segunda-feira, 19 de maio de 2008
Ministério do Meio Ambiente
quinta-feira, 15 de maio de 2008
Minc é o novo ministro
Apesar de o presidente Lula ter dito hoje que a política de meio ambiente de seu governo não vai mudar, está difícil neste momento entender o que isto quer dizer. O que não vai mudar é a política que vinha sendo desenvolvida pela ex-ministra Marina, de confrontação com madeireiros e exigência de medidas redução de impactos de grandes obras na Amazônia. Ou o que será mantido á a política de dar mensagens dúbias para a sociedade, como o presidente faz ao criticar o Ministério do Meio Ambiente e aproximar-se de grupos econômicos fortes e com interesses no desmatamento.
No mesmo dia em que Marina se demitiu o presidente baixou medida provisória autorizando a venda de terras pública na Amazônia para grileiros que já tenham desmatado parte da área. Quando o presidente fala que não haverá mudança na Política Ambiental é preciso saber de que política ambiental ele está falando. O Brasil está em um momento chave de sua história, pela primeira vez os insumos ambientais que o País tem estão valorizados no mercado internacional. Sem um eficiente zoneamento econômico/ecológico, que defina o que deve e pode ser produzido, e onde. Este zoneamento possibilitaria maior eficiência de produção e de logística na produção brasileira de biomassa.
Minc terá pela frente o desafio de manter as regras ambientais frente ao grande crescimento econômico do Brasil, sem ser, também, acusado de “atravancar o desenvolvimento”. Resta agora esperar o novo Ministro retornar da França, onde está em viagem oficial pelo Estado do Rio de Janeiro. O segundo escalão vai definir muito do que será este novo MMA,
Marina sai do governo
A ministra Marina Silva entregou sua demissão no Palácio do Planalto nesta terça-feira, 13 de maio, em caráter irrevogável. Sai do governo uma das mais importantes figuras do ambientalismo brasileiro e um dos mais competentes quadros do governo Lula. A ministra Marina teve diversos embates desde a primeira gestão do presidente Lula, perdeu a batalha dos trangênicos, estava ganhando a briga com as madeireiras e, principalmente, estava conseguindo fazer com que meio ambiente fosse uma transversalidade na gestão pública.
Os motivos da demissão não foram anunciados ainda, no entanto, a ministra já tinha dado sinais, na semana passada, de que algo não estava bem. Cancelou uma coletiva com jornalistas de todo o Brasil que foram a Brasília para conversar com ela e para participar da III Conferência Nacional do Meio Ambiente. Na quinta-feira, enquanto acontecia a Conferência, o presidente Lula anunciou um PAC para a Amazônia, o PAC Amazônia Sustentável. Este pacote era a menina dos olhos de Marina, que fez quase todos os projetos em parceria com o Ministério da Integração Regional. Mas na ultima hora, nem Marina Silva, nem o ministro Geddel Quadros Vieira Lima, colheram os frutos do trabalho. Quem levou a fatia do leão foi o ministro Mangabeira Unger que ficou responsável pela gestão dos recursos.
Marina já estava bastante desgastada com decisões do governo que atropelaram o MMA. Sua saída é uma pesada perda para a política ambiental, que apesar dos percalços, avançou mais em sua gestão do que nos últimos 20 anos.
Sobre Dal Marcondes
Com sua experiência e atuação direta em assuntos relativos a meio ambiente e sustentabilidade, Dal Marcondes é fonte respeitada e de confiança para entrevistas e debates sobre temas como: responsabilidade socioambiental, marketing verde, sustentabilidade e outros assuntos afins. Atualmente, Marcondes é editor da Revista Digital Envolverde, publicação especializada em Meio Ambiente e Sustentabilidade. Durante muitos anos foi editor de economia em alguns dos principais jornais e revistas brasileiros. Seu interesse em meio ambiente vem deste os anos 70, quando foi para a Amazônia, na época da ditadura militar no Brasil. Graduado em Jornalismo pela Escola de Comunicação e Artes – USP – Especialização em Ciência Ambiental pela USP – Moderador da Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental – Fundador da Rede Paulista de Jornalismo Socioambiental – Coordenador da EcoMídias (Associação Brasileira de Mídias Ambientais) – Especializado em Jornalismo Econômico, com passagens pelas redações das revistas Istoé, Exame, Dirigente Industrial, pelas agências France Presse, Dinheiro Vivo e Agência Estado e pelos jornais DCI, Gazeta Mercantil e O Estado de S. Paulo. Em função da larga experiência na área, Dal Marcondes pode falar para a imprensa, com credibilidade, sobre os seguintes temas: Sustentabilidade, meio ambiente e responsabilidade social Certificações socioambientais Biodiversidade Amazônia Desenvolvimento sustentável Finanças sustentáveis Assuntos polêmicos como biocombustíveis e energias renováveis Jornalismo ambiental Educação para a sustentabilidade Sobre a Envolverde A Agência Envolverde foi criada em 1995 para administrar no Brasil o Projeto Terramérica, realizado em parceria com a Agência Inter Press Service (IPS) e com os Programas das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e para o Desenvolvimento (Pnud). Desde então vem se especializando na cobertura de temas relacionados ao meio ambiente, desenvolvimento humano, educação e cidadania planetária. Em janeiro de 2005 nasce a Envolverde – Revista Digital, que reúne todo o conteúdo jornalístico produzido pela equipe da Envolverde em uma única publicação digital, realizada em parceria com a AW4 Tecnologia.
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Vanessa Buzeti
Ana Berndt
Marina: combate a crimes ambientais não pode retroceder
Ex-ministra comenta saída
Diário Oficial traz desligamento de Marina
Deixar o cargo não foi derrota, afirma ex-ministra
Para Marina, Minc saberá tratar problemas da Amazônia
Carlos Minc tem carreira política marcada pelo ativismo ecológico
Repórter da Agência Brasil
Brasília - Confirmado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva como novo titular do Ministério do Meio Ambiente, no lugar de Marina Silva, que pediu demissão ontem (13), o atual secretário de Ambiente do Rio de Janeiro, Carlos Minc é um dos fundadores do Partido Verde.
Na década de 1990, Minc trocou de partido e foi para o PT. Antes de assumir a secretaria do governo Sérgio Cabral, Minc estava no sexto mandato consecutivo como deputado estadual.
A gestão de Minc à frente da secretaria de Ambiente do Rio é conhecida pela recuperação do passivo ambiental do estado acumulado em gestões anteriores. Entre as iniciativas da gestão Minc, estão a descontaminação do terreno da Cidade dos Meninos, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, a instalação de aterros sanitários em substituição aos lixões, projetos de descontaminação da Baía de Guanabara e, principalmente, a agilidade na aprovação de licenciamentos ambientais para grandes obras, inclusive empreendimentos da Petrobras.
Professor-adjunto do departamento de Geografia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Minc foi ligado ao movimento estudantil. Foi preso pela ditadura militar em 1969 e ficou 10 anos exilado - passando por Cuba, Chile, França e Portugal - até a volta ao país após a anistia.
Sua carreira política é marcada pelo ativismo ecológico. Em 1989, recebeu o Prêmio Global 500, concedido pela Organização das Nações Unidas (ONU) a pessoas que se destacam na luta pela defesa do meio ambiente. Em seu página na internet, Minc diz que já teve cerca de 150 leis aprovadas e que sua atuação parlamentar “abrange temas como a defesa do meio ambiente, segurança pública, saúde no trabalho, ética na política e fiscalização do orçamento e da execução orçamentária”.
Lula: "proposta de ministro" não tem espaço no governo
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segunda-feira, 12 de maio de 2008
Empresas brasileiras poderão realizar inventários de gases de efeito estufa
A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, disse nesta segunda-feira (12) na solenidade de lançamento do Programa Brasileiro Corporativo de Gases de Efeito Estufa, que o mais importante para que iniciativas como o GHG Protocol (Greenhouse Gas Protocol) sejam bem-sucedidas é em primeiro lugar o querer fazer, em segundo o poder fazer e em terceiro o saber fazer e querer fazê-lo da melhor forma possível.
Marina Silva parabenizou a iniciativa que coloca à disposição das empresas brasileiras uma metodologia internacional que vai permitir realizar inventários de gases de efeito estufa, a fim de controlar sua emissão, evitando desta forma o aquecimento global.
Segundo ela, é uma contribuição e um esforço voluntário de cada empresa no sentido de colaborar para a diminuição das emissões de gases de efeito estufa. O Programa é desenvolvido pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (FGV), em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, com o World Resources Institute (ERI), com o World Business Council Sustainable Development (WBCSD) e com o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS).
Para uma platéia composta por representantes de empresas brasileiras que já utilizam a ferramenta de cálculo para emissões de gases de efeito estufa e outras interessadas em aderir à iniciativa, a ministra lembrou a importância da discussão sobre as mudanças do clima, citando a realização da III Conferência Nacional do Meio Ambiente, encerrada no sábado (10), cujo tema central foi a questão das mudanças climáticas, em seus aspectos de adaptação, mitigação e enfrentamento das vulnerabilidades.
A ministra disse que o momento para o lançamento do programa não poderia ser mais oportuno em função dos esforços que vem sendo feito pelo governo federal no sentido de se antecipar aos efeitos das mudanças climáticas. Não estamos esperando o lançamento da política para podermos agir, já estamos agindo concomitante a estes esforços, disse a ministra. Segundo ela, o Brasil tem a tradição de antecipação em relação ao tema, mesmo antes de ele vir a ter a atual relevância, tanto do ponto de vista político quanto social.
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quinta-feira, 8 de maio de 2008
Governo federal lança Plano Amazônia Sustentável
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou, nesta quinta-feira (8), no Palácio do Planalto, o Plano Amazônia Sustentável (PAS). Uma política inovadora de desenvolvimento regional baseada no uso sustentável dos recursos naturais com estratégias voltadas para a geração de emprego e renda e redução das desigualdades sociais.
Em seu discurso, Lula lembrou a importância de se valorizar os conhecimentos tradicionais e de se produzir cuidando do meio ambiente. Essa é uma vantagem competitiva para os que querem vender seus produtos, disse. O PAS terá o ministro Mangabeira Unger como coordenador do Conselho Gestor, informou o presidente.
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quarta-feira, 7 de maio de 2008
Marina Silva abre III Conferência Nacional do Meio Ambiente, em Brasília
A III Conferência Nacional do Meio Ambiente (CNMA), que será aberta nesta quarta-feira, às 19h, pela ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, tem o compromisso de discutir com a sociedade o problema mais preocupante da agenda ambiental no momento: as mudanças climáticas.
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sexta-feira, 2 de maio de 2008
I Seminário Nacional de Combate à Desertificação
Gerusa Barbosa
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segunda-feira, 28 de abril de 2008
Brasil e Alemanha discutem preparativos para a COP-9 e biocombustíveis
Os preparativos para a 9ª Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica (COP-9), que acontecerá em Bonn, de 19 a 30 de maio, e a produção sustentável de biocombustíveis foram os principais assuntos da reunião entre o ministro do Meio Ambiente, Proteção da Natureza e Segurança Nuclear da Alemanha, Sigmar Gabriel, e a ministra do Meio Ambiente do Brasil, Marina Silva. As duas autoridades mantiveram encontro na manhã desta segunda-feira, em Brasília, acompanhados de seus principais assessores. Foi o primeiro compromisso da agenda oficial de Sigmar Gabriel, que permanece no Brasil até a próxima-sexta-feira.
A inclusão de critérios de sustentabilidade na produção de biocombustíveis também foi abordada pelos dois ministros. Sigmar Gabriel disse que a adoção de uma certificação, a exemplo do que já acontece para a madeira, seria uma forma de valorizar e diferenciar a produção sustentável, que não pressiona a floresta e não compete com a produção de alimentos. Nós já adotamos critérios ambientais e socialmente corretos de produção. O que temos de fazer é torná-los públicos para nossos parceiros, afirmou Marina.
Há mais de 42 anos, Brasil e Alemanha atuam conjuntamente na área de cooperação para o desenvolvimento. Atualmente, a Alemanha é o segundo maior doador bilateral para cooperação com o Brasil, atrás do Japão. O governo alemão destaca-se por ser o maior doador do Programa Piloto para a Proteção das Florestas Tropicais do Brasil (PPG7), que vem financiando projetos na Amazônia e na Mata Atlântica, nos últimos doze anos.
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quinta-feira, 10 de abril de 2008
Ministra explica medidas de combate ao desmatamento no Congresso Nacional
Gerusa Barbosa
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quinta-feira, 3 de abril de 2008
Ministra empossa primeiro Conselho da Reserva da Biosfera do Pantanal
Suelene Gusmão
A ministra Marina Silva disse nesta quinta-feira (3), na solenidade de posse do primeiro Conselho da Reserva da Biosfera do Pantanal, que um dos grandes desafios a ser superado por todos é o de aprender a conviver para sobreviver.
Ministra Marina Silva durante Posse do Conselho Gestor Biosfera do Pantanal. Foto:Jefferson Rudy/MMA
A ministra assinou o termo de empossamento dos 57 membros lembrando que a missão da nova instância será a de formular iniciativas, corrigir e prevenir os problemas. Ela lembrou ser o Pantanal um dos biomas mais frágeis e o significado da luta por sua preservação. Durante a solenidade, a ministra assinou a moção do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), que institui o dia 12 de novembro como o Dia do Pantanal.
Marina Silva enumerou algumas iniciativas que o MMA vem implementando na região, como o Curso de Agroecologia, qualificando-o como processo inovador, e a recuperação de bacias críticas, exemplificando com as ações que vêm sendo desenvolvidas no Rio Taquari. "Espero que um dia a gente possa fazer com que todas as vozes do Pantanal, da Caatinga, do Cerrado, da Mata Atlântica, da Amazônia e do Pampa se constituam em um sonoro sopro de bambu, porque então seremos muito mais fortes, muito mais unidos para que possamos fazer aquilo que temos de fazer em benefício de nosso país e do planeta", disse a ministra na abertura do evento.
A solenidade de posse dos primeiros conselheiros da Reserva da Biosfera do Pantanal teve lugar no auditório da Conferência Nacional dos Trabalhadores do Comércio e reuniu, além de autoridades do MMA, representantes do setor empresarial, comunidade científica, acadêmica, comunidades tradicionais, indígenas, ribeirinhos, assentados, pescadores, agricultores, que terão assento no Conselho. Além da ministra Marina Silva, estiveram à mesa, o coordenador de Ciências Naturais da Unesco no Brasil, Celso Schenkel; os secretários do MMA, Luciano Zica, de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano; Egon Krakhecke, de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável; e Hamilton Pereira, de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental.
A instância da Biosfera do Pantanal terá como principal tarefa conciliar interesses conflitantes, planejar e coordenar todas as atividades a serem desenvolvidas na região do Pantanal. Sua missão inclui a conservação da biodiversidade, a promoção do desenvolvimento sustentável, o fomento à pesquisa, o monitoramento e à educação ambiental, buscando contribuir de forma eficaz para o relacionamento entre a sociedade pantaneira e o seu ambiente.
A Reserva foi criada em 2000, pela Unesco e aprovada pelo MMA e pela Comissão internacional do Programa O Homem e a Biosfera, em Paris. É um modelo internacionalmente adotado de gestão integrada, participativa e sustentável dos recursos naturais, com objetivos básicos de preservação da diversidade biológica.
Ainda bem conservado em sua integridade, o bioma Pantanal, Patrimônio da Humanidade, é constituído de outros biomas como a Floresta Amazônica, o Cerrado, a Mata Atlântica, o Chaco e a floresta Chiquitana. É um dos santuários da biodiversidade mundial, com mais de 1.800 espécies nativas, sendo a maior área úmida do mundo com o maior número de aves. Segundo o conselheiro Walfrido Tomaz, são 264 espécies de peixes, 127 espécies de répteis, 44 espécies de anfíbios, 532 de aves e 156 de mamíferos. É o bioma com o maior número de espécies por quilômetro quadrado.
Na solenidade de posse, o secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do MMA, Egon Krakecke, disse que é preciso olhar o Pantanal não apenas como uma planície pantaneira, mas como um sistema mais amplo. Ele informou aos presentes sobre as ações que o MMA se relacionam com o Pantanal. A primeira delas, refere-se aos planos estaduais de gestão de recursos hídricos que vêm sendo elaborados em conjunto pelos governos do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul. Citou também o Curso de Agroecologia e a ação de Avaliação Ambiental Estratégica do Pantanal, importante para a gestão ambiental. Relacionou os projetos de recuperação do Rio Taquari e lembrou a necessidade de se fazer o Zoneamento Ecológico-Econômico do local.
O secretário de Recursos Hídrico e Ambiente Urbano do MMA, Luciano Zica, disse que o Conselho tem a responsabilidade de produzir uma articulação nos três níveis de governo, que seja capaz de implementar as políticas que darão sustentabilidade ao Pantanal. "Temos feito mobilizações com os parlamentares, temos trabalhado na captação de recursos e no plano de saneamento do Rio Taquari". O secretário informou que está para ser enviado ao Congresso Nacional um projeto de lei que proteja e discipline o Pantanal. "Mas só vamos enviar a proposta após um amplo debate. E esse conselho pode dar as diretrizes", disse.
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quarta-feira, 2 de abril de 2008
Reserva da Biosfera do Pantanal
O Conselho Deliberativo da Reserva da Biosfera do Pantanal terá como principal tarefa conciliar interesses conflitantes, planejar e coordenar todas as atividades a serem desenvolvidas na região do Pantanal.
Gerusa Barbosa
Assessoria de Comunicação
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sábado, 15 de março de 2008
Paragominas firma pacto pelo combate ao desmatamento
Assessoria de Comunicação Social
55-61 - 4009-1165 / 1227 - Fax - 55-61 - 4009-1997
segunda-feira, 10 de março de 2008
III Conferência de Meio Ambiente do Distrito Federal
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Lula e Marina pedem a parlamentares do G8+5 apoio ao Fundo da Amazônia
Ministra Marina Silva, Pres.Lula da Silva, durante Fórum Parlamentar de Mudanças Climáticas. Local.Palácio do Itamaraty - Foto:Jefferson Rudy/MMALucia Leão