mil mudas de árvores nativas de mais de 80 espécies diferentes.

Além das mudas, a iniciativa, que integra as ações do Banco do Planeta, da Organização Bradesco, vai possibilitar a geração de trabalho e renda para o município.

Paula Guatimosim
Mediação Imprensa e Comunicação
(21) 2553-3353 / 2552-0409
Praia de Botafogo, 210 / gr. 304

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Desmatamento da Amazônia e Anistia - Ministérios esclarecem

Nota à Imprensa
11/02/2008

Ao contrário do que foi noticiado nesse fim de semana, os Ministérios do Meio Ambiente e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento esclarecem que não estão trabalhando em qualquer proposta de anistia para desmatadores ilegais ou para redução da reserva legal, seja na Amazônia ou em qualquer outra região.

O Governo Federal defende a manutenção da Reserva Legal e a solução dos passivos ambientais no âmbito do Zoneamento Ecológico Econômico e está trabalhando fortemente para aprofundar os mecanismos de penalização efetiva dos desmatadores ilegais, a exemplo da implementação do Decreto 6.321, de dezembro de 2007, que instituiu o embargo econômico de áreas desmatadas ilegalmente e a responsabilização da cadeia de produção.

Os fortes indícios de aumento do desmatamento nos meses de novembro e dezembro de 2007, constatados pelo sistema DETER, impõem para o governo e a sociedade a necessidade de intensificar ações enérgicas que coíbam o desmatamento ilegal. Flexibilizar o Código Florestal como prevê o PL 6.424/2005, aprovado na Comissão da Agricultura da Câmara dos Deputados, em dezembro passado, não levará à diminuição do desmatamento e sim à legalização do passivo ambiental e ao estímulo a novos desmatamentos.

Marina Silva
Ministra do Meio Ambiente
Reinhold Stephanes
Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
--
Assessoria de Comunicação
Ministério do Meio Ambiente
telefone: 33171227

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Smel promove Trilha do Cerrado a partir do próximo mês

No próximo mês, dia 10 (domingo), a Secretaria de Esporte e Lazer dará início à programação da Trilha Ecológica de 2008, denominada Trilha do Cerrado, que será desenvolvida com caminhantes e ciclistas.

O projeto tem por objetivo proporcionar através da caminhada, a integração da comunidade, da família e da população em geral, na busca de melhor qualidade de vida. “Isto motiva outras pessoas a virem praticar algum tipo de atividade física na busca de prevenção de problemas de saúde e/ou doenças”, comenta o secretário de Esportes, Samir Messias.

Messias destaca ainda que a trilha visa também a educação e integração ambiental e sócio ambiental através do conhecimento e do contato com os recursos naturais, no nosso caso, com as matas do cerrado existentes no município.

Neste ano a Trilha do Cerrado vem com uma inovação, sendo que as datas serão separadas para ciclistas e caminhantes, a fim de ter mais segurança aos participantes de ambas.

A trilha para caminhantes será realizada no segundo domingo de cada mês (calendário abaixo), com concentração a partir das 6h, no trevo do anel viário do Conjunto do Uberaba I e da Penitenciária, e saída às 6h30. Foi demarcado um percurso de 18,5km, através de estradas de terra entre Uberaba e Santa Rosa, com placas indicativas.

Já a trilha para ciclistas será realizada no último domingo de cada mês com concentração na Praça de Esportes da Rotatória da Medalha Milagrosa, na Av. Santa Beatriz com Santos Dumont, a partir das 7h30 e com largada às 8h.

Será fornecida água aos participantes no momento da partida e da chegada a Santa Rosa, e caso o caminhante deseje levar algo mais, fica de exclusiva responsabilidade do mesmo. Ao término de cada trilha, a Associação de Desenvolvimento Comunitário de Santa Rosa organizará uma recepção aos caminhantes, com a venda de doces, salgados e churrasco.

As inscrições poderão ser feitas no dia de saída da trilha ou na Secretaria de Esporte e Lazer. Mais informações através dos telefones: 3318-0537 ou 9978-5756, com José Carlos; 3318-0534, com Márcio Antonângelo; 3318-0530, com Samir Messias ou pelo e-mail jc.oliveira@uberaba.mg.gov.br

Segue abaixo o calendário da Trilha do Cerrado para ano de 2008

CAMINHANTES CICLISTAS
1ª edição - 10-02-08 1ª edição - 24-02-08
2ª edição - 09-03-08 2ª edição - 30-03-08
3ª edição - 13-04-08 3ª edição - 27-04-08
4ª edição - 11-05-08 4ª edição - 25-05-08
5ª edição - 08-06-08 5ª edição - 29-06-08
6ª edição - 13-07-08 6ª edição - 27-07-08
7ª edição - 10-08-08 7ª edição - 31-08-08
8ª edição - 14-09-08 8ª edição - 28-09-08
9ª edição - 12-10-08 9ª edição - 26-10-08
10ª edição - 09-11-08 10ª edição - 30-11-08
11ª edição - 14-12-08

Prefeitura Municipal de Uberaba
Departamento de Comunicação (30/01/08)

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

DEA participa de Foro na República Dominicana

28/01/2008

O Ministério do Meio Ambiente participa até 1º de fevereiro, da 16ª Reunião do Foro de Ministros de Meio Ambiente da América Latina e do Caribe, a ser realizada em Santo Domingo, capital da República Dominicana. O encontro será dividido em dois momentos: em segmento preparatório, reunindo especialistas ambientais, entre domingo (27) e terça-feira (29); e em segmento ministerial, entre quarta-feira (30) e sexta-feira (1º de fevereiro). Em pauta, quatro grandes eixos temáticos definidos em reuniões preparatórias anteriores: o manejo integrado de ecossistemas; as mudanças climáticas; a transversalidade de políticas ambientais; e a governança ambiental internacional.

O Departamento de Educação Ambiental (DEA) do MMA estará presente ao encontro com o objetivo específico de propor que o Brasil seja o próximo país a assumir a coordenação do Programa Latino-americano e Caribenho de Educação Ambiental (Placea), lançado em 2005, na última Reunião do Foro de Ministros de Meio Ambiente da América Latina e do Caribe. O momento é oportuno, pois o mandato da Venezuela, último país-coordenador, expirou em 2007. Caso a proposta seja aceita, a coordenação do Placea, no período 2008-2010, seria exercida pelo Órgão Gestor da Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA).

Uma carta foi enviada pelo DEA aos chefes dos ministérios de Meio Ambiente dos países participantes. Nela, o diretor do departamento, professor Marcos Sorrentino, reitera a importância do Placea como instrumento de cooperação, integração e fortalecimento regional. O diretor expõe também alguns dos fatores que validam a disposição brasileira de coordenar o programa - como a implementação descentralizada e participativa da Política e do Programa Nacional de Educação Ambiental, que resultou na proposição do sistema Nacional de Educação Ambiental; a experiência adquirida por meio de conexões estabelecidas com os países africanos de língua portuguesa; a organização da quinta edição do Congresso Ibero-americano de Educação Ambiental; e a participação em eventos e espaços internacionais de recomendação e tomada de decisão na área das políticas ambientais e da educação ambiental.

Na carta, Sorrentino reitera que o diálogo democrático com os países envolvidos é prioridade na proposta brasileira de coordenação do Placea, e sugere algumas ações para uma possível gestão brasileira - entre elas, intensificar a legitimidade política do Placea em todo o mundo; e, na América Latina e Caribe, fortalecer e potencializar as redes de diálogo entre educadores ambientais da região; atualizar o exame sobre o estado da arte da educação ambiental nos países envolvidos; articular em âmbito regional a implementação da Década das Nações Unidas da Educação para o Desenvolvimento Sustentável, de acordo com a identidade latino-americana da educação ambiental; e participar das instâncias decisórias sobre políticas e programas internacionais em educação ambiental representando a região, por exemplo.


ASCOM/MMA

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

MMA divulga lista dos municípios que mais desmataram em 2007

O Ministério do Meio Ambiente divulgou nesta quinta-feira (24) a lista dos 36 municípios que mais desmataram a floresta amazônica em 2007, segundo dados do sistema DETER (Detecção do Desmatamento em Tempo Real), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Do total, 19 deles, ou 52,7%, estão localizados no Mato Grosso, seguido do Pará (12), Rondônia (4) e Amazonas (1).

O presidente Luiz Inácio Lula Silva decidiu, após reunião emergencial com diversos ministros, que fará reunião com prefeitos e governadores desses estados para reforçar as ações de combate aos crimes ambientais. Desde já, no entanto, está proibida qualquer nova autorização de desmatamento nessas localidades, seja por agente público federal ou estadual. As regras serão publicadas em portaria no Diário Oficial, nesta sexta-feira. O alerta está inteiramente aceso, porque não queremos voltar a uma situação de falta de governança na Amazônia, disse a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva.

Os 36 municípios da lista - que respondem por 50% do desmatamento total do bioma - deverão obedecer regras mais rígidas de controle, conforme estabelecido em decreto presidencial de dezembro de 2007. A partir de uma Instrução Normativa, que está sendo finalizada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Incra, todos os proprietários rurais dessas localidades estarão abrigados a fazer um cadastramento georeferenciado e a demonstrar que possuem a reserva legal e a área de preservação permanente, nos termos previstos na lei.

O prazo para este recadastramento está sendo definido e será publicado na próxima semana mas, findo este prazo, o Incra irá inibir o Certificado de Cadastro de Imóvel Rural (CCIR) na Amazônia para os que não se cadastraram. Isto significa que o proprietário não poderá obter crédito, vender produtos, vender a propriedade, obter notas fiscais e guias de transporte e sequer transferir, por herança, o imóvel que estiver em seu nome.

No caso de o proprietário não cumprir o prazo, o governo está autorizado a fazer o cadastramento à revelia da propriedade rural a fim de inseri-la no sistema.

Além disso, todos os desmatamentos que forem autuados pelo Ibama a partir de janeiro deste ano serão automaticamente embargados (antes isso era uma prerrogativa do fiscal). Essas áreas serão georeferenciadas e monitoradas permanentemente. Caso seja identificado que o proprietário descumpriu o embargo, isto é, produziu na área embargada, o nome da propriedade será incluída em uma lista a ser publicada no Diário Oficial.

Grupos empresariais - como frigoríficos, traders, siderúrgicas, serrarias e espremedores de grãos, entre outros - que comprarem produtos desses estabelecimentos, serão co-responsáveis pelo desmatamento e penalizados pelo dano havido na propriedade. ?O decreto de dezembro criou uma co-responsabilização da cadeia produtiva por adquirir um produto ilegal, o que terá um impacto positivo no controle?, destaca o secretário-executivo do MMA, João Paulo Capobianco. A punição dependerá da área embargada e do volume ilegal comprado, mas pode chegar ao fechamento da empresa.

?O objetivo é construir um processo de fiscalização que, paulatinamente, deixe de depender de grandes operações. O que se quer é instalar na Amazônia um processo permanente de controle, com mais ação de inteligência?, acrescenta Capobianco.

Os municípios da lista correspondem a apenas 6% dos 603 municípios monitorados no bioma, mas são responsáveis por 50% do total desmatado. São também os que registraram maior taxa de crescimento de desmatamento no segundo semestre do ano passado.

Na reunião convocada pelo presidente Lula, foram definidas outras providências que o governo irá adotar de imediato. Entre elas uma visita às regiões mais problemáticas e o envio de cerca de 800 agentes da Polícia Federal para ações móveis no bioma, a partir do próximo dia 21 de fevereiro. Além disso, o efetivo permanente já existente nos postos regionais será acrescido em 25%.

Outras medidas incluem o fortalecimento do controle da agropecuária, a criação de unidades de conservação ao longo da BR-139, o bloqueio de financiamentos concedidos pelos bancos oficiais para atividades que geram desmatamento, monitoramento mensal com aeronaves de áreas embargadas em municípios críticos e o recadastramento de propriedades rurais pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

A lista dos municípios que mais desmatam a floresta amazônica, e que integram a portaria da ministra do Ministério do Meio Ambiente, foi definida a partir de três critérios, estabelecidos em decreto de dezembro de 2007: o total desmatado desde o início do monitoramento, em 1988; o total desmatado nos últimos três anos; e o aumento de taxa de desmatamento em pelo menos três vezes nos últimos cinco anos, de forma consecutiva ou não.


Segue a lista, em ordem alfabética, dos 36 maiores desmatadores, segundo a portaria ministerial:


1 - Alta Floresta (MT)

2 - Altamira (PA)

3 - Aripuanã (MT)

4 - Brasil Novo (PA)

5 - Brasnorte (MT)

6 - Colniza (MT)

7 - Confresa (MT)

8 - Cotriguaçu (MT)

9 - Cumaru do Norte (PA)

10 - Dom Eliseu (PA)

11 - Gaúcha do Norte (MT)

12 - Juara (MT)

13 - Juína (MT)

14 - Lábrea (AM)

15 - Machadinho D´Oeste (RO)

16 - Marcelândia (MT)

17 - Nova Bandeirantes (MT)

18 - Nova Mamoré (RO)

19 - Nova Maringá (MT)

20 - Nova Ubiratã (MT)

21 - Novo Progresso (PA)

22 - Novo Repartimento (PA)

23 - Paragominas (PA)

24 - Paranaíta (MT)

25 - Peixoto de Azevedo (MT)

26 - Pimenta Bueno (RO)

27 - Porto dos Gaúchos (MT)

28 - Porto Velho (RO)

29 - Querência (MT)

30 - Rondon do Pará (PA)

31 - Santa Maria das Barreiras (PA)

32 - Santana do Araguaia (PA)

33 - São Félix do Araguaia (MT)

34 - São Félix do Xingu (PA)

35 - Ulianópolis (PA)

36 - Vila Rica (MT)


Ranking dos maiores desmatadores segundo o sistema DETER, de agosto a dezembro de 2007:



Municípios que mais desmataram de agosto/07 a dez/07
UF

Marcelândia
MT

São Félix do Xingu
PA

Querência
MT

Nova Ubiratã
MT

Porto Velho
RO

Pimenta Bueno
RO

Juara
MT

São Félix do Araguaia
MT

Peixoto de Azevedo
MT

Nova Bandeirantes
MT

Santana do Araguaia
PA

Ulianópolis
PA

Lábrea
AM

Altamira
PA

Cumaru do Norte
PA

Brasnorte
MT

Gaúcha do Norte
MT

Paranaíta
MT

Novo Progresso
PA

Vila Rica
MT

Nova Maringá
MT

Porto dos Gaúchos
MT

Alta Floresta
MT

Confresa
MT

Nova Mamoré
RO

Juína
MT

Cotriguaçu
MT

Dom Eliseu
PA

Colniza
MT

Santa Maria das Barreiras
PA

Aripuanã
MT

Machadinho D'Oeste
RO

Paragominas
PA

Novo Repartimento
PA

Rondon do Pará
PA

Brasil Novo
PA



* O DETER é um levantamento rápido feito mensalmente pelo INPE, com dados de resolução espacial de 250 m. Com este sistema, é possível detectar apenas os desmatamentos cuja área seja maior que 25 hectares. Devido à cobertura de nuvens nas imagens do período, nem todos os desmatamentos maiores que 25 hectares são identificados pelo DETER.



Ranking dos maiores desmatadores segundo o sistema PRODES, de agosto de 2006 a julho de 2007:



Municípios que mais desmataram de agosto/06 a julho/07
UF

São Félix do Xingu
PA

Novo Repartimento
PA

Cumaru do Norte
PA

Altamira
PA

Colniza
MT

Novo Progresso
PA

Porto Velho
RO

Santana do Araguaia
PA

Nova Bandeirantes
MT

Nova Mamoré
RO

Cotriguaçu
MT

Lábrea
AM

Peixoto de Azevedo
MT

Juara
MT

Brasil Novo
PA

Vila Rica
MT

Santa Maria das Barreiras
PA

Rondon do Pará
PA

Aripuanã
MT

Marcelândia
MT

Gaúcha do Norte
MT

Dom Eliseu
PA

Machadinho D'Oeste
RO

Paranaíta
MT

Confresa
MT

Alta Floresta
MT

Paragominas
PA

Brasnorte
MT

Juína
MT

Pimenta Bueno
RO

Querência
MT

São Félix do Araguaia
MT

Ulianópolis
PA

Nova Ubiratã
MT

Nova Maringá
MT

Porto dos Gaúchos
MT




*O sistema PRODES, mais detalhado, usa imagens de satélites com resolução espacial entre 20 a 30 m (satélites LANDSAT e CBERS). O levantamento do PRODES é feito em escala anual com área mínima de mapeamento de 6,25 hectares, para o período de Agosto de um ano a Julho do ano seguinte.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Atividades ambientais serão destaque durante o Brasil Open 2008

A Costa do Sauípe, destino turístico localizado no litoral Norte da Bahia recebe o Open Brasil 2008 de 9 a 17 de fevereiro. Nesta edição, o evento realizará uma ação inédita no País: promover atividades ambientais para redução de impactos na natureza, durante o torneio, como minimizar a emissão de carbono por meio do plantio de 500 árvores nativas da região.

Os torcedores e visitantes também poderão contribuir. No período haverá comercialização de sementes de plantas regionais, pelo projeto Berimbau, programa social auto-sustentável da Costa do Sauípe, que já beneficiou 6,5 dos 10 mil habitantes da região da Costa dos Coqueiros. Além disso, também está prevista o envio de resíduos (latas de bola, garrafas plásticas e cordas de raquetes) para as crianças do Berimbau, com o intuito de criarem produtos a partir do material reciclado.

“As atividades realizadas pelo projeto Berimbau estão alinhadas com a proposta do Brasil Open 2008 e faz com que o evento se torne ainda mais grandioso e especial para a Costa do Sauípe e para a Bahia”, comenta Alexandre Zubaran, diretor presidente da Sauípe S/A. Ainda, durante o Brasil Open, serão realizadas diversas ações sociais como clínicas de tênis para as crianças do projeto Berimbau, oficinas de artesanato, exposição com temas ambientais, desfile reciclajeans, confeccionado de garrafas pet.

Berimbau - ao todo o projeto realiza cerca de 41 atividades, nas áreas de responsabilidade social; turismo sustentável; desenvolvimento regional e qualidade de vida dos moradores. Entre as iniciativas estão: a construção do Centro Artesanal, que melhorou as condições de trabalho das artesãs, pois podem produzir e comercializar suas peças na loja do Artesão, na Vila Nova da Praia, dentro do empreendimento; o programa Pesca Artesanal, que oferece treinamento, capacitação profissional e apoio logístico à cooperativa criada pelos pescadores da região.

O Brasil Open 2008 é organizado pela Koch Tavares e ATM e conta com o patrocínio máster do Banco do Brasil e das empresas Petrobras, Mastercard e Costa do Sauípe e co-patrocínio TAM, Bosch, Fila e Citroen e apoio de Penn, JHSF e Trousseau. O evento é realizado pela Koch Tavares e ATP.

Mais informações podem ser obtidas no site: www.tenisbrasil.com.br/brasilopen

Sobre a Costa do Sauípe
A Costa do Sauípe, destino turístico localizado a 76 quilômetros do Aeroporto Internacional de Salvador (BA), ocupa uma área de 172 hectares ecologicamente protegidos. Além disso, oferece atendimento de qualidade, instalações com padrão internacional, cinco hotéis – Marriott, Renaissance, SuperClubs Brezees, Costa do Sauípe Suítes e Costa do Sauípe Conventions - e programação voltada ao lazer e entretenimento.

O empreendimento tem se destacado com a realização de grandes eventos internacionais como as etapas do WQS de Surf; Brasil Open de Tênis, que reúne tenistas reconhecidos mundialmente; Sauípe Surf e Music, que alia o esporte com atrações musicais nacionais e internacionais; Sauípe Gourmet Fest, festival gastronômico que traz grandes chefs da cozinha internacional; entre outros.

Reconhecido como o destino turístico mais visitado do país, com média de 2.300 pessoas por dia, a Costa do Sauípe dispõe, ainda, de estrutura completa para a prática esportiva com centros poliesportivos, 18 quadras de tênis, centro náutico, eqüestre, mini-fazenda, além de 18 restaurantes, mais de 40 lojas, 18 piscinas, reserva ecológica de 60 hectares e SPA.


Costa do Sauípe
CDI – Agência de Comunicação
Geninha Moraes / Ivan Ribeiro / Alexandre Rigonato
Tels.: (11) 3817.7916 / 3817.7940
E-mails: geninha@cdicom.com.br / ivan@cdicom.com.br

Brasil Open 2008
DGW Comunicação
Daniela Giuntini
Tel:. (11) 8292.0826 / E-mail: www.dgwcomunicacao.com.br

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Alcoa moderniza tecnologia e reduz ainda mais emissão dos gases causadores do efeito estufa em Poços de Caldas

A unidade da Alcoa em Poços de Caldas-MG iniciou, em Junho de 2006, um programa para modernizar seu processo de produção de alumínio. Esta tecnologia irá reduzir ainda mais a emissão dos gases causadores do efeito estufa na produção de alumínio – em particular dos gases chamados perfluorcarbonos – PFC. Denominado New Soderberg, o projeto prevê investimentos de US$ 150 milhões para a modernização dos 288 fornos eletrolíticos e melhoria operacional dos sistemas em um prazo de dez anos.

Em 16 meses de operação-piloto, os especialistas monitoraram constantemente o desempenho operacional de seis cubas, que registraram ótimos indicadores. A redução de emissões de gases PFC acontece por meio da diminuição da ocorrência dos chamados “efeitos anódicos” - fenômenos que ocorrem durante o processo de produção do alumínio metálico. Nas cubas-piloto, a incidência foi reduzida em mais de 50%. A emissão dos gases PFC foi reduzida na mesma proporção.

“Esses estudos preliminares comprovam uma eficiente redução dos gases causadores do efeito estufa. Mesmo já estando em conformidade com a legislação, nosso objetivo é alcançar um desempenho ainda melhor”, explica Maurício Born, gerente de Saúde, Segurança, Meio Ambiente e Sustentabilidade da Alcoa América Latina.

O projeto da Alcoa em Poços de Caldas faz parte do Programa de Redução de Emissões de Gases de Efeito Estufa, uma iniciativa global da Empresa que busca ganhos potenciais em cada trabalho ou processo produtivo, não apenas na redução de emissões, mas também em impactos institucionais e financeiros. “O desafio maior, agora, será manter os níveis de emissões dentro dos patamares programados, levando em conta o crescimento da Empresa”, afirma Born.

Esta atuação traz também outros benefícios, como evitar o desperdício de matéria-prima e diminuir a quantidade de resíduos descartados.

“As próximas etapas – conclui Born – compreendem a aprovação e registro de um projeto de Créditos de Carbono junto ao MDL-Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (CDM-Clean Development Mechanism), definido pelo Protocolo de Kyoto. Com isso, poderemos comercializar as Reduções Certificadas de Emissão-RCE (CERs-Certificated Emission Reductions) e obter uma receita financeira que ajude a suportar as atividades do programa em andamento”.

Compromisso com a Sustentabilidade

Os Valores da Alcoa abrangem um compromisso com a Sustentabilidade. A Companhia estabeleceu a meta de, até 2010, reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa a nível 25% inferior ao registrado em 1990. Esse objetivo foi atingido em 2003, sete anos antes do previsto no cronograma e essa redução foi mantida apesar do crescimento contínuo da produção. No Brasil, a Alcoa aderiu ao Pacto de Ação em Defesa do Clima, um acordo que visa a limitar e fazer cessar o aquecimento global causado pelos gases de efeito estufa. Na Austrália, a Alcoa atua em parceria com outras empresas para seqüestrar o CO2 em resíduo de bauxita.

Sobre a Alcoa
Há 42 anos no Brasil, a Alcoa Alumínio S.A. é subsidiária da Alcoa Inc., líder mundial na produção e transformação do alumínio, que atua nos mercados aeroespacial, automotivo, embalagens, construção, transportes comerciais e no mercado industrial. Além dos produtos e componentes de alumínio, que incluem laminados, extrudados, e forjados, a Alcoa também comercializa rodas, sistemas de fixação, fundidos de super ligas e de precisão, estruturas e sistemas para construções. A Companhia possui 116 mil funcionários em 44 países e integra pela sexta vez o Índice Dow Jones de Sustentabilidade. A Alcoa foi eleita uma das empresas mais sustentáveis do mundo no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, e é uma das fundadoras da Parceria Americana pela Ação Climática (United States Climate Action Partnership - USCAP), uma associação composta por importantes companhias e ONGs ambientais norte-americanas que lutam pela redução significativa das emissões de gases causadores do efeito estufa.
Na América Latina e Caribe, a Alcoa conta com mais de sete mil funcionários e opera em seis estados brasileiros – Pernambuco, Minas Gerais, Maranhão, Pará, São Paulo e Santa Catarina – incluindo uma nova mina de bauxita, que está sendo instalada em Juruti (PA). Possui operações também na Argentina, Chile, Colômbia, Jamaica, Peru, Suriname, Trinidad & Tobago e Venezuela. Além das usinas de Barra Grande e Machadinho, a Alcoa tem participação nos consórcios das hidrelétricas em construção de Estreito, na divisa do Tocantins e Maranhão; e Serra do Facão, entre os estados de Goiás e Minas Gerais. A Alcoa está entre as “empresas mais admiradas do Brasil” em 2007, segundo pesquisa publicada pela revista Carta Capital e destaque no ranking das 500 Melhores Empresas da revista Dinheiro. Também foi reconhecida no Guia de Boa Cidadania Corporativa 2006, publicado pela revista Exame, nas áreas de Valores e Transparência e de Governo e Sociedade. Mais informações sobre a Alcoa podem ser encontradas no site www.alcoa.com.br.


Ricardo Morato
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sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Aquecimento Global e Motores de Combustão

Motores de combustão interna estão consumindo todo o oxigênio do planeta e são os principais responsáveis pelo aquecimento global e mudanças climáticas que nos afetam

Luis Seguessa, pesquisador uruguaio fez ontem ao mundo e à imprensa internacional, durante conferência ambiental realizada no Hotel Grand Hyatt São Paulo, a
revelação de que os MCI – Motores de Combustão Interna que se encontram nos automóveis e em outros meios de transporte são os principais responsáveis pelo
aquecimento global e as mudanças climáticas no planeta , e sua ação nociva deteriora a camada de ozônio , não somente pelos gases que emitem na atmosfera,
mas principalmente, pela enorme quantidade de ar que consomem, a níveis alarmantes. Segundo Seguessa, “um motor 2.0 consome 360 mil litros de ar por hora”.
O evento contou com a presença de jornalistas , celebridades e formadores de opinião.

(São Paulo, Janeiro de 2008 ) - "O maior perigo ambiental e a causa principal do aquecimento global que selará o destino da terra está diante de nossos próprios olhos - os motores de combustão interna. Poucas pessoas conhecem como funciona seu próprio veículo. Ali embaixo do capô está uma das maiores ameaças a todos os seres vivos do planeta", revelou Luis Seguessa ontem, em uma conferência no Grand Hyatt São Paulo. Segundo o pesquisador, ainda que nos pareçam inofensivos, os veículos que usam esta tecnologia constituem um dos piores perigos da terra. Na ocasião, Seguessa lembrou que, além da combustão incompleta destes motores, que despejam partículas tóxicas na atmosfera e que danificam a camada de ozônio, pouco se investigou ou divulgou sobre um dano muito maior: a enorme quantidade de oxigênio que consomem. Segundo revelou o pesquisador, o mundo está perdendo oxigênio a uma velocidade impressionante. Os prognósticos, caso não se promovam as mudanças adequadas, e a população não se comprometa a realizá-las efetivamente, é de que não haverá oxigênio no planeta em muito pouco tempo.

O evento contou com a participação de artistas, imprensa e formadores de opinião, entre eles a atriz Adriana Alves, a empresária Beth Szafir, o jornalista Salomão Schwartzmann e sua mulher Ana, a empresária Ala Szerman, o artista plástico Roberto Camasmie, a atriz Cibele Dorsa, o diretor de redação da revista Caras, Edgardo Martolio, a jornalista e empresária Rosana Beni, apenas citando alguns. De Buenos Aires, vieram cobrir o evento jornais argentinos e alguns vips da sociedade portenha.

Para melhor compreensão de sua atenta platéia, Luis Seguessa mostrou como funcionam os motores de combustão interna , explicando que qualquer tipo de veículo que utiliza um motor de explosão interno, é propulsado por um mecanismo capaz de consumir de 100 a 200 litros de ar por segundo, e a quinta parte disso é oxigênio. Em condições normais, os níveis de oxigênio respirável na atmosfera vem se mantendo em torno de 21 % há décadas, devido ao fato de a camada de ozônio - que é a reserva de oxigênio do planeta - abastecer de forma automática esta perda. Isso, segundo ele, leva à conclusão óbvia de que a causa do debilitamento acelerado da camada de ozônio não se dá pela emissão de gases, mas pelo oxigênio que é "sequestrado" automáticamente pelos motores de combustão, obrigando a que mais e maiores volumes de oxigênio sejam retirados da fonte única de reposição, fonte esta que se esgota a uma velocidade alarmante . "A velocidade se dá em progressão geométrica e não aritmética como se pensa, e em muito pouco tempo a grande fonte natural de fornecimento de oxigênio proveniente da camada de ozônio se esgotará ", disse Seguessa.

Segundo estudos e cálculos de Seguesa, um veículo 2.0 consome 2 litros de ar por cada volta . Se observarmos o relógio / conta giro em nossos veículos, chega-se à conclusão que, a uma velocidade de 90 km / hora, o motor desenvolve 3000 rpm por minuto . Se dividirmos 3000 por 60 segundos, teremos 50 voltas por segundo, e se levarmos em conta que, cada giro consome 2 litros de ar, chegamos à alarmante cifra de 100 litros de ar por segundo, 6 mil litros por minuto, e 360 mil litros por hora. Portanto, um uso diário de motores como esse por quatro horas causa o sequestro de 1.440.000 litros de ar , que não voltará a ser respirável, e que além disso, é despejado na atmosfera sob combustão incompleta , o que nos leva a um outro perigo. E mais, alertou Seguessa, os Motores de Combustão Interna consomem 700 vezes mais quantidade de ar que um ser humano necessita consumir no mesmo tempo, e será impossivel a reposição pelas reservas verdes do planeta.

Some-se a isso a gigantesca frota de 200 milhões de veículos no mundo, em circulação, e veremos que em breve não haverá mais oxigênio neste planeta.

"O panorama é alarmante, mas existem formas de revertê-lo se a ação for imediata, disse Luis Seguessa, durante a conferência. Ele defende que o principal fator de mudança deve ser tecnológico e alega que existe no mundo tecnologia suficientemente avançada para substituir os motores atuais. Por outro lado, ele chama atenção para o fato de que, parte da emissão de oxigênio é tão grande que exige pelo menos o plantio de 7 árvores por cada pessoa no planeta para gerar um volume maior de oxigênio no nível da atmosfera.

Porém , esta ação isolada, sem as mudanças tecnológicas, não resolvem o problema. "Há esperanças, o que não há mais é tempo. As mudaças climáticas são apenas uma amostra dos muitos males produzidos pela ação daninha do homem e a ante sala de um desenlace fatal a curto prazo. Além disso seguirão nos atormentando e em maior escala, os dias frios em pleno verão e vice-versa, já que a camada de ozônio não é somente um reservatório de oxigênio, mas também um manto natural que nos protege do imenso frio do espaço externo e da potente fonte de calor emanada pelo sol . Desta maneira, se cumprirá o que está escrito no Apocalipse, quando diz que teríamos uma enorme praga de granizo e de fogo, em analogia à oscilações de intenso frio e intenso calor que estamos vivendo atualmente”, afirmou.

Luis Seguessa vem estudando os fenômenos climáticos há mais de 20 anos e é especialista no estudo das Sagradas Escrituras Bíblicas, fazendo um sério trabalho de decodificação do conteúdo bíblico, conhecido como Código Secreto da Bíblia. Segundo Seguessa, toda sua fonte de informação provém dali . Ele afirma que no Codigo Secreto da Biblia se encontram citados todos os problemas que estamos vivendo atualmente e aqueles que poderão acontecer no futuro. Luis Seguessa também desenvolveu , paralelamente, a forma de decodificar a vida de cada pessoa, particularmente.

O pesquisador vem interpretando as múltiplas passagens bíblicas e apocalípticas - segundo ele, ponte material entre Deus e o homem - e que mostram uma perfeita relação com o que está acontecendo no momento . Durante 20 anos estabeleceu relações comparativas entre fenômenos climáticos e as profecias apocalíticas da Bíblia . Este método vem sendo utilizado pela NASA e alguns serviços de inteligência do primeiro mundo.

Na palestra que promoveu ontem, Luis lembrou que o físico Isac Newton e Albert Einstein já haviam anunciado a existência de um código por trás dos registros bíblicos, que revelava passado, presente e futuro, fato que mais tarde foi confirmado por matemáticos , jornalistas e cientistas de renome como Dr. Elyahu Rips, Michael Drosnin, Robert Aumann e Harold Gans. Este último , autoridade da NASA, criou seu próprio programa de decodificação dos escritos bíblicos e comprovou ser este um método de investigação científica incontestável .

Durante o evento, Luis Seguessa destacou passagens bíblicas tidas como verdadeiras profecias que falam da existência de grandes terremotos, fome, pestes e pragas, guerras e rumores de guerras, sinais no céu, na lua e nas estrelas, antevendo-se portanto um fim catastrófico em vários trechos da Bíblia, não somente os que se referem ao Apocalipse. Alguns deles citam com clareza através de simbologia, o surgimento dos poços de petróleo e a proliferação de carros no planeta, que ocasionariam a morte e destruição por onde passassem.

Estudioso do assunto há mais de 20 anos, e líder da Fundação Códigos (www.fundacioncodigos.com) - que está sendo criada em Punta del Este com foco em soluções para os problemas de degradação do meio ambiente , entre outros - Seguessa quis realizar este primeiro encontro para conscientizar a população sobre a verdadeira ameaça que paira sob o planeta , e que , de acordo com suas pesquisas , são bem mais alarmantes do que as que se tem conhecimento até então .

O Brasil foi o primeiro país a receber esta revelação por ser o pulmão do planeta e por possuir em seu território grande parte da floresta amazônica . “Há muito o que dizer, porém há ainda muito mais a fazer. O Criador está nos mostrando a saída, mas temos que atuar imediatamente. O poder de reverter esta tragédia está em nós mesmos . Já existem veículos elétricos e pessoas inteligentes no mundo que podem desenvolver tecnologias melhores, e que não consomem oxigênio . A demanda pelos motores MCI tem que cair na proporção em que se aumente a demanda pelos motores ecológicos . É importante deixar claro que o automóvel híbrido é uma solução pela metade já que também consome ar . Estas mudanças, nós é que teremos de fazê-las, em um grande pacto mundial . Há que se pedir a nossos governantes que se criem leis e decretos necessários para que os novos veículos ecológicos estejam ao alcance de usuários em todos os continentes, no mundo inteiro . Não é impossível, se pode fazer. O homem quando tem que dar um passo importante ou fazer uma grande mudança em sua vida, pensa muitas vezes e acaba não fazendo. Porém, se não o faz, perde grandes coisas”, concluiu.

Lucia Paes de Barros
Lucia Paes de Barros Assessoria de Comunicação
11-5181-1575 / 5183-8275 / 9901-1319

Troca de Secretário em Uberaba

O novo secretário de Meio Ambiente de Uberaba é o engenheiro José Luis Barbiere. Substitui Ricardo Lima que pediu exoneração.


Da Redação

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Lixeira solar


A Prefeitura de Jerusalém (Israel) colocou em operação experimental uma compactadora de lixo acionada por energia solar. A superlata, que foi instalada na rua Jaffa, no centro da cidade histórica, tem capacidade para compactar 750 litros de lixo, que passam ocupar um volume de apenas 150 litros, que é então recolhido por caminhões. Com apenas uma hora de exposição ao sol, a compactadora pode funcionar durante cinco dias.

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terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Bom para o meio-ambiente

Em 1985, a Osram inventou as lâmpadas fluorescentes compactas eletrônicas, hoje, largamente utilizadas no mercado. Em seguida, a empresa foi o primeiro fabricante de lâmpadas a receber aprovação da ONU para um programa de redução de emissões de CO2 por meio da iluminação eficiente em países em desenvolvimento e, no Brasil, a empresa só tem a comemorar o desempenho das vendas do produto.

Por isso, em 2008, a Osram aposta em novos modelos, que garantem 80% de economia de energia e num universo de produtos seguindo a tendência da miniaturização para manter a liderança de mercado

Renniê Paro
Assessora de Imprensa
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Novos conceitos de arquitetura e construção

No Brasil, o mercado imobiliário tem crescido, gerando mais empregos e operações de crédito, além de dar atenção a duas tendências: a das construções inteligentes, que buscam a sustentabilidade e preservam o meio ambiente, e a da segurança na arquitetura

São Paulo, janeiro de 2008 - Após um período de pouca expressão, o mercado imobiliário no Brasil decola e capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre impressionam pela quantidade de obras em andamento. Especificamente em São Paulo o “boom” chega a surpreender. Só em janeiro de 2007, o número de construções residenciais, de acordo com as estatísticas, dispara e um novo edifício é lançado por dia, um crescimento duas vezes maior do que o mesmo período no ano passado. Com o aquecimento do setor, novas tendências são observadas: a era das construções inteligentes e seguras.

Mais dinheiro em circulação

No período entre janeiro e abril desse ano, o volume de operações de crédito imobiliário contratadas pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SPBE) bateu o recorde de R$ 4 bilhões a mais que o ano passado. Por um lado, mais famílias brasileiras demonstram condições de encarar as prestações de financiamento imobiliários, por outro, construtoras se sentem estimuladas a realizar novos projetos. Como resultados, as estimativas são de que o mercado gere meio ponto percentual no PIB deste ano.

Mais empregos

A alta demanda tem gerado novos empregos. Só no início desse ano, o setor já havia contratado mais de um milhão de pessoas entre operários, arquitetos, engenheiros. Além disso, ele impulsiona outros “players” como os fornecedores de revestimentos cerâmicos, porcelanatos, esquadrias, madeireiras, tubos, conexões e etc.

Eficiência Ambiental

Em busca de novidades, as empresas do ramo apostam em quesitos como a preservação ambiental e a segurança como valor agregado a seus imóveis. Fato que aguça o interesse dos empresários do setor pelas possibilidades de forte associação das marcas com ao conceito de sustentabilidade e pela confiança nas perspectivas para os próximos anos, já que até o momento apenas 20% do mercado potencial do país foi atendido.

A tendência é ampliar o número de projetos que queiram ter a certificação do “green building”, ou seja, apliquem medidas que buscam o aumento da eficiência no uso de recursos com foco na redução dos impactos sócio-ambientais.

Nesse sentido, passam a ser priorizados aspectos como a eficiência no uso da energia, consumo de água potável e geração de esgoto, aplicação e utilização de materiais, aumento das áreas verdes, entre outras ações.

Construções com o selo “green building”, são aprovadas pela ONG U.S Green Building Council, já presente no Brasil, e garantem 30% de economia de energia, 35% de redução das emissões de carbono, 5 a 30% de redução no consumo de água potável e 50 a 90% mais eficiência com relação ao descarte de resíduos.

Para Marcos Ellert, gerente de marketing da OSRAM do Brasil, empresa especializada em iluminação, a economia de energia é obtidas com o uso de produtos que unem tecnologia, inovação e eficiência energética.

Aplicações com sistema DALI, que permitem a dimmerização e a criação de cenários, juntamente com a mais a extensa variedade de lâmpadas do tipo energy saving que vão além das tradicionais fluorescentes tubulares e compactas e que economizam até 80% de energia, são o carro-chefe para uma iluminação de alta performance e garantia dessas tendências , além do uso de LEDs.

Segundo o especialista essa nova forma de construir tem ganhado espaço no país. Até o momento já são certificados diversas construções que vão dos colégios, passando por laboratórios médicos até diversas construções empresariais. O próximo passo é fazer com que a certificação acelere rumo às construções residenciais.

Segurança na arquitetura e construção

Outro aspecto que ganha proporção no mercado imobiliário é a segurança. Esta nova tendência das construtoras está sendo aplicada como diferencial para garantir o interesse de famílias em busca de sossego e conforto, os quesitos de segurança passam a ser encarados de forma mais profissional no mercado.

Na opinião de David Fernandes, CPP, consultor e diretor da Previne Security, empresa especializada em segurança eletrônica, o “boom” do setor imobiliário inaugura o trabalho conjunto entre o consultor de segurança e o arquiteto desde a fase do anti-projeto, ou seja, os primeiros desenhos feitos antes da aprovação da obra na prefeitura.

Para uma obra ser considerada segura, o importante não é a utilização dos equipamentos eletrônicos de última geração que podem ser encontrados facilmente pelos consumidores, mas os procedimentos que garantem a sua melhor performance, alerta Fernandes. “As construtoras devem alinhar a segurança, inclusive com técnicas de prevenção de crimes no projeto arquitetônico e não se limitar aos aspectos da tecnologia, ou deixar que os equipamentos sejam comprados pelos moradores e utilizados sem um procedimento correto. Caso contrário, é mais fácil permitir que o morador seja rendido e entre com o ‘inimigo’ para dentro de casa”, aconselha.

Além disso, aspectos da arquitetura podem, ao mesmo tempo, colaborar com a beleza e dificultar a segurança. Por isso, merecem atenção especial.

Paisagismo – árvores muito altas como coqueiros dão beleza a um projeto, mas quando plantados próximos a muros podem servir de escada.

Iluminação externa – o jogo de luz e sombra, principalmente o que imita a luz prateada da lua têm a preferência dos especialistas em iluminação, mas quando excede na sombra pode facilitar uma invasão.

Dry Wall – vedetes da arquitetura, o gesso apresenta-se como uma excelente solução na forma de paredes para separar os ambientes. Porém, quando mal localizados podem ser facilmente rompidos e servir de passagem.

“É preciso cuidado com soluções que dão chance à marginalidade. Atitudes simples como, delegar a responsabilidade da segurança da guarita de um condomínio a um guarda, por exemplo, faz com que ele se mantenha alerta e os riscos diminuam porque o perfeito andamento é de sua competência”, explica. “Afinal, se os detalhes fazem a diferença em um projeto arquitetônico, na segurança fazem mais ainda”, finaliza.

Futuro promissor

Com vistas para um cenário repleto de bons negócios em um futuro próximo, os principais bancos do país apostam que os financiamentos da casa própria virão de créditos e não da renda dos trabalhadores. Isso porque, no passado, tudo dependia das ações do governo. Hoje, a expansão é acelerada pelo setor privado, pois não é mais necessário esperar o brasileiro ganhar mais para que compre a casa própria. Basta a economia se manter estável para que mais pessoas possam fazer financiamentos a longo prazo.

Fato que estimula a movimentação das diversas áreas e que pode levar a um extraordinário crescimento da economia do país como um todo, alavancada pelo setor imobiliário.

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Luana Bizzocchi
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Corporações disponibilizam publicamente “patentes ecológicas”

A IBM e o Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável, em colaboração com a Nokia, Pitney Bowes e Sony, fundam o EPC (Eco-Patent Commons)

São Paulo, 15 de janeiro de 2008 - Membros líderes da comunidade corporativa uniram-se em um esforço pioneiro para ajudar o meio-ambiente, entregando ao domínio público diversas patentes inovadoras e ambientalmente responsáveis.

A disponibilidade destas patentes estimulará pesquisadores, empreendedores e empresas de todos os tamanhos e de qualquer segmento de mercado a criar, aplicar e desenvolver seus produtos, processos e serviços de modo a ajudar a preservar e respeitar o meio-ambiente.

O Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (WBCSD) e a IBM, apontada pelo IFI Claims como a líder no registro de patentes nos Estados Unidos pelo 15° ano consecutivo, estão iniciando este esforço em parceria com Nokia, Pitney Bowes e Sony. O portfólio de patentes já empenhado, denominado "Eco-Patent Commons", está disponível em um Web site público e exclusivo para esse fim, hospedado pelo WBCSD (http://www.wbcsd.org/web/epc).

As patentes empenhadas ao “Eco-Patent Commons”, originalmente propostas na conferência Global Innovation Outlook (GIO) da IBM, apresentam inovações concentradas nas questões ambientais e também em processos industriais ou de negócios em que a solução fornece um benefício ambiental. Por exemplo, uma empresa pode empenhar uma patente para um processo industrial que reduza a geração de resíduos perigosos, ou o consumo de energia e água. Já uma outra patente poderá compreender uma solução de compra ou logística que possa reduzir o consumo de combustível.

Os exemplos dos benefícios ambientais esperados para essas patentes incluem:

A conservação de energia ou melhorias na eficiência energética ou de combustíveis

A prevenção da poluição (redução de fontes geradoras e de resíduos)

O uso de materiais ou substâncias ambientalmente preferíveis

A redução no uso da água ou de materiais

Ampliação das oportunidades de reciclagem


“O Eco-Patent Commons oferece uma oportunidade de liderança única e significativa para as empresas fazerem a diferença, compartilhando as suas inovações e soluções em defesa do desenvolvimento sustentável”, diz Bjorn Stigson, Presidente do WBCSD. “O Eco-Patent Commons também oferece uma oportunidade para as empresas e outras entidades identificarem áreas de interesse comum e estabelecerem novos relacionamentos que possam levar a um desenvolvimento nas tecnologias patenteadas e em outras áreas”.

“A inovação para tratar de questões ambientais exigirá tanto a aplicação de tecnologia como também novos modelos para o compartilhamento da propriedade intelectual entre empresas em diversos segmentos de mercado”, diz Dr. John E. Kelly III, Vice-Presidente Sênior e Diretor da IBM Research. “Como líder em patentes nos EUA por 15 anos consecutivos, com 3.125 patentes publicadas em 2007, a IBM está entusiasmada em disponibilizar suas patentes e colocá-las a serviço do meio-ambiente. Além de permitir que novos participantes se comprometam com a preservação ambiental, a livre troca de propriedade intelectual acelerará o trabalho no próximo nível de desafios ambientais. Nós encorajamos fortemente outras empresas a contribuir para o Eco-Patent Commons”.

A associação ao Eco-Patent Commons é aberta a todos os indivíduos e empresas que contribuam com uma ou mais patentes. Fica a critério de cada organização a seleção e a submissão das patentes a serem empenhadas. As empresas fundadoras e o WBCSD convidam outras empresas interessadas a se tornarem membros e a participarem desta iniciativa promovendo a inovação e a colaboração para ajudar a proteger o planeta.

O Eco-Patent Commons foi originalmente proposto na conferência Global Innovation Outlook (GIO) da IBM, que reuniu centenas de líderes empresariais, políticos, acadêmicos e de entidades sem fins lucrativos para discutir desafios sociais e de negócios, demonstrando o poder e os benefícios de modelos de inovação colaborativa e aberta.

As empresas membro do Eco-Patent Commons emitiram as seguintes declarações:

Donal O’Connell, Diretor de Propriedade Intelectual da Nokia disse: “As questões ambientais têm grande potencial para nos ajudar a descobrir a próxima onda de inovações, já que nos induzem a pensar diferentemente sobre como fazemos, consumimos e reciclamos os produtos. Pela Nokia, submetemos uma patente desenhada para ajudar as empresas a reutilizar com segurança telefones celulares antigos, transformando-os em novos produtos, como câmeras digitais, dispositivos para monitoramento de dados ou outros itens eletrônicos. Reciclar o poder computacional de telefones celulares desta maneira poderá aumentar significativamente o reuso de materiais na indústria eletrônica”.

Angelo Chaclas, Vice Presidente & Conselho Geral dos Deputados, Propriedade Intelectual e Legislação Tecnológica da Pitney Bowes, afirmou: “O Eco-Patent Commons oferece uma estrutura efetiva para desenvolver e tornar disponíveis tecnologias que combatem as mudanças climáticas e reduzem a emissão de dióxido de carbono. Nosso objetivo com o Eco-Patent Commons é promover a expansão de tecnologias que tornem a conservação e a preservação ambiental uma prioridade.”

Hidemi Tomita, Gerente Geral do departamento de Responsabilidade Social Coportativa da Sony, disse: “Este é o momento para as empresas unirem esforços para proteger o ambiente mais eficazmente, ao invés de tentar solucionar as questões sozinhas. Nós realmente acreditamos que este esforço conjunto representará um passo significativo e ajudará a transferir idéias e tecnologias inovadoras entre os diversos segmentos de mercado e além das fronteiras dos países desenvolvidos. Estamos entusiasmados para lançar essa plataforma e compartilhar tecnologias que resultarão em mudanças positivas no meio-ambiente”.

Sobre a IBM
A IBM se esforça para liderar a criação, o desenvolvimento e a produção das mais avançadas tecnologias da informação, e as traduz em valor para os clientes através de seus serviços e soluções. O empenho de patentes da IBM para o Eco-Patent Commons é consistente com os compromissos que a IBM fez anteriormente em não pleitear direitos de propriedade intelectual para centenas de patentes envolvendo a interoperabilidade de software e as comunidades relacionadas a padrões abertos, saúde e educação. Também é consistente com o comprometimento de longo prazo da IBM com a liderança na proteção ambiental.

Para mais informações sobre a IBM, visite http://www.ibm.com/br

Sobre a Nokia
A Nokia é a líder mundial em mobilidade, conduzindo a transformação e o crescimento dos segmentos convergentes de Internet e comunicações. Produz uma grande variedade de dispositivos móveis e oferece às pessoas experiências em música, navegação, vídeo, televisão, imagens, jogos e mobilidade de negócios. A Nokia também fornece equipamentos, soluções e serviços para redes de comunicações.


Sobre a Pitney Bowes
A Pitney Bowes é uma empresa de tecnologia de mailstream que ajuda as organizações a gerenciar o fluxo de informações, correspondências, documentos e pacotes. Seus 35.000funcionários entregam tecnologia, serviços e inovação para mais de dois milhões de clientes em todo o mundo. A empresa foi fundada em 1920 e atualmente seu faturamento anual é de US$ 5,9 bilhões. Mais informações estão disponíveis em www.pb.com.


Sobre a Sony
A Sony Corporation é a fabricante líder em produtos de áudio, vídeo, jogos, comunicações, dispositivos-chave e de tecnologia da informação para os mercados profissional e de consumo. Com suas músicas, fotos, entretenimento e negócios on-line, a Sony está exclusivamente posicionada para ser a principal empresa de entretenimento pessoal de banda larga no mundo. A Sony registrou vendas anuais consolidadas de aproximadamente US$ 70 bilhões para o ano fiscal encerrado em 31 de março de 2007. Web site mundial da Sony: http://www.sony.net/


Sobre o Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável
O Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (WBCSD) reúne cerca de 200 empresas internacionais em um compromisso conjunto para o desenvolvimento sustentável através do crescimento econômico, equilíbrio ecológico e progresso social. Seus membros são provenientes de mais de 30 países e de 20 importantes setores da economia. O WBCSD também se beneficia de uma rede mundial de cerca de 60 conselhos nacionais e regionais de negócios e organizações parceiras. Sua missão é prover a liderança de negócios como um catalisador para mudanças em direção ao desenvolvimento sustentável, bem como apoiar a licença de negócios para operar, inovar e crescer em um mundo crescentemente moldado por questões de desenvolvimento sustentável.


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segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Light realiza projeto para a construção de um centro de tratamento de resíduos na cidade do Carmo

Secretaria Municipal de Meio Ambiente já pode obter licenciamento ambiental para o empreendimento

A Light concluiu a sua parte em um convênio assinado com a Prefeitura Municipal do Carmo, no Estado do Rio, para operação do centro de tratamento de resíduos não contaminantes da Usina Hidrelétrica (UHE) de Ilha dos Pombos, no rio Paraíba do Sul. A empresa entregou à prefeitura o projeto executivo, orçado em R$ 140 mil e que contempla os estudos para viabilidade da área de construção, levantamentos topográficos, treinamento dos operadores e monitoramento das operações.

"Com o projeto executivo, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente do município poderá obter o licenciamento ambiental para construção do empreendimento, realizar as obras necessárias e operar e manter o aterro sanitário", informou o gerente de Meio Ambiente da Light, Luiz Antonio Braga Grande.

A Light já possui, em Ilha dos Pombos, uma Central de Resíduos, onde são alocadas as substâncias que podem causar contaminação. A partir desta Central, os resíduos são destinados às empresas especializadas e licenciadas, para descontaminação e reciclagem.

Em 1920, a Light iniciou a construção da Ilha dos Pombos, localizada cerca de 180 km da Elevatória de Santa Cecília. A primeira das cinco unidades geradoras da hidrelétrica entrou em operação em 1924 e a última em 1949. No total, a usina tem 187 MW de Capacidade Instalada.

Sobre a Light

A Light é a concessionária de distribuição de energia elétrica para 31 municípios do Estado do Rio de Janeiro, incluindo a capital e a Região Metropolitana. A companhia atende a cerca de 3,8 milhões de unidades consumidoras, respondendo por 75% demanda elétrica do estado.

A concessionária é controlada pela Rio Minas Energia Participações S.A. (RME) desde 10 de agosto de 2006, que detém 52,25% do capital social total e votante da companhia. Os 47,75% restantes pertencem aos acionistas BNDES, com 33,69%, e outros com 14,06%.


Assessoria de Imprensa
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ECOADVENTUR Mantiqueira & Vale do Paraíba

começa com Cláudio Savaget, criador e diretor do programa de TV “Globo Ecologia”

São Paulo, janeiro de 2008 – O ECODVENTUR M&VP/2008 – Jornadas de Responsabilidade Sócio-Ambiental, Ecoturismo, Turismo de Aventura e Esportes Radicais na Natureza, que acontece de 14 a 17 de fevereiro em São José dos Campos, terá em sua palestra inaugural o diretor executivo do programa Globo Ecologia, Cláudio Savaget. O jornalista abordará o tema “O Papel da Mídia na Salvação do Planeta”.

Savaget discorrerá sobre a missão cumprida pelo programa “Globo Ecologia”, demonstrando que em sua história sempre advertiu e educou milhões de telespectadores ao enfocar os assuntos que hoje dominam o noticiário internacional e as preocupações mundiais em razão do aquecimento global.

Cláudio Savaget, 53, nasceu no Rio de Janeiro e atua como fotógrafo, repórter, editor, diretor e produtor de televisão. Desde 1978 na Rede Globo, foi editor de imagens de seus principais telejornais e, em 1980, assumiu a editoria internacional do Jornal Hoje. Durante 6 anos, além de roteirista, foi diretor do Globo Repórter realizando dezenas de programas no Brasil e no exterior.

Para divulgar a causa da conservação ambiental brasileira, em 1981 fundou a Savaget Produções em parceria com a Fundação Roberto Marinho e o IBDF (Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal) e criou o “Projeto Ecologia”, iniciativa pioneira de educação ambiental que utilizou dezenas de documentários de média metragem, matérias para TV, e a mídia impressa. A repercussão do projeto, premiado durante três anos consecutivos (1982/ 83 e 84) deu origem ao “Globo Ecologia”, cujo primeiro programa foi ao ar no dia 4 de novembro de 1990 e já conta com mais de 800 edições, sempre sob sua direção geral.

Cláudio Savaget também criou e dirigiu várias séries de TV como “Viva o Mar, Viva o Povo que Vive do Mar”, “500 Anos – Rotas da Integração”, “Viva Noronha”, “Tom do Pantanal”, “Brasil Sustentável” e “Tom da Amazônia”. Desde 2002, atua como repórter de vídeo e realiza dezenas de séries especiais para o “Globo Ecologia” no Brasil e no exterior. Em 2007, em reconhecimento aos mais de 20 anos de dedicação à causa ambiental, a Câmara Municipal do Rio de Janeiro, concedeu ao jornalista a Medalha Pedro Ernesto.

“A participação de Savaget no Ecoadventur, em São José dos Campos, demonstra a seriedade com que o evento procura difundir conhecimento e incentivar o empreendedorismo social e ambiental no Vale do Paraíba e na Mantiqueira, em benefício das atuais e próximas gerações”, declara Carlos B. Cavalcanti, um dos organizadores do evento.

O ECODVENTUR M&VP/2008, que é uma iniciativa do Instituto Onda Verde, tem como patrocinador geral a Nestlé e conta com o apoio da Prefeitura Municipal de São José dos Campos, da ACI- Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos, do C&VB - Convention & Visitors Bureau de São José e Região e da AEA Associação dos Engenheiros e Arquitetos de São José dos Campos.
Agenda:
ECODVENTUR M&VP/2008 - Palestra Inaugural com Cláudio Savaget
Dia 14/02/2008, com início previsto para as 20hs.
Auditório do “Parque Roberto Burle Max” (200 lugares)


Trópico Comunicação
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sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Parque Nacional das Emas cria projeto para evitar atropelamentos de animais nas rodovias do entorno

Brasília (11/01/2008) - O Parque Nacional das Emas, em Goiás, é reconhecido pela diversidade da fauna que habita os seus quase 132 mil hectares. O problema é que a unidade está no meio de um mosaico de corredores ecológicos, cortados por rodovias por onde escoa parte da produção de grãos do Centro-Oeste. Resultado: vez por outra, são registrados atropelamentos de animais.

Para evitar isso, a direção da unidade criou o projeto Monitoramento de acidentes com animais silvestres nas rodovias do entorno do Parque Nacional das Emas. O objetivo é identificar as áreas mais críticas e criar corredores e passarelas que possam permitir a circulação dos animais sem riscos de acidentes.

Desde outubro, quando o projeto foi iniciado, houve o registro de 48 animais atropelados, sendo entre eles cinco emas, três antas, dois lobos guará, oito raposas e dois quatis. Ainda foram encontradas mortos nas rodovias próximas, fora da área de monitoramento, duas onças (uma parda e uma pintada) e três antas.

O projeto é realizado em parceria com a Usina Porto das Águas Grupo Cerradinho, que doou dois aparelhos de GPS, duas máquinas digitais com cartões de memória e um freezer para armazenamento das amostras de tecidos dos animais mortos.

O parque fica em um divisor continental de águas, com nascentes de rios importantes como o Araguaia, Sucuriu e Taquari, entre outros. Há, no local, intensa movimentação de fauna.

Nos limites do parque, há duas rodovias a GO 341, que liga Mineiros (GO) a Alto Taquari (MT) e Costa Rica (MS), asfaltada e com volume médio de carga; e a GO 206 que liga Chapadão do Céu (GO) a Costa Rica e Alto Taquari, não pavimentada e com fluxo médio de carga, principalmente nos períodos de safra.

Esse volume de carga deve aumentar significativamente com o incremento da produção e com o possível asfaltamento da rodovia GO 206. Em 2005, foram atropelados 386 animais na GO 341 (relatório prévio 2006 ao Ibama), o que indica que o número de acidentes envolvendo animais silvestres é muito grande.

Ascom-Chico Mendes:
+55 (61) 3316-1970 a 1978
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quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Mata do Ipê será reaberta nesta sexta-feira

Depois da captura do macaco-prego, mais conhecido como Chico, atendendo a determinações da Promotoria do Meio Ambiente e do Ibama, a Mata do Ipê volta a abrir suas portas normalmente nesta sexta-feira (11). O local passou por várias melhorias, tanto para o público quanto para os funcionários, desde o seu fechamento, no final de agosto do ano passado.

O parque teve todos os bancos e mesas trocados e envernizados, os sanitários foram reformados e toda a parte física da Mata recebeu nova pintura.

Além disso, foram construídos dois almoxarifados para guardar materiais e uma cozinha para os funcionários. O encarregado pelo parque também ganhou um escritório.
Foi feita uma limpeza no lago, tirando o barro acumulado e também uma melhoria na captação de água para o lago principal. Neste local ocorre uma diminuição do volume nos períodos de seca, então é necessário fazer uma reposição usando as minas de água.
O horário de funcionamento será o mesmo, das 7h às 18h.

Prefeitura Municipal de Uberaba
Departamento de Comunicação (10/01/2008)