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quarta-feira, 5 de março de 2008

Mulheres conquistam mais espaço na construção civil

8 de Março, Dia Internacional da Mulher

O Dia Internacional da Mulher, 08 de Março, se aproxima e nesta data as mulheres terão muito o que comemorar em seu dia especial. A representação feminina no mercado de trabalho tem crescido cada vez mais. Nos últimos tempos as mulheres também têm provado competência em áreas de predominância masculina, como na construção civil. A SH, líder no segmento de fôrmas, andaimes e escoramentos, é prova disso. A empresa é liderada pela economista Ruth de Castro e 50% do quadro de funcionários do escritório central é de mulheres. Em algumas unidades da empresa, o número de mulheres da área técnica de projeto e engenharia se equivale aos de homens.

As oito unidades da SH espalhadas pelo Brasil possuem 14% de representação feminina. Em São Paulo a engenheira Maria Alice Moreira ocupa o cargo de diretora comercial. Na média nacional, as mulheres respondem por 20% do quadro de engenharia da SH, percentual maior que o do mercado. A profissão de engenheiro ainda é dominada por homens, sendo 87% homens e 13% mulheres. “Na época que me formei esse percentual era ainda menor e pude sentir o preconceito contra engenheira. Hoje ele é pequeno. Porém, tive que provar competência para conquistar meu espaço”, diz Maria Alice.

Dados do Diesse, Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos, apontam que em algumas regiões do Brasil a participação feminina quase iguala a masculina. É o caso de Recife, onde 43,2% da força de trabalho vem das mulheres. Para Ruth de Castro, presidente da SH, a participação feminina é essencial para equilibrar e complementar um ambiente de trabalho de maioria masculina. “Homens e mulheres possuem características metodológicas de trabalho distintas, uni-las só traz benefícios para empresa” comenta Ruth. A SH atua no mercado de construção civil desde 1969 e possui unidades em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Brasília, Paraná, Espírito Santo e duas na Bahia (Salvador e Camaçari).


Soma Comunicação
Armando Ferreira –
armando@novasoma.com.br - (11) 5573-0807 / 9978-3019
Carine Fortunato –
carine@novasoma.com.br – (11) 5573-0807 / 9978-3992

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Amanco lança cartão inovador na construção civil

O programa CredConstrução Amanco, desenvolvido com o Banco Safra, é o primeiro a possibilitar que lojistas de qualquer porte ofereçam a seus clientes o cartão Visa personalizado com a logomarca da loja
Aprovação instantânea, parte do limite exclusivo para loja e ferramentas de CRM são alguns dos benefícios

São Paulo, fevereiro de 2007 – A Amanco, um dos líderes mundiais em tubos e conexões, anunciou hoje o lançamento, em parceria com o Banco Safra, do CredConstrução Amanco. O grande diferencial do produto é que se trata de um cartão de crédito Visa, que pode ser personalizado com a logomarca da loja emissora, mesmo que esta seja de pequeno porte. O CredConstrução Amanco conta com parte do limite de crédito reservado para uso exclusivo na loja emissora, permite aos consumidores a compra imediata de materiais de construção, com parcelamento em até 18 vezes, com juros menores que o crediário, ou até mesmo em 10 vezes sem juros. Além disso, o cartão não tem TAC (Taxa de Abertura de Crédito) nem anuidade.

“Até hoje, só lojas de grande porte podiam oferecer a seus clientes um cartão personalizado, pois os bancos exigiam uma tiragem mínima de 50.000 cartões para personalizá-lo. Agora, graças à parceria da Amanco com o Banco Safra, esse tipo de produto possibilita que lojas de pequeno porte ofereçam a seus clientes o seu próprio cartão", explica Juan Agudo, diretor de serviços da Amanco.

“Além disso, os limites separados permitem ter o melhor de dois mundos – todas as vantagens do cartão privado, como maior fidelidade dos clientes e aumento de vendas da loja emissora, e a utilidade do cartão Visa, características que garantem o uso no dia-a-dia e em outras lojas”, acrescenta. Segundo Agudo, o CredConstrução Amanco resultou de muitos meses de estudo e de solução viabilizada pela área de Cartões do Safra. Foram realizados focus groups, pesquisas, imersão em lojas e contato com centenas de lojistas, balconistas e consumidores. “Tudo foi estudado com o objetivo de montar o meio de pagamento mais adaptado às necessidades dos nossos 30.000 clientes lojistas”, destaca o diretor.

O resultado é um cartão com várias funcionalidades sob medida para os lojistas, como pagamento de fatura na loja, o que gera tráfego e novas vendas, além de exclusivas ferramentas de CRM (Customer Relationship Marketing) que ajudam o lojista a manter o relacionamento com seus clientes e a promover novas vendas. Outro ponto positivo é que ele tem vantagens financeiras como recebimento do valor da compra em até três dias úteis e taxa de retenção menor que a de outros cartões.

Juan Agudo conta que os lojistas hoje não querem só fornecedores e sim parceiros que entendam suas necessidades. “Eles não querem só produtos, desejam soluções que ajudem a loja a se diferenciar, fidelizar seus clientes e aumentar seus negócios. A combinação de produtos e serviços é muito poderosa, uma demanda importante e a Amanco já está na vanguarda dessa tendência”, comenta Agudo.

Para Georges Régimbeau, diretor de Cartões do Banco Safra, o ramo de material de construção está muito propenso à concessão de crédito, mas ainda voltado para soluções tradicionais, como cheques pré-datados, crediário etc. “Estamos trazendo soluções inovadoras, marcando a entrada do banco Safra na atividade de cartão de crédito para pessoa física. A Amanco tem um relacionamento forte com uma rede diversificada de lojas, permitindo uma capilaridade grande e um número elevado de clientes finais”, ressalta Georges, destacando o objetivo de acelerar o desenvolvimento no segmento de construção civil, graças à logística na hora de implantar os acordos e na força de relacionamento da Amanco..

O cartão CredConstrução já está em fase piloto em 34 lojas. Está disponível para lojas parceiras da Amanco em toda a região Sul e Sudeste e estará disponível para o Nordeste em março e no resto do País em junho. A Amanco espera que, nos próximos três anos, mais de 7.000 lojas tenham se credenciado ao cartão.

Mercado de cartões de crédito no Brasil
Um estudo recente do IBOPE mostrou que a penetração de cartões de crédito no mercado brasileiro pode ser dividida da seguinte forma: 52% nas classe AB, 30% na classe C e 16% na classe D.

Com base nesses dados, pode-se perceber que o uso de cartão pelas classes C e D ainda é bastante restrito. Isso muitas vezes acontece porque essas classes não conseguem obter um cartão com bandeira renomada, por não terem seu crédito aprovado ou muitas vezes porque não podem arcar com o custo da anuidade desses cartões.

O CredConstrução tem como um de seus objetivos, aumentar a penetração dos cartões nas classes C e D, que por sua vez representam grande parcela do público consumidor de materiais de construção, conforme mostra pesquisa divulgada em outubro de 2007 pela Itaucard, onde 51% do faturamento provindo do financiamento de materiais de construção e móveis provém das classes C e D, contra 22% de participação da população com renda superior a R$ 2.500,00.

Sobre a Amanco
A Amanco Brasil é a subsidiária brasileira do Grupo Amanco, um dos líderes mundiais em tubos e conexões. Com quatro fábricas no País – única empresa no segmento que possui tripla certificação em todas as suas unidades fabris - e cerca de 1,6 mil colaboradores, a empresa atua nos segmentos predial, infra-estrutura e agricultura (irrigação e Geomecânico). Com uma cultura aberta e motivadora, a Amanco incentiva o crescimento e a criatividade de seus colaboradores e mantém o compromisso com a comunidade e com a utilização correta dos recursos naturais e com o meio ambiente. Em 2007, foi eleita, pelo sexto ano consecutivo, como uma das “Melhores Empresas para se Trabalhar no Brasil”, em pesquisa realizada pelas revistas Exame e Você S/A, e também foi eleita uma das 20 empresas modelo no Guia Exame de Sustentabilidade.

Sobre o Banco Safra
O Banco Safra, um dos maiores bancos de capital privado do país, é reconhecido no mercado por seu foco e diferenciado atendimento do setor empresarial, para as quais oferece produtos e serviços inovadores, alguns desenvolvidos para satisfazer exigências e necessidades de segmentos específicos. Entre as soluções empresariais Safra, que objetivam poupar custos e tempo ao empreendedor, estão produtos e serviços financeiros nas áreas de crédito, leasing, pagamento e cobrança e câmbio, todas operações que podem ser realizadas por meio eletrônico, de forma rápida e em ambiente de total segurança.


www.credconstrucao.com.br
Fone: (11) 3103-2929

Ketchum Estratégia
Mariana Albuquerque (11) 5096-4334 ramal 234 /
mariana.albuquerque@ketchum.com.br
Marina Cavallo (11) 5096-4334 ramal 218 /
marina.cavallo@ketchum.com.br
Eliane de Castro (11) 5096-4334 ramal 215 / eliane.castro@ketchum.com.br

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Edificações recicladas

Pesquisa da Poli/USP gera areia e rochas britadas de alto desempenho mecânico para produção de concreto estrutural que pode ser utilizado na construção de casas e edifícios (foto: divulgação)

25/02/2008
Por Thiago Romero

Agência FAPESP – Um projeto multidisciplinar desenvolvido na Escola Politécnica (Poli) da Universidade de São Paulo (USP) deu origem a um método inovador para a produção de areia e rochas britadas de alto desempenho mecânico.

Os produtos foram extraídos do entulho produzido na construção civil que, normalmente, ou é reciclado por usinas para gerar produtos de baixo valor agregado ou vai parar em aterros sem qualquer tipo de reúso.

Segundo os coordenadores do estudo que gerou a inovação, Vanderley John, professor do departamento de Engenharia de Construção Civil, e Carina Ulsen, pesquisadora do Laboratório de Caracterização Tecnológica, a melhor destinação da areia e da brita geradas pelo processo é o uso em concreto estrutural para construção de casas e edifícios, com exceção da aplicação em pontes.

“A areia e a brita desenvolvidas pelo estudo, cujos resultados foram obtidos pela união de conhecimentos de duas grandes áreas da Poli, as engenharias civil e de minas, podem ser utilizadas em construções que necessitam de um desempenho mecânico maior que 25 megapascal – o índice mínimo de resistência do concreto estrutural exigido pelas normas técnicas”, disse Carina Ulsen à Agência FAPESP.

Para o beneficiamento do entulho, os resíduos foram separados de acordo com características físicas e químicas. A validação do método foi realizada com diferentes tipos de resíduos, cujas amostras foram coletadas em aterros de São Paulo, Rio de Janeiro, Macaé (RJ) e Maceió (AL).
“Infelizmente, ainda não podemos entrar em detalhes sobre as técnicas de beneficiamento mineral utilizadas. Os resultados, sobretudo os obtidos com a areia, que também poderá ser usada em argamassas para acabamentos finos, ainda são muito recentes e o processo ainda não foi patenteado”, explica Carina.

A pesquisadora garante, no entanto, que a areia e a brita geradas pelo estudo têm características superiores ao agregado reciclado, atualmente empregado na pavimentação de ruas e estradas, que é produzido por usinas de reciclagem no país. “Essas indústrias normalmente trituram grandes blocos de concreto, gerados quando uma edificação é demolida, para chegar a uma granulometria adequada para a pavimentação.”

“Com o novo processo, temos condições de beneficiar tanto as sobras da construção civil como os blocos de demolição, apontando, em porcentagens, a quantidade do produto final, que é de baixa porosidade e poderá ser utilizado para a produção de concreto estrutural”, disse.

Segundo dados do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), são gerados cerca de 70 milhões de toneladas por ano de resíduos da construção civil e da demolição. “Estima-se que menos de 20% desse volume seja hoje reciclado”, disse Carina.

O trabalho, realizado em parceria com pesquisadores do Centro de Tecnologia Mineral (Cetem) e da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), foi desenvolvido com recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes).
Leia também:
Mais no Boletim da Agência Fapesp hoje:

Luz oscilante
José Antonio Brum, diretor-geral do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron faz um balanço da reunião anual de usuários do LNLS e fala sobre os problemas orçamentários que suspenderam as atividades em três laboratórios por dois meses

Criptografia entra em fria
Pesquisadores da Universidade de Princeton congelam chip para acessar dados na memória RAM e quebrar sistemas de criptografia considerados invulneráveis e usados em laptops com sistemas operacionais Windows, Mac OS e Linux

Vaga no Instituto de Física da USP
Departamento de Física dos Materiais e Mecânica recebe inscrições até 10 de março para vaga de professor doutor na área de nanociências. Salário será de R$ 5.850,92

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Poli/USP faz entulho virar material nobre para construção

Método de beneficiamento possibilita obter produtos de alto valor agregado, o que contribuirá para a sustentabilidade da construção civil no Brasil.

A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP) conseguiu obter do entulho de construção civil dois produtos de alto valor agregado: areia e brita para aplicações em concreto armado, com características superiores ao agregado reciclado atualmente empregado para pavimentação. O próximo passo, já em andamento, é a obtenção de uma areia reciclada para utilização em argamassas aplicadas em acabamentos finos, tema do doutorado da pesquisadora Carina Ulsen, do Laboratório de Caracterização Tecnológica da Poli.
Essa conquista, inédita no mundo, é resultado de um projeto multidisciplinar entre pesquisadores dos departamentos de Engenharia de Minas e Petróleo (PMI) e de Engenharia de Construção Civil (PCC) da Poli, envolvendo outras instituições de pesquisa, tais como o Centro de Tecnologia Mineral e a Universidade Federal de Alagoas. Bancado pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e pelo Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes), o projeto possibilitará a expansão do mercado de reciclagem dos resíduos de construção civil e demolição no Brasil e, conseqüentemente, contribuirá para a sustentabilidade do setor.
Atualmente, a maioria das usinas de reciclagem de produtos da construção civil se limita a britar todo o material do entulho (telhas, tijolos, rochas, metais, madeira, concreto, plástico, gesso etc) e peneirá-lo conforme a granulometria desejada. O resultado desse processo, chamado de ‘agregado reciclado’, é um produto de baixo valor, geralmente utilizado como base para preparação de terrenos, na pavimentação de ruas e estradas e na fabricação de blocos, entre outras aplicações que não exigem alto desempenho mecânico.
Salto tecnológico – “Conseguimos desenvolver um método que otimiza a produção de areia e brita recicladas de baixa porosidade”, conta a pesquisadora Carina Ulsen, que tem formação e mestrado em Engenharia Mineral. Ela explica que no entulho da construção civil a rocha geralmente está contaminada por pasta de cimento, que possui alta porosidade e baixa resistência, o que torna o agregado reciclado inadequado para concreto estrutural. “Já a areia pode ter solo como contaminantes, tornando-a inapropriada para argamassa.”
Trata-se de um avanço tecnológico que nenhuma outra instituição de pesquisa do mundo conseguiu alcançar, tamanha a dificuldade que é separar os materiais conforme suas características físicas e químicas e atender as exigências de cada aplicação na construção civil. O processo é realizado de forma eficiente e seguro e atende os requisitos das normas técnicas. “Trabalhamos com amostras bastante diversificadas, obtidas em aterros de São Paulo (SP), Macaé (RJ), Rio de Janeiro (RJ) e Maceió (AL), o que comprovou a eficiência do método independente da origem do resíduo”, acrescenta Carina.
Mercado sustentável – A próxima etapa da pesquisa será o levantamento de custos e a adaptação do projeto para implantá-lo em escala comercial. Potencial de mercado é o que não falta. Segundo o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), o consumo de agregados (matéria-prima de origem mineral) no Brasil é da ordem de 400 milhões t/ano, enquanto que a geração de resíduos da construção civil e demolição (RCD) é de aproximadamente 70 milhões t/ano. Considerando somente a fração mineral do entulho (75-90% segundo a pesquisadora), a reciclagem do RCD como agregados poderia atender até 17% do mercado.
Estima-se que cerca de 20% dos RCD produzidos no Brasil sejam depositados em aterros ilegais, nas margens de rios, córregos, estradas ou em terrenos baldios. “Nossa expectativa é que essa pesquisa contribua para a sustentabilidade do setor de construção civil, de modo a diminuir a extração de bens minerais não renováveis e as áreas de deposição dos resíduos”, prevê Carina.


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segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

Trevisan Consultoria apresenta estudo sobre a construção civil

A Trevisan Consultoria acaba de finalizar estudo sobre o setor da construção civil. Segmentado em dois grupos de atividades – edificações, que engloba obras habitacionais, comerciais, industriais, dentre outras; e construção pesada, que são vias de transporte, obras de saneamento, de irrigação/drenagem, etc. –, o setor está com tendência positiva.

Este estudo observa que a expectativa de continuidade de crescimento deste setor deve-se ao alto déficit habitacional (7,9 milhões de unidades), ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) – que prevê investimentos de R$55,9 bilhões até 2010 em projetos de habitação –, a redução de impostos no setor e as linhas de financiamento, que tiveram um aumento significativo no período analisado.

O estudo constatou que o maior déficit habitacional está concentrado na região Sudeste, seguido pela região Nordeste. Por conta disso, o maior percentual de recursos para moradia previsto no PAC será destinado ao Sudeste, seguido pelo Nordeste. Entretanto, o Nordeste possui apenas a terceira maior concentração de empresas de construção no Brasil. Com isso, há um forte movimento de empresas de outras regiões para lá.

As cidades que apresentaram crescimento em número de lançamentos de imóveis de 2005 para 2006 foram Porto Alegre (72%) e São Paulo (33%).

O estudo mostra que a região Nordeste é a que reúne maior número de atrativos, já que é a segunda em déficit habitacional e também em volume de investimentos previstos no PAC, contando ainda com investidores internacionais interessados em empreendimentos de grande porte, que utilizem as características climáticas e geográficas do litoral.

Outra oportunidade de crescimento visto pelas construtoras são habitações para classe C. Neste ponto, haverá aumento da oferta de imóveis na faixa de R$ 50 a 120 mil para público com renda de 5 a 10 salários mínimos. Nesta faixa de renda, o déficit é de 1 milhão de unidades.

Trevisan Consultoria
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Supervisor: Augusto Diniz (MTb. 14.453) Dezembro/2007